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	<title>lla Archives - Abrale</title>
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		<title>Modificação torna ainda mais potente imunoterapia usada contra câncer no sangue</title>
		<link>https://abrale.org.br/noticias/modificacao-torna-ainda-mais-potente-o-car-t/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Juliana Matias]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Apr 2025 13:27:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[lla]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="750" height="550" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/04/cart.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="CAR-T" decoding="async" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/04/cart.jpg 750w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/04/cart-300x220.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/04/cart-600x440.jpg 600w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/04/cart-700x513.jpg 700w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/04/cart-350x257.jpg 350w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/04/cart-395x290.jpg 395w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Melhoria de células CAR-T, tornando-as mais eficazes no tratamento de tipos refratários de linfoma e leucemia Atualmente, metade dos pacientes com linfoma não Hodgkin e com leucemia linfoblástica aguda – dois tipos de câncer que afetam células do sangue – não responde adequadamente ao tratamento com células CAR-T. Essa terapia consiste em coletar células de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h6>Melhoria de células CAR-T, tornando-as mais eficazes no tratamento de tipos refratários de linfoma e leucemia</h6>
<p><img decoding="async" class=" wp-image-16662 aligncenter" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/04/cart-300x220.jpg" alt="" width="1216" height="893" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/04/cart-300x220.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/04/cart-600x440.jpg 600w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/04/cart-700x513.jpg 700w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/04/cart-350x257.jpg 350w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/04/cart-395x290.jpg 395w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/04/cart.jpg 750w" sizes="(max-width: 1216px) 100vw, 1216px" /></p>
<p>Atualmente, metade dos pacientes com linfoma não Hodgkin e com <a href="https://abrale.org.br/doencas/leucemia/lla/o-que-e/">leucemia linfoblástica aguda</a> – dois tipos de câncer que afetam células do sangue – não responde adequadamente ao <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2023/03/terapia-car-t-cell-como-vem-sendo-aplicada-no-brasil/">tratamento com células CAR-T</a>. Essa terapia consiste em coletar células de defesa da própria pessoa a ser tratada (linfócitos T), modificá-las em laboratório para que se tornem capazes de destruir as células tumorais e reinjetá-las no organismo. Esses casos refratários normalmente recidivam após a imunoterapia convencional.</p>
<p>Para contornar o problema, pesquisadores brasileiros desenvolveram uma versão mais potente das células CAR-T. Os detalhes da pesquisa foram divulgados na revista Cancer Research.</p>
<p>“A imunoterapia com células CAR-T é revolucionária e tem salvado a vida de muitas pessoas nos últimos anos. No entanto, ainda há uma parcela significativa de pacientes que não responde a esse tratamento. Testamos uma série de drogas nas células CAR-T e uma delas revelou-se promissora ao inibir alterações epigenéticas [relacionadas com o padrão de expressão dos genes] que tornavam as células pouco eficientes contra esses dois tipos de tumor hematológico”, conta Maria Letícia Rodrigues Carvalho, primeira autora do estudo realizado no A.C. Camargo Cancer Center com apoio de Bolsa de Mestrado da FAPESP, hoje no doutorado.</p>
<p>Como explicam os autores, o <a href="https://abrale.org.br/doencas/linfomas/lnh/o-que-e/">linfoma não Hodgkin</a> acomete majoritariamente adultos de meia-idade, enquanto os pacientes de leucemia linfoblástica são, em sua maioria, crianças.</p>
<p>Os estudos foram realizados em células tumorais (in vitro) e em camundongos (in vivo) e representam o primeiro passo para que, no futuro, possa haver ensaios em humanos.</p>
