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Estudiosos garantem: o pensamento positivo pode, sim, ajudar muito na cura de diversos males

Estudiosos garantem: o pensamento positivo pode, sim, ajudar muito na cura de diversos males

“Não é balela. As ciências da nossa época concordam com a visão de que o pensamento age no indivíduo: o cérebro é um órgão que se transforma e que é capaz de agir no corpo físico, melhorando doenças.”  A afirmação é de Heloisa Pires, escritora, oradora e palestrante mundialmente conhecida por espalhar a importância do pensamento positivo na vida do homem.

“Quando o que temos dentro é desconforto, inveja, ficamos presos em ondas mentais deprimentes, que potencializam todo esse mal. Já com pensamentos de alegria, somos capazes de projetar ondas de luz, levando harmonia às células de nosso organismo, que passam a funcionar de melhor forma”, afirma Heloisa.

A palestrante foi, durante muitos anos, coordenadora da AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente), dando atendimento a deficientes físicos e seus parentes, e conta a diferença que seu trabalho fez no lugar: “No último ano, todos os atendidos na psicopedagogia conseguiram chegar à universidade, uma grande vitória para nós. Ao mesmo tempo, as mães se transformaram, sendo mais estimulantes aos seus filhos, a si próprias e ao restante da família”.

O segredo, diz Heloisa, é manter o pensamento em constante positividade, o que ela ensina a fazer com simples (mas grandiosas) atitudes. “Pela manhã, olhe no espelho e diga ‘eu sou filho de Deus’. Ao longo do dia, tenha amor e paciência com todos, especialmente aqueles que tentarem te magoar – talvez eles estejam doentes, física ou emocionalmente. Atitudes assim despertam nosso cérebro para a serenidade, trazendo alegria de viver e a compreensão de que é possível ser feliz mesmo no mundo conturbado em que nos encontramos.”

E todos esses pensamentos e atitudes nada têm a ver com ser devoto a uma religião, mas sim com ter fé. “E fé faz parte de todos nós, é a confiança em nós e a força que vem dos sentimentos. Fé e raciocínio lógico compõem o psiquismo do indivíduo. Juntos, eles são capazes de levar todo o corpo em direção à vontade de ser melhor, de corrigir pensamentos depressivos, de agir inadequadamente e, também, de se curar.”

Heloisa diz perceber que a cada dia diminui o preconceito com a espiritualidade, que se difere muito de fanatismo religioso, “quando a pessoa perde a noção de como racionalizar de forma lógica”. Ela lembra de uma frase dita há tantos anos pelo famoso psicólogo Carl Jung: “O homem precisa desenvolver a espiritualidade para não ficar com o coração ressecado e sério e ser infeliz”.

Em relação a doenças como o câncer, Heloisa afirma que não podemos cair no erro de achar que pessoas acometidas por males tenham sido “pouco positivas”. O que há é uma inevitável fragilidade da matéria, somada a impurezas que estão no ar e até na comida que comemos.

“Precisamos é ficar atentos ao desequilíbrio do corpo físico e auxiliar com o pensamento positivo. Ele age verdadeiramente sobre nosso organismo, podendo até impedir que genes inadequados se desenvolvam.” De acordo com a palestrante, mesmo a ciência contemporânea defende que o pensamento positivo pode atuar sobre o câncer, auxiliando na cura. E histórias que comprovam isso, Heloisa tem de sobra para contar. A começar por sua própria filha, Katia, que aos 41 anos descobriu um câncer de mama e no mesmo dia disse, a si mesma e aos familiares: “Eu vou ficar bem, isso não é nada”.

“Ela se tratou corretamente, mas não perdeu um dia sequer de trabalho, assim que pôde voltou a dançar e estava sempre, sempre sorrindo. Hoje, cinco anos depois, continua em observação, mas já é considerada curada”, conta Heloisa, que garante: “Se seu principal pensamento do dia for a doença, e não a cura, seu cérebro entenderá que estar doente é o que você quer, e não o que deseja vencer”.

Um outro caso impressionante é o de sua amiga Zuila Dantas, esposa do escritor Paulo Dantas, que ainda jovem, mãe de um casal de crianças, foi diagnosticada com um câncer que já ocupava intestino, estômago e útero. “Naquela época o tratamento era bem mais precário, e os médicos fizeram uma cirurgia na qual retiraram vários de seus órgãos, e deram a ela três meses de vida. Mas ao ler o diagnóstico Zuila disse ‘eu me recuso, não vou morrer antes de criar meus filhos e ver meus netos’”, lembra Heloisa. E assim foi.

Ela conviveu anos com uma amiga de aparência doente, que usava uma bolsinha no lugar do estômago, mas ao mesmo tempo não tirava o salto alto, a alegria, a determinação em continuar viva.

“A Zuila claramente dominava seu corpo físico com sua mente. E somente 30 anos após aquele diagnóstico, e tendo visto seus filhos crescerem, se casarem e lhe darem netos, foi que disse: ‘agora posso partir’. E semanas depois ela se foi.” Heloisa conclui dizendo que não podemos nos esquecer de que somos feitos de matéria, frágil, mas também de pensamento e vontade. “E o que desejamos, se for adequado e harmônico, nos liga com o bem, e conseguimos alcançar.”

O conselho para quem está em um momento de luta contra uma doença, é o de focar a cura sempre. “Nunca se deixe abater, procure a perfeição do agir e do pensar, supere as circunstâncias difíceis e se ligue sempre a seres de luz, entre os quais Jesus, para que brilhe intensamente a força interior que todos possuímos.”

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