Tel.: (11) 3149-5190 | 0800-773-9973

logo home

Danilo Vilela Prado

Avaliação do Usuário

Estrela ativaEstrela ativaEstrela ativaEstrela ativaEstrela ativa
 

Fui vitorioso ao superar um câncer linfático (linfoma não Hodgkin). Por isso, compartilho de maneira objetiva o resumo das estratégias que usei durante o tratamento, pois pode ser útil às pessoas que passam pela mesma situação.

O segredo do sucesso, para mim, se resumiu a muita disciplina e métodos alternativos. Não descansei até chegar à cura. 

De acordo com o oncologista que me tratou, mais de 70% da cura do câncer depende do paciente. Então, acreditei no meu poder interior e fiz o seguinte:

1. A luta é solitária. A força para vencer a doença vem de dentro para fora. Por mais solidariedade que tivesse, eu sabia que para combater a doença a luta era solitária. Recebi muita solidariedade, mas as pessoas queridas não poderiam me substituir no campo de batalha, por mais que tentassem, porque a doença era minha, estava no meu corpo, e não no corpo delas.

2. Era o inimigo, o câncer, e eu. Como não havia como trazer ninguém mais para as batalhas, sempre fui receptivo às orações que recebi. Eram as forças externas. Eu as usei para tirar a força interior para o combate. Foi decisivo.

3. Nunca fiquei revoltado com a doença. A revolta com a doença só diminui as nossas preciosas forças que são necessárias para combater o câncer. Pessoas que aceitam que estão enfermas procuram formas de obter a cura. 

4. Jamais procurei saber a causa do aparecimento do câncer. Não importava a causa. Eu precisava das forças para lutar contra o monstro.

5. Exercitei o autoperdão. Afastei o sentimento de culpa que aflige muitas pessoas doentes, pois não serve para dar ânimo. Ao contrário, só causa sofrimento. O melhor é exercitar o autoperdão. Por isso, tive complacência comigo mesmo.

6. Fui tolerante com as minhas fraquezas. Meu objetivo era fazer explodir as forças interiores ocultas que todos os seres humanos possuem. Assim, não quis ser super-humano durante as fases de maior debilidade. 

7. Tive cuidados com as terapias alternativas. Pessoas bem intencionadas sempre fazem sugestões milagrosas. Tive cuidados. Não usei, por exemplo, o chá de folha de graviola. O aveloz, também, “in natura” pode causar intoxicação. Sempre pesquisei e selecionei as opções de terapia alternativa. Não aceitava nada antes de refletir ou conversar com os médicos.

8. Encarei o câncer como uma corrida de obstáculos. A cada vitória eu comemorava intensamente.

9. O corpo precisa descansar. É preciso descobrir os momentos em que o descanso é importante. A luta árdua deve recomeçar no tempo certo, com as energias renovadas.

10. Sempre tive muitos momentos em que a energia aflorava espontaneamente. Nesses casos, eu me reforçava de otimismo para enfrentar os momentos de fraqueza.

11. O cérebro entende de coisas concretas. Criei na imaginação um monstro fictício, que eu enfrentava em meditações todos os dias. Com o tempo, esse monstro foi se afastando e encolhendo.

12. As meditações fizeram parte dos meus métodos. Desenvolvi vários métodos próprios. Todos eles funcionaram. O princípio é sempre o mesmo, baseado na respiração.

13. As sessões de quimioterapia e radioterapia eram rituais para mim. Meditei em todas elas, esforçando-me para que meu corpo absorvesse ao máximo os medicamentos e as radiações.

14. Pratiquei exercícios físicos. Com orientação médica e sem agredir meu organismo. O linfoma que tive, Não-Hodgkin, de grandes células B, grau 2, mediastino e pescoço, era muito agressivo. Mesmo assim, consegui fortalecer meu organismo durante o tratamento.

15. Minha respiração estava programada 24 horas do dia. Na meditação eu dava o comando do cérebro consciente para o cérebro inconsciente. Era assim: na inspiração eu sugava uma célula sadia. Na expiração, a célula sadia inspirada expulsava uma célula doente. Era uma célula sadia por uma doente, para preservar o equilíbrio orgânico.

16. Tive um momento decisivo para reforçar a minha determinação, pois pensei que venceria o câncer só com a quimioterapia. Depois de oito sessões de quimioterapia restavam ainda 20% do tumor. Não fiquei abatido. Ao contrário, fiquei mais otimista e combativo. Nunca iria me deixar derrotar. Afinal, a luta era pessoal e nunca pensei na possibilidade de derrota.