<p>Entre as drogas testadas nas células CAR-T, a que mostrou maior potencial foi um inibidor do complexo de proteínas conhecido pela sigla PRC2. No organismo saudável, essas proteínas são necessárias para induzir a expressão dos genes que freiam a ação das células de defesa, para que estas não ataquem as células saudáveis.</p>
<p>“No entanto, no contexto do câncer, é importante que não haja freios como estes, a fim de que ocorra a eliminação completa do tumor. Embora a base da imunoterapia com células CAR-T seja justamente retirar esses freios, alguns ainda permanecem. O que fizemos foi remover aqueles que impedem uma melhor resposta contra o linfoma não Hodgkin e contra a leucemia linfoblástica aguda”, explica Tiago da Silva Medina, pesquisador do A.C. Camargo Cancer Center apoiado pela FAPESP e coordenador do estudo.</p>
<h3>Fabricação</h3>
<p>Primeiramente, os pesquisadores produziram células CAR-T a partir de células mononucleares de sangue periférico de pessoas saudáveis, obtidas nos bancos de sangue do A.C. Camargo Cancer Center, em São Paulo, e do Instituto Nacional de Câncer (Inca), no Rio de Janeiro.</p>
<p>Além disso, coletaram células CAR-T produzidas a partir do sangue de pacientes com os dois tipos de tumor e usadas em seu próprio tratamento no A.C. Camargo Cancer Center.</p>
<p>As células CAR-T foram modificadas com o inibidor do complexo PRC2 e usadas para tratar (in vitro) os dois tipos de células tumorais refratários à imunoterapia. Como resultado, os tumores foram eliminados mais rápida e eficientemente do que as amostras tratadas com as CAR-T convencionais (sem a inibição do PRC2).</p>
<p>Os pesquisadores partiram então para testes em camundongos que desenvolveram os dois tipos de tumor. Após o tratamento com o inibidor de PRC2, as células CAR-T foram lavadas antes de serem injetadas nos animais, a fim de garantir que não haveria resquícios do inibidor e, portanto, evitar a ação do composto em células não desejadas e mitigar o risco de eventual toxicidade sistêmica. Depois de 39 dias, os animais que receberam as células CAR-T modificadas tiveram uma melhora superior aos tratados com as convencionais.</p>
<p>“A modificação feita nas células CAR-T induziu uma resposta mais persistente no organismo e resultou em maior eliminação do tumor, tanto in vitro quanto in vivo. A abordagem epigenética melhora a qualidade dessa imunoterapia e abre uma perspectiva bastante promissora”, afirma Medina.</p>
<p>Os pesquisadores planejam agora testar os possíveis efeitos colaterais da terapia em camundongos. Isso porque os tratamentos aprovados são conhecidos por causar um aumento exacerbado da inflamação nos pacientes. O problema é amenizado com medicamentos aprovados para esse fim, que são parte do protocolo da imunoterapia.</p>
<p>“Se os novos estudos apontarem que o tratamento é seguro, a inibição de PRC2 poderia futuramente ser incorporada à fabricação das células CAR-T, aumentando a eficácia da imunoterapia sem aumentar os riscos sistêmicos”, conclui Carvalho.</p>
<p>O trabalho contou com apoio da FAPESP também por meio de bolsas de doutorado e pós-doutorado concedidas a alguns dos coautores.</p>
<p>O artigo Targeting PRC2 Enhances the Cytotoxic Capacity of Anti-CD19 CAR-T Cells Against Hematological Malignancies pode ser lido <a href="https://aacrjournals.org/cancerres/article-abstract/doi/10.1158/0008-5472.CAN-24-1643/751986/Targeting-PRC2-Enhances-the-Cytotoxic-Capacity-of">aqui</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="https://agencia.fapesp.br/">Agência Fapesp</a></p>
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		<item>
		<title>Comissão debate falta de medicamentos para pacientes com leucemia</title>
		<link>https://abrale.org.br/abrale-na-politica/comissao-debate-falta-de-medicamentos-para-pacientes-com-leucemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Katia Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Mar 2022 13:58:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Abrale na Política]]></category>
		<category><![CDATA[ABHH]]></category>
		<category><![CDATA[Audiência Pública]]></category>
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		<category><![CDATA[Imatinibe e Nilotinibe]]></category>
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		<category><![CDATA[leucemia]]></category>
