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Sarah Maia Holanda

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Meu nome é Sarah, tenho 24 anos, sou advogada. Descobri que estava com linfoma de hodgkin em maio de 2014, porém desde o final do ano passado que vinha sofrendo seus sintomas mas não sabia o que era. Tudo começou com fortes dores nas costas e que com o tempo foi piorando, acordava suada e muito enjoada, com falta de ar e, também, vinha me sentindo muito fraca, sem energia para certas atividades. Até que fui a um médico de coluna e este não viu nenhum problema na minha lombar e passou alguns remédios. As dores continuaram e os sintomas também. Procurei um reumatologista que me pediu um raio x da coluna e me indicou fazer pilates e rpg. Entrei no pilates e até então as dores foram diminuindo, até que surgiram uns gânglios na axila e na virilha que me chamaram a atenção. Acabei procurando uma ginecologista que me avaliou e suspeitou que o que tinha na axila poderia ser uma terceira mama e na virilha uma hernia inguinal, e assim , passou exames de sangue e também ultrassom dessas regiões.

Foi aí que descobri que estava com algo errado. Os exames de sangue estavam alteradíssimos e nas regiões da axila e virilha, bem como no pescoço, estavam com muitos linfonodos e a medica que fez a ultrassom pediu para procurar um hematologista. Fiz a biopsia do gânglio e da médula e aí foi confirmado que eu estava com linfoma de hodking e, por meu estado clinico, ja estava no estagio 4b, logo depois confirmado pelo pet scan.

Minha ficha só caiu quando saíram os resultados de todos os exames, pois para mim eu estaria apenas com alguma infecção e minha família estaria se preocupando à toa. Mas, não foi bem assim. Quando soube que tinha câncer eu não acreditei, afirmava que eu não poderia ter câncer, pois sempre gostei de fazer atividades físicas, de me alimentar direito e de ter uma vida tranquila, mas depois descobri que não é bem assim. Comecei meu tratamento rápido, o começo foi muito difícil pois tudo que é novo nos amedronta e também só a palavra quimioterapia me dava náuseas e medo, pois o que sempre via nas novelas e filmes era algo muito sofrido. Perdi na época minha festa de formatura que vinha planejando há muito tempo, isso me deixou muito triste, mas óbvio que a vontade de ficar curada me motivou. Os amigos, namorado e família foram fundamentais nessa batalha e, saibam amigos, o psicológico é 50% nessa jornada.

Hoje estou há um mês na minha remissão, como minha medula estava contaminada depois que terminei as quimioterapias, tive que fazer uma nova biopsia da medula para confirmar de vez o que o último pet scan demonstrou, que a minha doença estava negativa.

E a vida continua, adotei nesse tempo do tratamento um mantra que meu pai pediu para sempre ter em mente e que apesar de curto fez um bom efeito, esse mantra diz : Tudo Passará!

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