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depoimentos

Depoimentos

A cada quimio era uma batalha vencida

Petrolina - PE



Marleide Santos


Esse é meu filho Matheus, ele foi diagnosticado com linfoma aos 5 anos de idade, foram dias de luta e a cada quimio era uma batalha vencida, longe de casa e da família. Mas para honra e glória do senhor, hoje já está com doze anos e a sete está curado.

E hoje, pra honra e glória do Senhor, estou curada!

Sumaré - SP



Amanda Castro


Olá, sou Amanda Castro! Hoje tenho 14 anos e 7 meses. Com 12 anos perdi a função dos meus rins e 1 ano e meio depois do transplante de rim, por causa de uma medicação tive um linfoma não-Hodgkin.

Foi um susto, pois havia acabado de fazer um transplante e minha vida estava entrando nos eixos. Desde pequena fui privada de muitas coisas por causa da doença renal. Foram 6 meses de quimioterapia. E hoje, pra honra e glória do Senhor, estou curada!

Há 2 anos e 2 meses fora de terapia e curada!

Nunca perca a fé

Guaratinguetá - SP



Michele Alves


Em julho do ano passado descobri o linfoma. Só fiquei sabendo que estava com essa doença porque fiquei muito inchada, fui ao médico e lá mesmo já fiquei internada 21 dias no hospital da minha cidade.

Fiz a biopsia. Depois de uns dias tive que fazer uma quimio de urgência, depois fui para São Paulo para fazer o tratamento lá, Deus só colocou pessoas maravilhosas para cuidar de mim. Meu tratamento durou 10 meses. Já fui praticamente liberada pela médica, não tomo mais remédio e acabou as químicos! Um recado que deixo para todos nunca perca a fé em Deus.

Por que eu?

Bragança Paulista - SP



Eberton Richard Barros


Foi uma guerra mais longa do que poderia ter imaginado: 04 diferentes linhas de quimioterapia e o transplante de medula óssea autólogo. Foi um sucesso. Não, sem antes passar por inúmeras incertezas, cuidados e alguns momentos reflexivos. 

Aos 27 anos, pensava que era o dono do mundo. Graduado, tinha terminado a especialização, estava em boa colocação no mercado de trabalho e com o casamento marcado para o próximo ano. Quando descobri o câncer foi um sentimento de traição do próprio corpo e logo questionei silenciosamente: Por que eu? 

Não foi fácil, no interior classificam como "aquela doença", dizem que não pode dizer o nome "daquela coisa ruim", falam com medo e temor. Mas, não encarei assim. Levantei a cabeça, juntei forças e o humor foi o meu escudo. 

Um tratamento longo, cheio de protocolos e cuidados que levei com paciência. Aprendi que na vida podemos pedir tudo: dinheiro emprestado, colo pra descansar, carinho pra recuperar forças, mas nada, absolutamente nada é mais intenso do que pedir a doação de sangue e medula óssea. É um sentimento totalmente diferente. É pedir vida, fôlego, energia - é pedir que a nossa história não seja interrompida. 

Da janela do hospital dos meses que fiquei internado via o trânsito parado, os carros em movimento e lembrava daquela música: "Há tanta vida lá fora/ Aqui dentro sempre/ Como uma onda no mar...", 

Foi isso, uma onda no mar. Passou e venci a guerra. Não desanime e nem pense em morrer na praia, quando tudo parecer perdido o seu êxito estará mais perto do que pensa. Teime. Aposte em si. Levante a cabeça e vamos encarar para vencer. Boa sorte! Porque aqui, há muita vida te esperando. Siga em frente.

Tenho duas filhas que me amam

Osasco - SP



Adriana Sarges de Castro Guedes


Bom dia! Sou Adriana Guedes, tenho 33 anos. Desde janeiro de 2016 comecei a sentir dores no abdômen e na coluna. Mas como sou de Belém-PA, lá não fui diagnosticada com tantos exames que fiz.

Então precisei acompanhar meu esposo a São Paulo a procura de emprego em Abril/2016.

E quando vim para cá, já não sentia dores, mas com duas semanas as dores voltaram com muita força. Peguei meus exames que havia trago de Belém-PA e consegui um Hematologista. Que já me alertou que eu poderia estar com Linfoma. Fui submetida a uma biópsia de barriga aberta.

Depois do resultado fui encaminhada ao Icesp (Instituto do Câncer de São Paulo). Comecei o tratamento em 16/08/2016.

Cheguei lá no momento mais difícil de minha vida, achei que não sairia de lá viva. Mas hoje estou aqui, ontem terminei a 7ª sessão de Quimioterapia. E firme e forte, já não sinto dores, meus exames estão com ótimos resultados.

Por tanto deixo um agradecimento a todos e muita força. Tudo que passamos é uma prova a mais. Hoje tenho mais fé e muita vontade de viver porque sou forte.

Tenho duas filhas que me amam: Lynda Monique, 17 anos e Eduarda Ribeiro, 14 anos.

É uma família enorme que me aguarda em minha cidade com muita alegria. 

E agradeço a Família Icesp que nos tratou com muito amor.

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