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	<title>Notícias Archives - Abrale</title>
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	<description>100% de esforço onde houver 1% de chance</description>
	<lastBuildDate>Thu, 03 Sep 2026 20:30:38 +0000</lastBuildDate>
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		<title>3ª edição do Merula Steagall Awards anuncia os projetos finalistas</title>
		<link>https://abrale.org.br/noticias/3a-edicao-do-merula-steagall-awards-anuncia-os-projetos-finalistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Katia Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 20:30:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="1280" height="720" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/09/3premio-merula1280x720.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/09/3premio-merula1280x720.jpg 1280w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/09/3premio-merula1280x720-300x169.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/09/3premio-merula1280x720-1024x576.jpg 1024w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/09/3premio-merula1280x720-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></p>
<p>Iniciativas têm como foco o cuidado ao paciente com câncer, educação e informação, e políticas públicas e advocacy O Merula Steagall Awards chega à sua terceira edição, com o objetivo de reconhecer ações que promovam inovação, acesso ao cuidado, informação, impacto social e fortalecimento das políticas públicas em Oncologia. A premiação, promovida pelo Movimento Todos&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Iniciativas têm como foco o cuidado ao paciente com câncer, educação e informação, e políticas públicas e advocacy</h2>
<p>O Merula Steagall Awards chega à sua terceira edição, com o objetivo de reconhecer ações que promovam inovação, acesso ao cuidado, informação, impacto social e fortalecimento das políticas públicas em Oncologia.</p>
<p>A premiação, promovida pelo Movimento Todos Juntos Contra o Câncer, recebeu a inscrição de 84 projetos. Destes, 74 atendiam às exigências técnicas de participação.</p>
<p>Cada iniciativa foi avaliada pela Comissão Julgadora, formada por Dra. Marisa Madi, diretora executiva na Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC); Dr. José Marques, presidente da ABHH; Dr. Luiz Santini, médico sanitarista e pesquisador associação ao Centro de Estudos Estratégico da Fiocruz; Dra. Catherine Moura, CEO da Associação Brasileira de Câncer do Sangue e líder do Movimento TJCC; e Dina Steagall, Diretora Institucional da Abrale.</p>
<p>Conheça agora os finalistas, que concorrerão aos R$ 10 mil!</p>
<h3>CATEGORIA &#8211; CUIDADO AO PACIENTE</h3>
<ul>
<li><strong>Associação Bonecar<br />
</strong>Projeto: Projeto Bonecar</li>
<li><strong>Instituto ProPulmão<br />
</strong>Projeto: Programa ProPulmão Móvel: ampliando o acesso ao diagnóstico precoce do câncer de pulmão</li>
</ul>
<h3>CATEGORIA &#8211; EDUCAÇÃO E INFORMAÇÃO</h3>
<ul>
<li><strong>Associação Brasileira de Portadores de Câncer – AMUCC</strong><br />
Projeto: Capacitação de Agentes Comunitários de Saúde e Afins – CACS</li>
<li><strong>Oncolife Care</strong><br />
Projeto: Oncocria</li>
</ul>
<h3>CATEGORIA POLÍTICAS PÚBLICAS E ADVOCACY</h3>
<ul>
<li><strong>Asfecer</strong><br />
Projeto: Advocacy e Navegação Oncológica: Estratégias para Fortalecer a Rede de Atenção Oncológica e a Governança do Cuidado</li>
<li><strong>Instituto Desiderata</strong><br />
Projeto: Unidos pela Cura: detecção precoce do câncer infantojuvenil no SUS</li>
</ul>
<p>A cerimônia de premiação acontecerá no dia 30 de setembro de 2026, durante o 13º Congresso Todos Juntos Contra o Câncer (TJCC).</p>
<p>Participe! Clique aqui e faça sua inscrição para o <a href="http://congresso.tjcc.com.br">13º Congresso TJCC</a>.</p>
<p><strong>Apoiadores: <img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-20897" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2023/05/gilead-kite-200x100-1.png" alt="" width="200" height="100" /></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Fabiana Justus destina à Abrale arrecadação dos presentes solidários de sua renovação de votos</title>
		<link>https://abrale.org.br/noticias/fabiana-justus-destina-a-abrale-arrecadacao-dos-presentes-solidarios-de-sua-renovacao-de-votos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Katia Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 17:52:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://abrale.org.br/?p=34223</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="1280" height="720" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/08/fabi-e-doador.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/08/fabi-e-doador.jpg 1280w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/08/fabi-e-doador-300x169.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/08/fabi-e-doador-1024x576.jpg 1024w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/08/fabi-e-doador-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></p>
<p>Os recursos serão voltados aos programas de apoio a pacientes com câncer do sangue da instituição A renovação de votos de Fabiana Justus e Bruno Levi D’Ancona, realizada neste mês em Itacaré, na Bahia, foi marcada pela celebração do amor e da vida. Ao comemorar 15 anos de casamento, a influenciadora também transformou a ocasião&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Os recursos serão voltados aos programas de apoio a pacientes com câncer do sangue da instituição</h3>
<p>A renovação de votos de Fabiana Justus e Bruno Levi D’Ancona, realizada neste mês em Itacaré, na Bahia, foi marcada pela celebração do amor e da vida. Ao comemorar 15 anos de casamento, a influenciadora também transformou a ocasião em uma oportunidade de solidariedade: em vez de presentes tradicionais, ela pediu aos convidados contribuições para aos programas da Abrale (Associação Brasileira de Câncer do Sangue).</p>
<p>Por meio do Casamento Solidário, mais de R$ 67 mil foram arrecadados e serão destinados aos projetos de apoio da instituição, voltados a pessoas com câncer e doenças do sangue e seus familiares.</p>
<p>Há mais de duas décadas, a Abrale atua para ampliar o acesso à informação, ao diagnóstico e ao tratamento adequado para pacientes que convivem com leucemias, linfomas e mieloma múltiplo, além de outras doenças hematológicas.</p>