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		<category><![CDATA[LMC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="2560" height="1707" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/shutterstock_519223267-scaled.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="imagem de um profissional da saúde segurando nas duas mãos várias cartelas de remédios" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/shutterstock_519223267-scaled.jpg 2560w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/shutterstock_519223267-300x200.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/shutterstock_519223267-1024x683.jpg 1024w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/shutterstock_519223267-768x512.jpg 768w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/shutterstock_519223267-391x260.jpg 391w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/shutterstock_519223267-1536x1024.jpg 1536w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/shutterstock_519223267-2048x1365.jpg 2048w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/shutterstock_519223267-600x400.jpg 600w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/shutterstock_519223267-scaled-700x467.jpg 700w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/shutterstock_519223267-scaled-350x233.jpg 350w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/shutterstock_519223267-scaled-395x263.jpg 395w" sizes="auto, (max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p>&#160; &#160; A comissão especial da Câmara dos Deputados destinada a acompanhar ações de combate ao câncer no Brasil reúne-se nesta sexta-feira (25) para discutir a falta de medicamentos para pacientes com Leucemia Mieloide Crônica (LMC) e Leucemia Linfoide Aguda (LLA). A leucemia mieloide crônica é um câncer que se inicia na medula óssea e&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-16571 aligncenter" style="font-size: 1.1em;" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/shutterstock_519223267-300x200.jpg" alt="imagem de um profissional da saúde segurando nas duas mãos várias cartelas de remédios" width="488" height="325" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/shutterstock_519223267-300x200.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/shutterstock_519223267-1024x683.jpg 1024w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/shutterstock_519223267-768x512.jpg 768w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/shutterstock_519223267-391x260.jpg 391w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/shutterstock_519223267-1536x1024.jpg 1536w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/shutterstock_519223267-2048x1365.jpg 2048w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/shutterstock_519223267-600x400.jpg 600w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/shutterstock_519223267-scaled-700x467.jpg 700w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/shutterstock_519223267-scaled-350x233.jpg 350w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2022/03/shutterstock_519223267-scaled-395x263.jpg 395w" sizes="auto, (max-width: 488px) 100vw, 488px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A comissão especial da Câmara dos Deputados destinada a acompanhar ações de combate ao câncer no Brasil reúne-se nesta sexta-feira (25) para discutir a falta de medicamentos para pacientes com Leucemia Mieloide Crônica (LMC) e Leucemia Linfoide Aguda (LLA).</p>
<p>A leucemia mieloide crônica é um câncer que se inicia na medula óssea e invade o sangue periférico. Afeta normalmente idosos. Já a leucemia linfoide aguda é um tipo de câncer do sangue e da medula óssea que afeta os glóbulos brancos e se manifesta principalmente na infância.</p>
<p>Idealizador do debate, o presidente da comissão especial, deputado Weliton Prado (Pros-MG), afirma que os pacientes com câncer têm sofrido com a negligência do poder público no fornecimento de medicamentos como Dasatinibe, Imatinibe e Nilotinibe, usados no combate de LMC e LLA.</p>
<p>“O tratamento do câncer não pode sofrer interrupções ou falhas, pois cada hora sem a assistência adequada aumenta exponencialmente as chances de óbito dos pacientes. A doença pode progredir da fase crônica para a aguda, que, segundo os médicos, é incurável”, explica Prado.</p>
<p>Foram convidados para a audiência pública representantes da Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale); do Instituto Vencer o Câncer (Ivoc); da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH); e do Ministério da Saúde.</p>
