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leucemia

Data de criação: 29 Março 2016

Diagnóstico - LMC

Consultoria – Dr. Guilherme Perini

O hemograma completo (exame de sangue) é o primeiro a ser pedido pelo médico – a doença provoca aumento significativo dos glóbulos brancos, e também pode atingir os glóbulos vermelhos e as plaquetas, e essas alterações serão constatadas neste exame. O aumento do baço, comum a alguns pacientes, também pode ser verificado em exames clínicos e de imagem.

O mielograma, quando uma amostra de sangue da medula óssea é retirada por meio de uma agulha, será fundamental para a investigação das anormalidades registradas no hemograma. O médico também pode pedir uma biópsia da medula, e um fragmento do osso da região lombar será retirado para avaliação em laboratório. A partir disso é que será constatada a leucemia.

Os exames de citogenética, como o cariótipo, são fundamentais, pois avaliam especificamente os cromossomos (a busca é pelo cromossomo Philadelphia para fechar o diagnóstico). Já o FISH (Hibridização Fluorescente in situ) é outro tipo de exame que avalia os cromossomos, e detecta as alterações pequenas não visualizadas.

Há ainda o teste molecular de reação em cadeia da polimerase (PCR), utilizado para o diagnóstico e acompanhamento da doença. Ele mede, no sangue ou medula óssea, a quantidade do gene de fusão causador deste tipo de câncer, o BCR-ABL.

**De todos estes exames, o único que não está disponível no Sistema Único de Saúde é o FISH. Porém, ele pode ser feito com o plano de saúde. Se você está enfrentando alguma dificuldade, saiba que a Abrale oferece gratuitamente Apoio Jurídico!  

Importante! Quanto antes a LMC for descoberta, melhor. O diagnóstico precoce fará toda a diferença na conquista por melhores resultados durante o tratamento.

 

Converse com seu médico a respeito dos exames e procure tirar todas as suas dúvidas: como são feitos os procedimentos, se há algum risco, em quanto tempo saberá o resultado e o que mais quiser saber. É muito importante se sentir seguro! 

Vídeos de LMC

Depoimentos de LMC

  • “Tudo Começou numa salinha escura”A busca pela cura da LMC fez Eduardo Marafanti apoiar a fundação da AbraleDepois do diagnóstico de leucemia mieloide crônica, Eduardo, dizia o médico, tinha pouco mais de um ano de vida. Até que soube da introdução de remédio revolucionário que prometia a cura da doença, nos estados unidos. “Fui até lá e consegui a última vaga para utilizar a droga, já na segunda fase de testes.” foi um sucesso. De volta ao Brasil, ele quis atestar a eficiência do gilvec (hoje primeira opção de tratamento em casos de LMC) e introduzi-lo no país. Foi para a Leia mais
    “Tudo Começou numa salinha escura”A busca pela cura da LMC fez Eduardo Marafanti apoiar a fundação da AbraleDepois do diagnóstico de leucemia mieloide crônica, Eduardo, dizia o médico, tinha pouco mais de um ano de vida. Até que soube da introdução de remédio revolucionário que prometia a cura da doença, nos estados unidos. “Fui até lá e consegui a última vaga para utilizar a droga, já na segunda fase de testes.” foi um sucesso. De volta ao Brasil, ele quis atestar a eficiência do gilvec (hoje primeira opção de tratamento em casos de LMC) e introduzi-lo no país. Foi para a imprensa, conheceu Merula Steagall, então presidente da Abrasta (e que viria a ser a presidente da Abrale), e recebeu o convite para participar da fundação da Associação. Anos mais tarde descobriu, sem sintomas, que sofrera uma piora repentina. “Soube que tinha duas semanas de vida, ironicamente, enquanto fumava um charuto, para comemorar o meu bom estado clínico, depois de consulta com o médico, no EUA.” Passou a usar novo remédio, em teste, o Sprycel. E, como a Abrale já atuava ativamente na luta contra os cânceres do sangue, o protocolo (fase de desenvolvimento da droga) chegou rapidamente ao país. “Tomava a medicação por aqui e, muito melhor, brigava para que o governo fizesse a distribuição do gilvec, sem que o paciente tivesse de entrar com ação judicial.” Mais uma conquista. Dois anos depois, nova piora. E a decisão por fazer autotransplante, uma vez que havia colhido células da sua medula quando estava praticamente em período de remissão, antes da primeira piora. Hoje toma o remédio Tasigna e passa muito bem, obrigado. “De olho nas ações da Abrale, cuja conquistas são inúmeras e absolutamente relevantes, desde tudo começou numa salinha escura, cedida pelo hospital Matarazzo, em São Paulo.” Eduardo Marafanti Leucemia Mieloide Crônica - LMC
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