<p>Embaixadora da Abrale, Fabiana tem uma relação pessoal com a causa. Em janeiro de 2024, ela foi diagnosticada com leucemia mieloide aguda e passou por quimioterapia e por um transplante de medula óssea, após encontrar um doador 100% compatível.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-34224 aligncenter" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/08/Imagem-1-Dina-no-Casamento-Solidario-300x225.jpeg" alt="" width="844" height="633" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/08/Imagem-1-Dina-no-Casamento-Solidario-300x225.jpeg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/08/Imagem-1-Dina-no-Casamento-Solidario-1024x768.jpeg 1024w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/08/Imagem-1-Dina-no-Casamento-Solidario-768x576.jpeg 768w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/08/Imagem-1-Dina-no-Casamento-Solidario.jpeg 1280w" sizes="auto, (max-width: 844px) 100vw, 844px" /></p>
<p>Dina Steagall, Diretora Institucional da Abrale, estava entre os convidados e registrou um dos momentos mais marcantes da festa: Fabiana apresentou aos familiares e amigos Nathan, o doador de medula óssea que possibilitou a realização do seu transplante. Acompanhado da esposa, ele viajou dos Estados Unidos para a Bahia, especialmente para participar da comemoração.</p>
<p>Ao chamá-lo ao palco, Fabiana agradeceu publicamente pelo gesto e destacou a relação criada entre os dois a partir da doação.</p>
<p>“A presença do Nathan na celebração foi um momento muito emocionante, que reforçou uma mensagem de solidariedade, amor ao próximo e muita conscientização. A doação de medula óssea pode representar uma importante possibilidade de tratamento para pacientes que precisam de um transplante e não encontram um doador compatível na família”, comentou Dina.</p>
<p>Você também pode ajudar a Abrale de diferentes formas! <a href="https://ajude.abrale.org.br/">Clique aqui e veja como</a>.</p>
<h3>Noite Solidária Abrale</h3>
<p>Fabiana Justos também estará presente no jantar beneficente organizado pela Abrale. Ela será mestre de cerimônias, ao lado do influenciador e creator, Felipe Theodoro.</p>
<p>A noite será marcada por encontros especiais e também por um leilão de experiências, com itens exclusivos. Toda a arrecadação também será destinada à manutenção e ampliação dos programas oferecidos gratuitamente pela instituição.</p>
<p><a href="https://ajude.abrale.org.br/noite-solidaria/">Mais informações aqui.</a></p>
<p><strong>Fonte:</strong> Comunicação Abrale</p>
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		<title>Medicamentos incorporados ao SUS podem levar anos para chegar</title>
		<link>https://abrale.org.br/noticias/medicamentos-incorporados-ao-sus-podem-levar-anos-para-chegar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Katia Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 14:16:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="1280" height="720" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/08/Medicamentos-incorporados-ao-SUS-podem-levar-anos-para-chegar-aos-pacientes.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/08/Medicamentos-incorporados-ao-SUS-podem-levar-anos-para-chegar-aos-pacientes.jpg 1280w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/08/Medicamentos-incorporados-ao-SUS-podem-levar-anos-para-chegar-aos-pacientes-300x169.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/08/Medicamentos-incorporados-ao-SUS-podem-levar-anos-para-chegar-aos-pacientes-1024x576.jpg 1024w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/08/Medicamentos-incorporados-ao-SUS-podem-levar-anos-para-chegar-aos-pacientes-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></p>
<p>Na oncologia, levantamento aponta que 12,7% dos princípios ativos considerados essenciais pela OMS e também incluídos na lista brasileira ainda não estavam disponíveis no sistema público A incorporação de um medicamento ao Sistema Único de Saúde (SUS) não significa que o tratamento passa a estar disponível imediatamente para a população. Depois da decisão de incluir&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img width="1280" height="720" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/08/Medicamentos-incorporados-ao-SUS-podem-levar-anos-para-chegar-aos-pacientes.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/08/Medicamentos-incorporados-ao-SUS-podem-levar-anos-para-chegar-aos-pacientes.jpg 1280w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/08/Medicamentos-incorporados-ao-SUS-podem-levar-anos-para-chegar-aos-pacientes-300x169.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/08/Medicamentos-incorporados-ao-SUS-podem-levar-anos-para-chegar-aos-pacientes-1024x576.jpg 1024w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/08/Medicamentos-incorporados-ao-SUS-podem-levar-anos-para-chegar-aos-pacientes-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></p><h3>Na oncologia, levantamento aponta que 12,7% dos princípios ativos considerados essenciais pela OMS e também incluídos na lista brasileira ainda não estavam disponíveis no sistema público</h3>
<p>A incorporação de um medicamento ao Sistema Único de Saúde (SUS) não significa que o tratamento passa a estar disponível imediatamente para a população. Depois da decisão de incluir uma nova tecnologia na rede pública, ainda são necessárias medidas para definir quem será responsável pela aquisição, quanto será investido, como o produto será distribuído e quais pacientes poderão recebê-lo. Na oncologia, esse processo chama atenção pelo tempo de espera.</p>
<p>Um levantamento da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma), divulgado em julho, identificou que 12,7% dos princípios ativos contra o câncer que aparecem tanto na lista de medicamentos essenciais da Organização Mundial da Saúde (OMS) quanto na relação brasileira ainda não estavam disponíveis aos pacientes do país.</p>
<p>A análise considerou 112 princípios ativos usados no tratamento de diferentes tipos de câncer. Desse total, 71 estavam presentes tanto na relação da OMS quanto na Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename). Segundo o levantamento, porém, parte desses produtos ainda não havia chegado à rede pública.</p>
