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leucemia

Data de criação: 18 Abril 2016

Mas, e se minha LMC voltar?

Consultoria – Dr. Guilherme Perini

São diversas as opções para o tratamento. Ou seja, caso o paciente não responda bem ao primeiro tratamento, o especialista terá outra opção para indicar. 

Quando a LMC se apresenta em uma fase acelerada, as células doentes se acumulam no corpo de forma mais rápida e podem adquirir novas mutações genéticas, que tornam o tratamento menos eficaz. As opções terapêuticas são as mesmas usadas na LMC não acelerada, porém com uma dosagem maior. O transplante de medula óssea, incluindo o autólogo, também passa a ter uma indicação maior, em especial para os pacientes mais jovens.

Já a fase blástica é a mais complicada, tornando a leucemia crônica mais próxima da aguda. Nela, as células doentes são fabricadas em maior número e tornam-se resistentes às terapias convencionais.  

Para os pacientes em fase blástica que não foram tratados antes, altas doses de um dos inibidores da tirosina quinase podem ser indicadas. Hoje, o Bosutinibe também é ótima opção para aqueles que já iniciaram o tratamento, e mesmo assim tiveram um aceleramento na doença.

A quimioterapia convencional para a LMC, em uma dose mais forte, e o transplante de medula óssea também podem ser recomendados. 

 

 

 

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  • “Tudo Começou numa salinha escura”A busca pela cura da LMC fez Eduardo Marafanti apoiar a fundação da AbraleDepois do diagnóstico de leucemia mieloide crônica, Eduardo, dizia o médico, tinha pouco mais de um ano de vida. Até que soube da introdução de remédio revolucionário que prometia a cura da doença, nos estados unidos. “Fui até lá e consegui a última vaga para utilizar a droga, já na segunda fase de testes.” foi um sucesso. De volta ao Brasil, ele quis atestar a eficiência do gilvec (hoje primeira opção de tratamento em casos de LMC) e introduzi-lo no país. Foi para a Leia mais
    “Tudo Começou numa salinha escura”A busca pela cura da LMC fez Eduardo Marafanti apoiar a fundação da AbraleDepois do diagnóstico de leucemia mieloide crônica, Eduardo, dizia o médico, tinha pouco mais de um ano de vida. Até que soube da introdução de remédio revolucionário que prometia a cura da doença, nos estados unidos. “Fui até lá e consegui a última vaga para utilizar a droga, já na segunda fase de testes.” foi um sucesso. De volta ao Brasil, ele quis atestar a eficiência do gilvec (hoje primeira opção de tratamento em casos de LMC) e introduzi-lo no país. Foi para a imprensa, conheceu Merula Steagall, então presidente da Abrasta (e que viria a ser a presidente da Abrale), e recebeu o convite para participar da fundação da Associação. Anos mais tarde descobriu, sem sintomas, que sofrera uma piora repentina. “Soube que tinha duas semanas de vida, ironicamente, enquanto fumava um charuto, para comemorar o meu bom estado clínico, depois de consulta com o médico, no EUA.” Passou a usar novo remédio, em teste, o Sprycel. E, como a Abrale já atuava ativamente na luta contra os cânceres do sangue, o protocolo (fase de desenvolvimento da droga) chegou rapidamente ao país. “Tomava a medicação por aqui e, muito melhor, brigava para que o governo fizesse a distribuição do gilvec, sem que o paciente tivesse de entrar com ação judicial.” Mais uma conquista. Dois anos depois, nova piora. E a decisão por fazer autotransplante, uma vez que havia colhido células da sua medula quando estava praticamente em período de remissão, antes da primeira piora. Hoje toma o remédio Tasigna e passa muito bem, obrigado. “De olho nas ações da Abrale, cuja conquistas são inúmeras e absolutamente relevantes, desde tudo começou numa salinha escura, cedida pelo hospital Matarazzo, em São Paulo.” Eduardo Marafanti Leucemia Mieloide Crônica - LMC
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