<p>A reunião será realizada no plenário 7, às 10 horas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/860578-comissao-debate-falta-de-medicamentos-para">Agência Câmara de Notícias</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Abrale lança iniciativa para alertar sobre os sinais das leucemias</title>
		<link>https://abrale.org.br/abrale-na-midia/abrale-lanca-iniciativa-para-alertar-sobre-os-sinais-das-leucemias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Katia Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2020 20:29:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Abrale na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[leucemia]]></category>
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		<category><![CDATA[sintoma de leucemia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="750" height="550" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/10/post-campanha-leucemia_Prancheta-1.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/10/post-campanha-leucemia_Prancheta-1.jpg 750w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/10/post-campanha-leucemia_Prancheta-1-300x220.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/10/post-campanha-leucemia_Prancheta-1-600x440.jpg 600w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/10/post-campanha-leucemia_Prancheta-1-700x513.jpg 700w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/10/post-campanha-leucemia_Prancheta-1-350x257.jpg 350w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/10/post-campanha-leucemia_Prancheta-1-395x290.jpg 395w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Os óbitos por leucemia no Brasil representaram 3,1% do total de mortes por câncer em 2017, sendo o 8° tipo de câncer com maior mortalidade A leucemia é um câncer que tem início nas células-tronco da medula óssea. As células sanguíneas doentes proliferam e atrapalham a produção das células sanguíneas saudáveis da medula óssea, diminuindo&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://abrale.org.br/abrale-na-midia/abrale-lanca-iniciativa-para-alertar-sobre-os-sinais-das-leucemias/">Abrale lança iniciativa para alertar sobre os sinais das leucemias</a> appeared first on <a href="https://abrale.org.br">Abrale</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img width="750" height="550" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/10/post-campanha-leucemia_Prancheta-1.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/10/post-campanha-leucemia_Prancheta-1.jpg 750w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/10/post-campanha-leucemia_Prancheta-1-300x220.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/10/post-campanha-leucemia_Prancheta-1-600x440.jpg 600w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/10/post-campanha-leucemia_Prancheta-1-700x513.jpg 700w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/10/post-campanha-leucemia_Prancheta-1-350x257.jpg 350w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/10/post-campanha-leucemia_Prancheta-1-395x290.jpg 395w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p><h2>Os óbitos por leucemia no Brasil representaram 3,1% do total de mortes por câncer em 2017, sendo o 8° tipo de câncer com maior mortalidade</h2>
<p><span id="more-12209"></span></p>
<p>A leucemia é um câncer que tem início nas células-tronco da medula óssea. As células sanguíneas doentes proliferam e atrapalham a produção das células sanguíneas saudáveis da medula óssea, diminuindo seu número normal. Segundo o Instituto Nacional do Câncer, são estimados 10.810 novos casos da doença neste ano. O INCA alerta que, &#8220;depois de instalada, a doença progride rapidamente, exigindo que o tratamento seja iniciado logo após o diagnóstico e a classificação da leucemia&#8221;.</p>
<p>Algumas mudanças no organismo podem ajudar o paciente a identificar a doença e buscar o diagnóstico com maior rapidez. Este é o objetivo da campanha &#8220;A leucemia parece invisível. Mas seus sintomas são evidentes&#8221;, lançada pela Abrale &#8211; Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia.</p>