<p>O cenário evidencia que a decisão de incorporar uma tecnologia é apenas uma das etapas para garantir o acesso ao tratamento. O intervalo entre a aprovação e a oferta pode envolver mudanças em protocolos, definição de financiamento, negociação com fabricantes, aquisição e organização da distribuição pelos gestores do SUS.</p>
<p>Para 2026, o Ministério da Saúde anunciou a disponibilização de 23 medicamentos de alta tecnologia destinados ao tratamento de diferentes tipos de câncer.</p>
<p>A lista inclui abemaciclibe, para câncer de mama; abiraterona, para câncer de próstata; asciminibe e ponatinibe, para leucemia mieloide crônica; brigatinibe, durvalumabe, erlotinibe e gefitinibe, para câncer de pulmão; olaparibe, para câncer de ovário; nivolumabe e pembrolizumabe, para melanoma avançado; além de outros tratamentos voltados a linfomas, mieloma múltiplo, tumores neuroendócrinos, câncer renal, tumores sólidos e doenças da tireoide.</p>
<p>De acordo com a pasta, alguns desses medicamentos aguardavam a implementação no SUS havia até 12 anos.</p>
<p>O governo federal estima que a ampliação representa crescimento de 35% na oferta de medicamentos oncológicos na rede pública e alcança, aproximadamente, 112 mil pacientes. O Ministério da Saúde afirma ainda que mais de 50 medicamentos e tecnologias começaram a ser ofertados no SUS durante a atual gestão após processos de incorporação pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec).</p>
<h4>Regulamentação</h4>
<p>A disponibilização, no entanto, depende de uma etapa posterior, que envolve a Comissão Intergestores Tripartite (CIT). Nesse espaço são definidas as responsabilidades de União, estados e municípios pela compra, armazenamento e dispensação dos produtos, além da elaboração dos protocolos clínicos que orientam a utilização de cada tratamento.</p>
<p>Além da organização da rede, o custo dos medicamentos também influencia o tempo necessário para a implementação. Em julho, o Ministério da Saúde criou o Comitê de Negociação de Preços e Condições Econômicas para buscar valores e condições de compra mais favoráveis ao SUS.</p>
<p>A medida tem como foco tecnologias que possuem pouca ou nenhuma concorrência, como produtos protegidos por patente ou comercializados por fornecedor exclusivo.</p>
<p>Dessa forma, entre a decisão de incorporar um medicamento e o momento em que ele chega ao paciente existe uma cadeia de decisões administrativas, financeiras e logísticas. O desafio é transformar a aprovação formal em acesso efetivo ao tratamento dentro da rede pública.</p>
<p>*Estagiaria sob supervisão de Victor Correia</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.correiobraziliense.com.br/brasil/2026/08/7477927-medicamentos-incorporados-ao-sus-podem-levar-anos-para-chegar.html">Correio Braziliense</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Anvisa aprova novo medicamento para tratamento de câncer</title>
		<link>https://abrale.org.br/noticias/anvisa-aprova-novo-medicamento-para-tratamento-de-cancer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Katia Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 11:51:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="1280" height="720" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Anvisa-aprova-novo-medicamento-para-tratamento-de-cancer.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Anvisa-aprova-novo-medicamento-para-tratamento-de-cancer.jpg 1280w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Anvisa-aprova-novo-medicamento-para-tratamento-de-cancer-300x169.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Anvisa-aprova-novo-medicamento-para-tratamento-de-cancer-1024x576.jpg 1024w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Anvisa-aprova-novo-medicamento-para-tratamento-de-cancer-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></p>
<p>Produto é indicado para casos agressivos do linfoma não Hodgkin A Anvisa aprovou o Columvi, novo medicamento para o tratamento do linfoma não Hodgkin. É um tipo de câncer que afeta as células do sistema linfático, responsáveis pela defesa do organismo. O registro do medicamento foi publicado nesta segunda-feira (20). Segundo a Agência Nacional de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img width="1280" height="720" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Anvisa-aprova-novo-medicamento-para-tratamento-de-cancer.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Anvisa-aprova-novo-medicamento-para-tratamento-de-cancer.jpg 1280w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Anvisa-aprova-novo-medicamento-para-tratamento-de-cancer-300x169.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Anvisa-aprova-novo-medicamento-para-tratamento-de-cancer-1024x576.jpg 1024w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Anvisa-aprova-novo-medicamento-para-tratamento-de-cancer-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></p><h3>Produto é indicado para casos agressivos do linfoma não Hodgkin</h3>
<p>A Anvisa aprovou o <strong>Columvi</strong>, novo medicamento para o tratamento do <strong>linfoma não Hodgkin</strong>. É um tipo de câncer que afeta as <strong>células do sistema linfático</strong>, responsáveis pela defesa do organismo.</p>
<p>O registro do medicamento foi publicado nesta segunda-feira (20).</p>
<p>Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a aprovação representa uma inovação terapêutica importante na área da oncologia. A Anvisa afirma que o novo medicamento <strong>amplia as opções de tratamento</strong> para pacientes com linfoma agressivo que necessitam de novas alternativas terapêuticas.</p>
<p>O produto é indicado para pacientes adultos, cuja doença voltou após o tratamento ou <strong>deixou de responder às terapias disponíveis</strong>.</p>
<p>O medicamento <strong>estimula o sistema de defesa do organismo a identificar e destruir as células do câncer</strong>, aumentando a eficácia do combate à doença.</p>
<p><strong>Fonte: </strong><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/saude/audio/2026-07/anvisa-aprova-novo-medicamento-para-tratamento-de-cancer">Agência Brasil</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Abrale anuncia nova composição executiva</title>
