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leucemia

Data de criação: 18 Abril 2016 Last modified on 18 Abril 2016

Monitorando o Tratamento - LMC

Consultoria – Dr. Guilherme Perini

Como vimos, são diversas as opções para o tratamento da LMC, e todas com resultados animadores. Mas monitorar os resultados obtidos é fundamental quando falamos sobre as leucemias crônicas. Para isso, diferentes exames são realizados, e cada um deles mostrará como o paciente está reagindo à terapêutica.

 

PCR

Abreviatura de reação em cadeia da polimerase, o PCR quantitativo é uma das principais ferramentas para o acompanhamento da doença. Ele é bastante sensível na detecção do BCR-ABL, pois amplia em pequenas quantidades de pedaços específicos o DNA deste gene.

Para se ter uma noção, por meio de uma amostra de sangue ou da medula óssea, o PCR pode encontrar aproximadamente uma célula anormal em meio a um milhão de células.

Ele deve ser realizado a cada três meses, até o paciente atingir a resposta molecular maior (RMM), ou 18 meses de tratamento. Após isso o monitoramenta-se a cada seis meses. O objetivo é manter o BCR-ABL em níveis baixos ou o mais baixo possível.

Quando a resposta molecular é completa, significa que o exame não encontrou o gene BCR-ABL no sangue. Já a resposta molecular maior significa que a quantidade do gene no sangue é 1/1000 (ou menos) do que o esperado em alguém com leucemia mieloide crônica não tratada.

 

Exame citogenético

Por meio de uma amostra de sangue ou da medula óssea, ele mede o cromossomo Philadelphia (Ph+). São dois os tipos de testes citogenéticos:

· Cariótipo – usado para identificar anormalidades cromossômicas em um pequeno número de células.

· FISH (Hibridização In Situ por Fluorescência) – teste mais sensível, que pode detectar uma célula anormal em meio a 700 células normais.

A resposta citogenética completa (RCC) acontece quando nenhuma célula anormal, com o cromossomo Ph+, são identificadas. Ela pode durar até um ano ou mais (18 meses), então esses testes podem ser repetidos a cada três ou seis meses.  

 

Hemograma

Um exame de sangue completo irá medir se os níveis de glóbulos brancos, glóbulos vermelhos e plaquetas voltaram ao normal. Essa melhora é chamada de resposta hematológica (RH). Na resposta hematológica completa (RHC), a contagem de leucócitos (um tipo de glóbulo branco) não está mais elevada e a contagem de plaquetas, normal. Ela costuma acontecer após três meses de tratamento.  

 

 

 

Vídeos de LMC

Depoimentos de LMC

  • Estou casada há cinco anos. Em outubro de 2011, tivemos nosso filho, Davi e tudo correu muito bem comigo.Em março/12, fiz um exame de sangue de rotina porque minha ginecologista havia pedido e, pra minha surpresa, minhas plaquetas estavam altíssimas (1.200,00). Estranhei e marquei um hematologista. Fiz alguns exames, mas o médico não deu qualquer diagnóstico e me pediu mais exames. Resolvi ir a outro hematologista e em agosto/12, depois de um PCR p/ABL-bcr veio à resposta: eu tinha o cromossomo Philadelphia. Fiquei apavorada e minha consulta só aconteceria em uma semana. Só pensava no meu bebê que tinha dez Leia mais
    Estou casada há cinco anos. Em outubro de 2011, tivemos nosso filho, Davi e tudo correu muito bem comigo.Em março/12, fiz um exame de sangue de rotina porque minha ginecologista havia pedido e, pra minha surpresa, minhas plaquetas estavam altíssimas (1.200,00). Estranhei e marquei um hematologista. Fiz alguns exames, mas o médico não deu qualquer diagnóstico e me pediu mais exames. Resolvi ir a outro hematologista e em agosto/12, depois de um PCR p/ABL-bcr veio à resposta: eu tinha o cromossomo Philadelphia. Fiquei apavorada e minha consulta só aconteceria em uma semana. Só pensava no meu bebê que tinha dez meses! Pensava que não o veria crescer, que o meu fim estava perto. Na consulta, a médica confirmou o exame: eu tinha LMC (Leucemia Mielóide Crônica). Foi um choque, tive crises de choro por um bom tempo. Logo consegui uma vaga no HEMORIO, centro de referência e comecei a tomar o GLIVEC. Os primeiro meses foram ruins, pois o meu corpo reagiu mal ao remédio. Hoje, posso dizer que convivo bem com a LMC e com o GLIVEC. Já aprendi a não temê-los mais. Sei que uma longa vida me aguarda. Vida essa cheia de realizações ao lado do meu esposo e do meu filho. Sei que, graças ao avanço dos estudos sobre a LMC, eu posso levar uma vida normal e feliz! Espero que outros pacientes onco-hematológicos tenham a mesma esperança! Abraços a todos e estejamos firmes para vencermos mais e mais combates! Jeane de Araujo Silva Leucemia Mieloide Crônica - LMC
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