<blockquote><p>&#8220;Por não ser um tumor que cresce em alguma parte do corpo, muitas vezes entender a leucemia pode ser difícil. Mas sinais como cansaço e falta de ar, febre, infecções muitas vezes graves ou recorrentes, sangramentos e manchas roxas na pele, gânglios linfáticos inchados e dores ósseas e nas articulações devem acender o sinal de alerta&#8221;, ressalta a presidente da Abrale, Merula Steagall.</p></blockquote>
<p>A leucemia é o câncer mais incidente na população com até 20 anos de idade, em que o subtipo mais frequente é a LLA (leucemia linfoide aguda). Contudo, em números gerais, a maior parte dos casos ocorre em indivíduos idosos. Enquanto na população entre 20 e 49 anos a mais frequente é a LMA (leucemia mieloide aguda), nos indivíduos com mais de 50 anos é a LLC (leucemia linfoide crônica) e a LMC (leucemia mieloide crônica).</p>
<p>No Brasil, segundo estimativas do Inca, a leucemia foi o 13° tipo de câncer mais frequente em 2017, correspondendo a 1,7% do total de novos casos (INCA,2016). Com relação à mortalidade, os óbitos por leucemia no Brasil representaram 3,1% do total de mortes por câncer em 2017, sendo o 8° tipo de câncer com maior mortalidade (DATASUS, 2019).</p>
<h2>Observatório de Oncologia divulga estudo sobre &#8220;Tendências da mortalidade por leucemia no Brasil&#8221;</h2>
<p>Um estudo do Observatório de Oncologia analisou as características fisiopatológicas, clínicas e epidemiológicas de cada um dos subtipos de leucemias e mostrou como estes fatores podem afetar diretamente o tratamento e o prognóstico da doença. Os pesquisadores avaliaram as tendências de mortalidade por leucemia no Brasil, entre 2008 e 2017, de acordo com cada um dos subtipos da doença, faixa etária e estado de residência.</p>
<p>No período, foram identificados 63.452 óbitos por leucemia no Brasil. Do total, o subtipo mais frequente foi LMA (36%), seguido por OLNE &#8211; outras leucemias não especificadas (23%) e LLA (17%). Os óbitos foram mais frequentes entre indivíduos do sexo masculino (54%). A faixa etária com maior número de óbitos foi a de 70 a 79 anos (19%, seguida pela de 60 a 69 anos (16%) e 80 a 89 anos (14%). As faixas etárias de 0 a 9 anos e de 10 a 19 anos representaram juntas 15% do total de óbitos.</p>
<p>Na faixa etária de 0 a 19 anos, o subtipo de leucemia mais frequente foi a LLA com 51% dos casos. No entanto, nas faixas etárias de 20 a 49 anos e 50 anos ou mais, a LMA foi o subtipo mais frequente representando, respectivamente, 43% e 35% do total de óbitos.</p>
<h2>Mortalidade por Estados</h2>
<p>O estado de São Paulo apresentou o maior número de óbitos no período analisado, com 24% do total, em seguida vieram os estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro, com 10% e 9% do total de óbitos, respectivamente.</p>
<p>O Rio Grande do Sul, por sua vez, apresentou, segundo os dados analisados, a maior taxa de mortalidade por leucemia ajustada por idade do Brasil, sendo cerca de 40% superior à taxa de mortalidade ajustada do país.</p>
<p>&#8220;Observamos que, embora o número absoluto de óbitos por leucemias no Brasil tenha aumentado em 10 anos, 2008 a 2017, provavelmente em grande medida, decorrente do crescimento populacional no período, não houve crescimento da taxa de mortalidade por leucemias ajustada pela idade&#8221;, destaca Nelson Correa, doutor em Ciências da Saúde, pesquisador da Abrale e Observatório de Oncologia. &#8220;Contudo, quando observamos as taxas de mortalidade por faixa etária, foi evidenciado que, no período, houve um aumento da taxa de mortalidade por leucemias na população com mais de 50 anos de idade&#8221;, completa.</p>
<p>Estes achados podem indicar a necessidade de ações de saúde voltadas para o aumento da sobrevida dos casos de leucemia, especialmente na população mais velha.</p>
<p>O estudo completo está disponível em <a href="https://observatoriodeoncologia.com.br/mortalidade_leucemias/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://observatoriodeoncologia.com.br/mortalidade_leucemias/</a></p>
<h2>Sobre a ABRALE</h2>
<p>A Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale) foi fundada por pacientes e familiares em 2002, com a missão de oferecer ajuda e mobilizar parceiros para que todas as pessoas com câncer do sangue no Brasil tenham acesso ao melhor tratamento. A atuação da associação é sustentada por quatro pilares: Apoio ao Paciente, Educação e Informação, Pesquisa e Monitoramento e Políticas Públicas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fonte:</strong> Agência O Globo</p>
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