		<link>https://abrale.org.br/noticias/abrale-anuncia-nova-composicao-executiva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carlos Colon]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 21:02:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://abrale.org.br/?p=33663</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="1280" height="720" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/07/abrale-diretoria.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/07/abrale-diretoria.jpg 1280w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/07/abrale-diretoria-300x169.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/07/abrale-diretoria-1024x576.jpg 1024w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/07/abrale-diretoria-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpex-relative"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p><strong>Organização amplia estrutura estratégica para expandir seu impacto no apoio a pacientes de todo o Brasil </strong></p>
<p>A Associação Brasileira de Câncer do Sangue (Abrale) segue ampliando sua atuação e fortalecendo sua estrutura institucional para acompanhar o crescimento das iniciativas desenvolvidas na Onco-Hematologia e no apoio direto ao paciente com câncer e doenças do sangue. Como parte desse novo momento, a instituição anuncia o fortalecimento de seu time executivo.</p>
<p>Dra. Catherine Moura permanece como CEO da organização; Dina Steagall assume a Diretoria Institucional; Adriana Benjamin é a nova Diretora de Operações e Luana Lima passa a liderar a Diretoria de Impacto Social.</p>
<p>A nova composição reforça o compromisso da instituição em seguir expandindo projetos, além de fortalecer o acolhimento aos pacientes, ampliar ações de informação e advocacy e impulsionar iniciativas que contribuam para transformar o cenário da saúde no Brasil.</p>
<p>Com a estrutura executiva fortalecida, a Abrale inicia uma nova etapa de sua trajetória, preparada para ampliar ainda mais seu alcance e seguir promovendo impacto positivo na vida de milhares de pacientes e famílias em todo o país.</p>
<figure id="attachment_33664" aria-describedby="caption-attachment-33664" style="width: 604px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-33664" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/07/abrale-diretoria.jpg" alt="" width="604" height="340" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/07/abrale-diretoria.jpg 1280w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/07/abrale-diretoria-300x169.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/07/abrale-diretoria-1024x576.jpg 1024w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/07/abrale-diretoria-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 604px) 100vw, 604px" /><figcaption id="caption-attachment-33664" class="wp-caption-text">Luana Lima, Diretora de Impacto Social; Adriana Benjamin, Diretora de Operações; Dra. Catherine Moura, CEO; Dina Steagall, Diretora Institucional</figcaption></figure>
<p>Fonte: Comunicação Abrale</p>

		</div>
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		<item>
		<title>Anvisa aprova nova indicação do teclistamabe para o tratamento de mieloma múltiplo</title>
		<link>https://abrale.org.br/noticias/anvisa-aprova-nova-indicacao-do-teclistamabe-para-o-tratamento-de-mieloma-multiplo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isadora Cupertino]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 14:55:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://abrale.org.br/?p=33596</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="1280" height="720" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/06/NovoMedicamentoMM.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/06/NovoMedicamentoMM.jpg 1280w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/06/NovoMedicamentoMM-300x169.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/06/NovoMedicamentoMM-1024x576.jpg 1024w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/06/NovoMedicamentoMM-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></p>
<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, por meio da Resolução-RE nº 2.349, de 11 de junho de 2026, uma nova indicação terapêutica para o medicamento teclistamabe. A autorização contempla o uso da terapia em combinação com daratumumabe subcutâneo para o tratamento de pacientes adultos com mieloma múltiplo recidivado, quando a doença retorna após&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-33597" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/06/NovoMedicamentoMM-300x169.jpg" alt="" width="438" height="247" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/06/NovoMedicamentoMM-300x169.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/06/NovoMedicamentoMM-1024x576.jpg 1024w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/06/NovoMedicamentoMM-768x432.jpg 768w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/06/NovoMedicamentoMM.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 438px) 100vw, 438px" /></p>
<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, por meio da <a href="https://in.gov.br/web/dou/-/resolucao-re-n-2.349-de-11-de-junho-de-2026-712070593">Resolução-RE nº 2.349, de 11 de junho de 2026</a>, uma nova indicação terapêutica para o medicamento teclistamabe. A autorização contempla o uso da terapia em combinação com daratumumabe subcutâneo para o tratamento de pacientes adultos com mieloma múltiplo recidivado, quando a doença retorna após o tratamento ou refratário, nos casos em que deixa de responder às terapias disponíveis.</p>
<p>A decisão representa um importante avanço para pacientes que já esgotaram opções terapêuticas convencionais e necessitam de novas alternativas de tratamento.</p>
<p>O mieloma múltiplo é um câncer hematológico que se origina na medula óssea a partir da proliferação descontrolada de plasmócitos malignos, células responsáveis pela produção de anticorpos. Embora seja considerado uma doença rara, sua incidência é mais frequente em pessoas com mais de 60 anos.</p>
<p>A doença pode causar complicações graves, resumidas pelo acrônimo CRAB, que engloba hipercalcemia (elevação dos níveis de cálcio no sangue), comprometimento renal, anemia e lesões ósseas.</p>
<p>Nesse contexto, o teclistamabe se destaca como uma terapia inovadora. Trata-se de um anticorpo biespecífico capaz de direcionar e ativar o sistema imunológico do próprio paciente para reconhecer e atacar as células tumorais.</p>
<p>O medicamento é indicado para adultos que receberam pelo menos três linhas prévias de tratamento, incluindo imunomoduladores e inibidores de proteassoma, grupo que frequentemente apresenta necessidades terapêuticas ainda não atendidas.</p>