17. O cérebro não pode ter dúvidas. A neurociência explica isso. Nunca pense: “acho que vou vencer”. Sempre diga: “Tenho certeza da vitória”. Assim, o cérebro trabalha a nosso favor.

18. Nunca descuidei da alimentação durante o tratamento. Foi necessário disciplina e pesquisar alimentação saudável. A pessoa que tem câncer pode ter anemia, um dos efeitos do tratamento. Consultar nutricionistas é importante.

19. Nas caminhadas e corridas meu cérebro era trabalhado. Com autorização médica para os exercícios, cada passo meu representava a troca de células doentes por células sadias, com base nas vibrações causadas da terra para o meu corpo. Eram duas as frentes de combate: a respiração e as passadas.

Sugestões:

1. Não se conforme com resultados ruins de exames. A neurociência prova que o nosso cérebro aceita as informações negativas e trabalha contra nós. Não devemos nos conformar com as informações ruins. É preciso ter a obsessão positiva para reverter quadros desfavoráveis. Isso é possível.

2. Milhões de pessoas, que foram até desenganadas pelos médicos, sobreviveram espetacularmente contra todos os diagnósticos pessimistas. Conheço inúmeros casos. A medicina está muito evoluída e os tratamentos são eficazes. A esperança é mola propulsora nesses casos.

3. Sugestões de meditação: a mente consciente deve dar as ordens para a mente inconsciente. Toda noite, ao se deitar, relaxe todos os músculos. Respire lentamente e pense: “Tenho o poder de sufocar as células de câncer. Sou muito mais poderoso que a doença”. Por algum tempo, crie uma imagem como, por exemplo, um arquivo de computador transferindo mensagens da mente consciente para a mente inconsciente.

4. O cérebro só entende dados concretos. Nós não temos acesso à mente abstrata. Seria como imaginar a forma que Deus tem. Para combater o que não vemos, como é o caso do câncer, precisamos de imagens, é claro, imaginárias. Assim, o cérebro saberá quem é o inimigo a vencer.

5. As meditações devem ser praticadas à noite. O cérebro em repouso tem maior poder para criar as conexões com o inconsciente. Dessa forma, a nossa mente será a maior aliada no combate à doença.

6. Ao amanhecer, faça uma oração agradecendo a Deus pela transferência noturna e repita a meditação feita à noite. Depois, sinta mentalmente cada parte do corpo, relaxando-o. Se houver alguma tensão em algum músculo, por exemplo, direcione o pensamento para essa parte. Pense positivamente na cura. É importante gravar mensagens otimistas no cérebro. A luta será vencida se o seu inconsciente compreender o esforço.

7. Após o almoço, deite-se e repita as meditações da noite e do amanhecer. Essa fase é a da confirmação, para que o cérebro não esqueça o compromisso que tem com você.

8. Namore a si mesmo. Goste do seu corpo. Fique em frente ao espelho e pense assim: “Tenho um corpo, que abriga um espírito e uma mente saudável e poderosa. Deus me fez forte para enfrentar as tormentas. Meu corpo, minha mente e meu espírito estão unidos em harmonia. E vão superar o monstro, que já está se reduzindo e desaparecendo em face da minha força”.

9. Sua vida deve ser de obsessão. Durante cada segundo de suas 24 horas, você estará permanente ligado para vencer. Por isso, é importante que durante o sono o processo de superação da doença continue incessante e obstinadamente.

10. Tenha simpatia por disciplina e métodos. Serão necessários muitos caminhos. Muitos deles serão construídos por você mesmo. A disciplina é importantíssima para obter resultados satisfatórios.

O que redigi acima resume quase tudo o que fiz. No meu livro, “O templo dos guerreiros”, abordo muitas questões de maneira simples e objetiva. Algumas delas, por exemplo, como enfrentar a fisionomia de piedade das pessoas com quem o doente tem contato; ou como agir diante da perda de cabelos e da fisionomia debilitada; contar às pessoas sobre a doença ou escondê-la.

Repasso no livro, também, técnicas de meditação e formas otimistas de vencer dificuldades. Faço, ainda, várias reflexões sobre o combate ao câncer, além de expor métodos que possuem comprovação científica.

Certificados

Busca rápida


Importante!

Os conteúdos disponíveis neste portal são exclusivamente educacionais e informativos. Em hipótese nenhuma deve substituir as orientações médicas, a realização de exames e ou, tratamento. Em caso de dúvida consulte seu médico! O acesso a informação é um direito de todos.

 

Hospedagem Voluntária

hostgator