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Aromas que curam

  

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Os óleos essenciais, considerados a “alma” das plantas, exalam odores capazes de ativar ou sedar nosso metabolismo e nossa psique

Os óleos essenciais, considerados a “alma” das plantas, exalam odores capazes de ativar ou sedar nosso metabolismo e nossa psique

É pelo olfato ou pele que muitas sensações são estimuladas e, dependendo do que respiramos, podemos não apenas perceber um novo aroma, mas levar para o cérebro e sangue substâncias benéficas ao nosso bem-estar físico e emocional. Narinas e poros são as duas principais “portas de entrada” para que os óleos essenciais sejam absorvidos pelo organismo e tenham como resposta uma reação eficaz a favor da saúde.

Esses extratos de plantas aromáticas obtidos de materiais orgânicos (como folhas, flores, frutos, galhos, sementes, cascas e raízes) são compostos apenas de moléculas voláteis, que evaporam e se espalham.

A características mais marcante desses óleos é o aroma forte, igual ao da planta: uma única gota pode equivaler a cerca de 30 xícaras (de chá) de planta. 

As propriedades terapêuticas desses óleos estão ligadas às suas estruturas moleculares complexas, que apresentam elementos químicos com constante interação. “São basicamente formados por carbono, oxigênio, hidrogênio, nitrogênio e enxofre, que se misturam para formar uma composição de cura perfeita, produzida pela ação da natureza e que o homem jamais será capaz de reproduzir sinteticamente – o que torna os óleos essenciais únicos”, explica Vera O’Neil, aromaterapeuta formara pela Penny Academy, na Inglaterra.

Aplicados na pele, os óleos essenciais entram e atingem a corrente sanguínea, o sistema linfático, músculos e órgãos. A inalação dos aromas – diretamente ou espalhados no ambiente – chega no sistema nervoso central, pelas vias respiratórias e pelo olfato. Aspiradas, as moléculas aromáticas seguem para os pulmões, e daí para o sangue, carregadas com oxigênio que alimenta as células.

Na parte fisiológica, os resultados estão relacionados com a forma pela qual os óleos essenciais atuam no sistema do corpo: como sedativos, estimulantes, anti-inflamatórios e analgésicos. O efeito psicológico ocorre quando o aroma é inalado, pois penetra no cérebro.

Mas é importante utilizá-los da forma e na quantidade correta! Em pacientes oncológicos, esses cuidados devem ser redobrados. “A aromaterapia é promissora dentro da medicina integrativa, mas ainda pouco utilizada no país. No Brasil há restrições legais para que os médicos prescrevam aromas, embora já seja comprovado os bons resultados contra náuseas e redução de estresse”, observa o Dr. Paulo de Tarso, oncologista do Hospital Israelita Albert Einstein.

 

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