<p>A aprovação da nova indicação do teclistamabe representa mais um passo no avanço do tratamento do mieloma múltiplo.</p>
<p>Com a aprovação da nova indicação pela Anvisa, o próximo passo é que a empresa detentora do registro do medicamento submeta a tecnologia aos processos de avaliação e incorporação da saúde suplementar e do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>Essa etapa é fundamental para que o tratamento possa ser analisado pelos órgãos competentes e, posteriormente, disponibilizado de forma mais ampla aos pacientes que dele necessitam, ampliando as possibilidades de acesso às inovações terapêuticas tanto na rede pública quanto na saúde privada.</p>
<p><em>Isadora Cupertino Analista de Políticas Públicas e Advocacy da Abrale</em></p>
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		<title>ANS: planos de saúde deverão cobrir exame de RT-PCR quantitativo para leucemia</title>
		<link>https://abrale.org.br/noticias/ans-planos-de-saude-deverao-cobrir-exame-de-rt-pcr-quantitativo-para-leucemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Juliana Matias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 13:03:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://abrale.org.br/?p=32929</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="1280" height="720" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-39.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="leucemia" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-39.jpg 1280w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-39-300x169.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-39-1024x576.jpg 1024w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-39-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></p>
<p>Área técnica da agência estima que a implementação do procedimento custará, em média, R$ 3 milhões anuais para o setor A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) aprovou, por unanimidade, a inclusão do exame RT-PCR quantitativo no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, com cobertura obrigatória pelos planos de saúde. A deliberação ocorreu na&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h6>Área técnica da agência estima que a implementação do procedimento custará, em média, R$ 3 milhões anuais para o setor</h6>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-32935" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-39-300x169.jpg" alt="leucemia" width="1220" height="688" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-39-300x169.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-39-1024x576.jpg 1024w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-39-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1220px) 100vw, 1220px" /></p>
<p>A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) aprovou, por unanimidade, a inclusão do exame RT-PCR quantitativo no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, com cobertura obrigatória pelos planos de saúde. A deliberação ocorreu na segunda-feira (6/4), na 635ª Reunião Ordinária da Diretoria Colegiada.</p>
<p>A área técnica estima que a implementação do procedimento resultará em impacto financeiro médio de R$ 3 milhões anuais para o setor.</p>
<p>A medida atende pacientes com diagnóstico de <a href="https://abrale.org.br/doencas/leucemia/lmc/cromossomo-filadelfia-e-o-bcr-abl/" target="_blank" rel="noopener">leucemia mieloide crônica</a> e de leucemia linfoblástica aguda associadas à mutação do cromossomo Philadelphia positivo. A tecnologia incorporada mede a quantidade da alteração genética no organismo do paciente.</p>
<p>Antes dessa aprovação, as operadoras eram obrigadas a cobrir apenas a versão qualitativa do exame, que serve estritamente para identificar se a mutação está presente ou não. A inclusão da dosagem quantitativa fornece um indicador médico para monitorar a resposta do paciente ao tratamento clínico.</p>
<p>A resolução é fruto de uma revisão de tecnologias que receberam recomendação de uso pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) entre maio de 2019 e setembro de 2021.</p>
<p>Esse grupo de procedimentos antecede a legislação que determinou a inclusão automática de tratamentos no setor suplementar em até 60 dias após a aprovação no SUS. Por essa diferença legal, a adoção da tecnologia demandou um processo de proposição interna e avaliação técnica da própria ANS.</p>
<p>A agência reguladora submeteu a proposta a reuniões técnicas e a uma consulta pública realizada no final do ano passado. O processo registrou concordância entre operadoras de planos de saúde e associações de pacientes sobre o padrão do exame para o cuidado com a doença.</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.jota.info/" target="_blank" rel="noopener">JOTA</a>.</p>
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		<title>Com quase 600 na fila, DF não faz transplante de medula na rede pública</title>
		<link>https://abrale.org.br/noticias/com-quase-600-na-fila-df-nao-faz-transplante-de-medula-na-rede-publica-e-obriga-pacientes-a-viajar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Juliana Matias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 14:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://abrale.org.br/?p=32704</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="1280" height="720" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-38.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="transplante" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-38.jpg 1280w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-38-300x169.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-38-1024x576.jpg 1024w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-38-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></p>
<p>Secretaria de Saúde da capital não realiza procedimento em nenhum hospital público; há opções pagas na rede privada. Ministério da Saúde diz que oferta é responsabilidade local Dados do Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome) apontam que o Distrito Federal tem 667 pacientes à espera da doação de medula óssea. Dessas, pelo&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://abrale.org.br/noticias/com-quase-600-na-fila-df-nao-faz-transplante-de-medula-na-rede-publica-e-obriga-pacientes-a-viajar/">Com quase 600 na fila, DF não faz transplante de medula na rede pública</a> appeared first on <a href="https://abrale.org.br">Abrale</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h6>Secretaria de Saúde da capital não realiza procedimento em nenhum hospital público; há opções pagas na rede privada. Ministério da Saúde diz que oferta é responsabilidade local</h6>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-32705" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-38-300x169.jpg" alt="transplante" width="1210" height="682" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-38-300x169.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-38-1024x576.jpg 1024w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-38-768x432.jpg 768w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-38.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1210px) 100vw, 1210px" /></p>
<p>Dados do Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome) apontam que o Distrito Federal tem 667 pacientes à espera da doação de medula óssea.</p>
<p>Dessas, pelo menos 587 não conseguirão fazer o transplante na capital pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Isso, porque atualmente o DF não tem nenhum hospital público credenciado para o procedimento.</p>
<p>O Hospital da Criança de Brasília José Alencar é credenciado, mas só realiza transplantes em pacientes de até 18 anos —há 80 cadastros no Redome que atendem a esse critério.</p>
<p>Os números se referem ao transplante de medula óssea do tipo alogênico —quando as células vêm de uma outra pessoa, seja um parente ou algum doador cadastrado no banco.</p>
<p>Para quem pode pagar ou tem plano de saúde, há opções na rede privada do DF:</p>
<ul>
<li>Hospital Santa Luzia;</li>
<li>Hospital Sírio-Libanês;</li>
<li>Instituto de Cardiologia e Transplantes do Distrito Federal (ICTDF);</li>
<li>Hospital DF Star;</li>
<li>Hospital Brasília.</li>
</ul>
<p>Já para quem depende da rede pública, o jeito é viajar para outra unidade da Federação. Neste caso, o governo do DF oferece uma &#8216;ajuda de custo&#8217; —que, segundo pacientes ouvidos pelo g1, não é suficiente para cobrir nem metade das despesas.</p>
<p>&#8216;Após a definição do centro transplantador, o paciente é encaminhado para atendimento por meio do Tratamento Fora de Domicílio (TFD), conforme os fluxos assistenciais vigentes no Sistema Nacional de Transplantes&#8217;, informou a Secretaria de Saúde do DF.</p>
<p>A pasta não informou por que, há anos, o DF não tem hospitais públicos credenciados para fazer essa modalidade de transplante.</p>
<h3>Responsabilidade é local</h3>
<p>Questionado pelo g1, o Ministério da Saúde informo que não há qualquer restrição federal para que o DF volte a realizar o procedimento.</p>
<p>&#8216;A habilitação dos serviços segue critérios técnicos, como a disponibilidade de estrutura adequada e a capacitação das equipes&#8217;, informou o ministério.</p>
<p>Atualmente, 14 estados nas cinco regiões do Brasil têm hospitais e institutos aptos para realizar transplantes de medula. O Ministério da Saúde não informou em quais deles é possível fazer o transplante alogênico.</p>
<p>Ainda segundo a pasta, &#8216;a organização da oferta é de responsabilidade do gestor local, que deve pactuar o atendimento para viabilizar a realização dos procedimentos no âmbito do SUS&#8217;.</p>
<h3>No DF, só com células do próprio paciente</h3>
<p>O Distrito Federal até aparece na lista do Ministério da Saúde como uma &#8216;unidade da Federação credenciada&#8217;.</p>
<p>A chefe da hematologia do Hospital Universitário de Brasília (HUB), Flávia Dias Xavier, explica que a capital realiza apenas o transplante de medula óssea autólogo &#8211; que não precisa de um doador e usa as células-tronco do próprio paciente.</p>
<p>De acordo com Flávia, o transplante alogênico exige uma estrutura maior e não pode ser realizado em quartos comuns, diferentemente do autólogo.</p>
<p>Além disso, após o procedimento, o paciente precisa passar por quimioterapias de alta complexidade —que são mais caras e exigem protocolos adicionais de autorização pelo SUS.</p>
<p>&#8216;Você precisa de quimioterapias diferentes, de condicionamento. Não são as mesmas que a gente usa no transplante autólogo. E para algumas dessas quimoterapias, o valor é muito alto&#8217;.</p>
<h3>Paciente viajou ao interior de SP</h3>
<p>Sem opções gratuitas no DF, os pacientes são obrigados a realizar o transplante —e a longa sequência de tratamentos posteriores— em outra cidade. Muitas vezes, arcando com despesas e sem uma rede de apoio próxima.</p>
<p>Foi o caso de Rita de Cássia, de 54 anos, diagnosticada com leucemia em 2022. Ela chegou a realizar quatro blocos de quimioterapia no DF, mas recebeu a notícia de que precisaria passar por um transplante de medula óssea.</p>
<p>Após dois anos de espera, em 2024 ela recebeu do Redome a notícia de que havia um doador compatível.</p>
<p>O transplante, no entanto, teve de ser realizado no hospital Amaral Carvalho, em Jaú, no interior de São Paulo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="https://g1.globo.com/df/distrito-federal/" target="_blank" rel="noopener">G1</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Pesquisadores descobrem por que terapias contra câncer falham em alguns pacientes</title>
		<link>https://abrale.org.br/noticias/pesquisadores-descobrem-por-que-terapias-contra-cancer-falham-em-alguns-pacientes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Juliana Matias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 13:21:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://abrale.org.br/?p=32653</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="1280" height="720" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/06/Design-sem-nome-16.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="câncer, CAR-T, mieloma, LLC, leucemia" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/06/Design-sem-nome-16.jpg 1280w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/06/Design-sem-nome-16-300x169.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/06/Design-sem-nome-16-1024x576.jpg 1024w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/06/Design-sem-nome-16-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></p>
<p>Nova pesquisa revela como as células podem “esconder” medicamentos e comprometer o tratamento Mesmo com os avanços da medicina, ainda existe um grande desafio na oncologia moderna: pacientes que não respondem ao mesmo tratamento que funciona para outros. Mas, uma nova pesquisa publicada na revista Nature Communications em março de 2026, liderada por Carmen R.&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h6>Nova pesquisa revela como as células podem “esconder” medicamentos e comprometer o tratamento</h6>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-30292" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/06/Design-sem-nome-16-300x169.jpg" alt="câncer, CAR-T, mieloma, LLC, leucemia" width="1440" height="812" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/06/Design-sem-nome-16-300x169.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/06/Design-sem-nome-16-1024x576.jpg 1024w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/06/Design-sem-nome-16-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1440px) 100vw, 1440px" /></p>
<p>Mesmo com os avanços da medicina, ainda existe um grande desafio na oncologia moderna: pacientes que não respondem ao mesmo tratamento que funciona para outros. Mas, uma nova pesquisa publicada na revista Nature Communications em março de 2026, liderada por Carmen R. Moncayo, traz uma explicação surpreendente para esse fenômeno.</p>
<p>O estudo revela que o problema pode não estar apenas no medicamento em si, mas em como ele se comporta dentro das células tumorais.</p>
<h3>O caminho do remédio dentro do tumor muda tudo</h3>
<p>Tradicionalmente, acredita-se que o sucesso de um tratamento depende da capacidade do medicamento de alcançar o tumor. No entanto, essa nova pesquisa mostra que isso é apenas parte da história.</p>
<p>Os cientistas analisaram uma classe de medicamentos chamada inibidores de PARP, amplamente utilizada no tratamento de câncer de ovário, mama e próstata. Para isso, utilizaram tecnologias avançadas como:</p>
<ul>
<li>Espectrometria de massa por imagem;</li>
<li>Transcriptômica espacial.</li>
</ul>
<p>Essas ferramentas permitiram visualizar, com precisão inédita, onde os medicamentos realmente se acumulam dentro dos tumores.</p>
<p>O resultado foi surpreendente: mesmo com a mesma dose, havia diferenças enormes na distribuição do fármaco, tanto entre pacientes quanto dentro de um mesmo tumor.</p>
<h3>O papel escondido dos lisossomos</h3>
<p>Um dos achados mais importantes do estudo envolve estruturas celulares chamadas lisossomos, conhecidas por atuar como centros de reciclagem dentro das células.</p>
<p>Os pesquisadores descobriram que:</p>
<ul>
<li>Alguns medicamentos ficam presos dentro dos lisossomos;</li>
<li>Isso cria reservatórios internos de liberação lenta;</li>
<li>Parte das células recebe altas doses, enquanto outras ficam com níveis baixos.</li>
</ul>
<p>Ou seja, o medicamento até chega ao tumor, mas não se distribui de forma eficiente entre todas as células cancerígenas.</p>
<p>Além disso, nem todos os remédios se comportam da mesma forma:</p>
<ul>
<li>Rucaparibe e niraparibe tendem a se acumular nesses compartimentos;</li>
<li>Olaparibe apresenta comportamento diferente.</li>
</ul>
<p>Essa variação pode explicar por que alguns pacientes respondem melhor que outros ao tratamento.</p>
<h3>O impacto direto na eficácia dos tratamentos</h3>
<p>Essa descoberta muda a forma como entendemos a resistência ao câncer. Em vez de apenas focar na genética do tumor, agora fica claro que é essencial considerar também:</p>
<ul>
<li>Distribuição intracelular do medicamento;</li>
<li>Capacidade das células de armazenar fármacos;</li>
<li>Diferenças microscópicas dentro do tumor</li>
</ul>
<p>Isso ajuda a explicar por que, mesmo com terapias modernas, alguns casos evoluem com menor resposta ou recaída.</p>
<h3>O que muda no futuro da oncologia</h3>
<p>Os resultados abrem caminho para uma nova abordagem: a medicina personalizada ainda mais precisa.</p>
<p>Com base nessas descobertas, no futuro será possível:</p>
<ul>
<li>Analisar como o tumor de cada paciente absorve o medicamento;</li>
<li>Escolher o tratamento mais adequado para cada perfil;</li>
<li>Desenvolver drogas que evitem o aprisionamento nos lisossomos.</li>
</ul>
<p>Além disso, novos estudos devem investigar como fatores como circulação sanguínea e estrutura tumoral influenciam ainda mais essa distribuição.</p>
<h3>Uma nova peça no quebra-cabeça do câncer</h3>
<p>A pesquisa reforça que o câncer é uma doença extremamente complexa. Mais do que atingir o tumor, é fundamental garantir que o medicamento alcance todas as células de forma eficaz.</p>
<p>Essa descoberta não apenas explica falhas nos tratamentos atuais, mas também aponta para estratégias mais inteligentes e personalizadas, que podem transformar os resultados clínicos nos próximos anos.</p>
<p>Fonte: <a href="https://noticias.r7.com/fala-ciencia/" target="_blank" rel="noopener">R7</a></p>
<p>The post <a href="https://abrale.org.br/noticias/pesquisadores-descobrem-por-que-terapias-contra-cancer-falham-em-alguns-pacientes/">Pesquisadores descobrem por que terapias contra câncer falham em alguns pacientes</a> appeared first on <a href="https://abrale.org.br">Abrale</a>.</p>
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		<title>Cientistas descobrem molécula que &#8216;mata de fome&#8217; células cancerígenas sem afetar tecidos saudáveis</title>
		<link>https://abrale.org.br/noticias/molecula-mata-de-fome-celulas-do-cancer-sem-afetar-as-demais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Juliana Matias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 13:30:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://abrale.org.br/?p=32610</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="1280" height="720" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/06/Design-sem-nome-16.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="câncer, CAR-T, mieloma, LLC, leucemia" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/06/Design-sem-nome-16.jpg 1280w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/06/Design-sem-nome-16-300x169.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/06/Design-sem-nome-16-1024x576.jpg 1024w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/06/Design-sem-nome-16-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></p>
<p>Descoberta em fase inicial mostra mecanismo promissor ao interferir no metabolismo tumoral; especialistas alertam para longo caminho até uso clínico. Uma estratégia considerada elegante do ponto de vista biológico —embora ainda distante da prática clínica— surge como nova aposta no combate ao câncer: usar uma versão “espelhada” de um aminoácido para frear o crescimento de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h6>Descoberta em fase inicial mostra mecanismo promissor ao interferir no metabolismo tumoral; especialistas alertam para longo caminho até uso clínico.</h6>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-30292" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/06/Design-sem-nome-16-300x169.jpg" alt="câncer, CAR-T, mieloma, LLC, leucemia" width="1273" height="718" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/06/Design-sem-nome-16-300x169.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/06/Design-sem-nome-16-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1273px) 100vw, 1273px" /></p>
<p>Uma estratégia considerada elegante do ponto de vista biológico —embora ainda distante da prática clínica— surge como nova aposta no combate ao câncer: usar uma versão “espelhada” de um aminoácido para frear o crescimento de células tumorais sem atingir tecidos saudáveis.</p>
<p>O achado foi descrito por pesquisadores das universidades de Genebra e Marburg, em estudo publicado na revista Nature Metabolism, que identificou o potencial da D-cisteína, uma forma rara do aminoácido cisteína, de interferir diretamente no metabolismo de células cancerígenas.</p>
<h3>Como funciona a &#8216;molécula espelho&#8217;</h3>
<p>A descoberta parte de um conceito conhecido da biologia, mas pouco intuitivo fora do laboratório: algumas moléculas existem em duas versões quase idênticas, que são como a imagem de um espelho —iguais na composição, mas com encaixes diferentes no espaço, como as mãos direita e esquerda.</p>
<p>No corpo humano, os aminoácidos (unidades que formam as proteínas) aparecem quase sempre na versão chamada “L”. É essa forma que as células reconhecem e utilizam no dia a dia. Já a versão “D”, embora muito parecida, costuma ficar à margem dos processos biológicos.</p>
<p>Foi justamente essa versão “invertida” que os pesquisadores decidiram testar.</p>
<p>Nos experimentos, eles observaram que algumas células cancerígenas têm uma espécie de “porta de entrada” específica —um transportador na superfície— capaz de captar a D-cisteína. Células saudáveis, em geral, não têm essa mesma facilidade.</p>
<p>Uma vez dentro da célula tumoral, a molécula interfere em um ponto central do funcionamento celular: a produção de energia. Ela bloqueia uma enzima chamada NFS1, que atua dentro da mitocôndria, estrutura responsável por gerar energia e sustentar processos vitais da célula.</p>
<p>Sem essa enzima, a célula entra em colapso funcional. Passa a produzir menos energia, acumula falhas no material genético e perde a capacidade de se dividir.</p>
<p>Na prática, é como se o tumor fosse colocado em um estado de “fome metabólica”: as células ficam sem recursos para manter seu funcionamento e se multiplicar. Elas não necessariamente morrem de imediato, mas deixam de crescer, o que desacelera o avanço da doença.</p>
<h3>Efeito seletivo: o principal diferencial</h3>
<p>É justamente essa diferença na “porta de entrada” das células que torna a estratégia potencialmente mais precisa. Como a D-cisteína depende de um transportador específico —presente em maior quantidade em certas células tumorais—, seu efeito tende a se concentrar onde há doença.</p>
<p>Na prática, isso significa explorar uma vulnerabilidade do próprio câncer, em vez de atingir indiscriminadamente todas as células que se dividem rápido, como ocorre em muitos tratamentos tradicionais.</p>
<p>Esse comportamento ajuda a explicar por que, nos experimentos iniciais, tecidos saudáveis foram pouco afetados.</p>
<p>Nos testes com camundongos portadores de tumores mamários agressivos, os pesquisadores observaram uma desaceleração relevante do crescimento tumoral, sem sinais importantes de toxicidade —um indicativo inicial de que é possível interferir no metabolismo do câncer com menor impacto sistêmico.</p>
<h3>Promessa x prática clínica</h3>
<p>Apesar do entusiasmo, o oncologista Stephen Stefani, do Grupo Oncoclínicas e da Americas Health Foundation, ressalta que o caminho entre um mecanismo biologicamente plausível e um tratamento disponível é longo e frequentemente frustrante.</p>
<p>Ao g1, ele avalia que o estudo traz um racional consistente, mas ainda inicial.</p>
<p>“Ter uma base teórica interessante e um racional biológico bem definido é um passo muito importante. É um bom início. Infelizmente, a imensa maioria dos bons conceitos não se traduz em ganhos reais para os pacientes”, afirma.</p>
<p>Segundo ele, há múltiplos desafios na transição do laboratório para o organismo humano.</p>
<p>“Nem sempre o que funciona em modelos experimentais é viável em termos de dose, segurança ou interação com outros medicamentos. Existe um grande caminho até que isso se torne clinicamente relevante”, diz.</p>
<h3>Um possível papel como terapia complementar</h3>
<p>Do ponto de vista do funcionamento da célula, a estratégia não parece atuar destruindo diretamente as células tumorais —o chamado efeito citotóxico—, mas sim desacelerando sua multiplicação.</p>
<p>Isso abre espaço para uma aplicação potencial como terapia adjuvante.</p>
<p>“É uma molécula que atrapalha a engrenagem de duplicação celular das células doentes, mas não das normais. Talvez não mate a célula, mas retarde o crescimento. Isso pode dar mais tempo para que outros tratamentos atuem”, explica Stefani.</p>
<p>Nesse cenário, a D-cisteína poderia, em tese, ajudar a conter a progressão tumoral ou reduzir o risco de metástases, especialmente quando combinada a terapias já estabelecidas.</p>
<h3>Próximos passos: testes em humanos</h3>
<p>Até o momento, os resultados estão restritos a estudos laboratoriais e em animais. Para que a substância avance, será necessário percorrer as etapas clássicas de desenvolvimento clínico.</p>
<p>Primeiro, estudos de fase 1 devem avaliar segurança e dose em humanos. Em seguida, as fases 2 e 3 analisam eficácia e comparam o novo tratamento com padrões existentes.</p>
<p>“É preciso entender se é viável usar em humanos, quais são os efeitos colaterais e se há benefício real em comparação ao que já temos”, afirma Stefani.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="https://g1.globo.com/saude/" target="_blank" rel="noopener">G1</a></p>
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