<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>leucemias Archives - Abrale</title>
	<atom:link href="https://abrale.org.br/tag/leucemias/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://abrale.org.br/tag/leucemias/</link>
	<description>100% de esforço onde houver 1% de chance</description>
	<lastBuildDate>Thu, 27 Feb 2025 14:32:58 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>
	<item>
		<title>Audiência pública da Alesp debate gargalos no tratamento de leucemia</title>
		<link>https://abrale.org.br/noticias/audiencia-da-alesp-debate-gargalos-no-tratamento-de-leucemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Juliana Matias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Feb 2025 14:32:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[leucemias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://abrale.org.br/?p=29394</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="1920" height="1280" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/02/DSC041020-scaled.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="leucemia" decoding="async" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/02/DSC041020-scaled.jpg 1920w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/02/DSC041020-300x200.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/02/DSC041020-1024x683.jpg 1024w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/02/DSC041020-768x512.jpg 768w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/02/DSC041020-391x260.jpg 391w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/02/DSC041020-1536x1024.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<p>Campanha Fevereiro Laranja busca informar sobre a importância do diagnóstico precoce da leucemia e o acesso à medicamentos Nesta quarta (26/2), aconteceu, na Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo), a Audiência Pública da Campanha Fevereiro Laranja. Fevereiro é o mês de conscientização sobre as leucemias e o evento buscou informar a população, a&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://abrale.org.br/noticias/audiencia-da-alesp-debate-gargalos-no-tratamento-de-leucemia/">Audiência pública da Alesp debate gargalos no tratamento de leucemia</a> appeared first on <a href="https://abrale.org.br">Abrale</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h5>Campanha Fevereiro Laranja busca informar sobre a importância do diagnóstico precoce da leucemia e o acesso à medicamentos</h5>
<p><img decoding="async" class=" wp-image-29400 aligncenter" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/02/DSC041020-300x200.jpg" alt="leucemia" width="1222" height="814" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/02/DSC041020-300x200.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/02/DSC041020-1024x683.jpg 1024w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/02/DSC041020-768x512.jpg 768w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/02/DSC041020-391x260.jpg 391w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/02/DSC041020-1536x1024.jpg 1536w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/02/DSC041020-scaled.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1222px) 100vw, 1222px" /></p>
<p>Nesta quarta (26/2), aconteceu, na Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo), a Audiência Pública da Campanha Fevereiro Laranja. Fevereiro é o mês de conscientização sobre <a href="https://abrale.org.br/doencas/leucemia/">as leucemias</a> e o evento buscou informar a população, a sociedade médica e os parlamentares sobre a importância do diagnóstico precoce de leucemias e a garantia de acesso a medicamentos.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Campanha Fevereiro Laranja, prevista na<a href="https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/lei/2019/lei-17207-12.11.2019.html#:~:text=Artigo%201%C2%BA%20%2D%20Fica%20institu%C3%ADda%20a,Artigo%202%C2%BA%20%2D%20Vetado."> Lei 17.207/2019</a>, foi proposta pelo deputado Thiago Auricchio (PL-SP), presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação, que esteve presente na audiência. “Foi o primeiro projeto que eu apresentei aqui na Assembleia e também o meu primeiro projeto aprovado” lembra e acrescenta: “Isso foi até um reflexo que acho que vem de casa. Eu tenho um pai médico, uma irmã médica, apesar de eles não serem hematologistas, sempre debateram a causa dentro de casa”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Bruna Furlan, presidente da Comissão de Saúde, também participou do evento e colocou a comissão à “disposição para ampliar o debate e dar visibilidade às pesquisas e novos tratamentos, além de buscar o aprimoramento do serviço público de saúde”.</span></p>
<h4><b>Diagnóstico precoce</b></h4>
<p>Um dos pontos debatidos na audiência foi o diagnóstico precoce das leucemias. Catherine Moura, médica sanitarista e CEO da Abrale, ressalta que ele é “a única oportunidade, é a ferramenta mais efetiva para que a gente possa impactar o paciente”. Isso porque, para alguns subtipos de leucemia, como a <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2024/02/conheca-tudo-sobre-a-leucemia-promielocitica-aguda/">promielocítica aguda</a>, é necessário que o tratamento seja iniciado o quanto antes, como explicou Eduardo Rego, professor titular de hematologia na FMUSP.</p>
<p>“A célula leucêmica é capaz de ativar de forma aberrante o sistema de coagulação, é muito dramática a manifestação hemorrágica nesses pacientes e essa é a causa de óbito da maior parte desses pacientes nas primeiros horas”, conta e destaca: “Sabemos que as primeiras 72 horas são chaves para ele”.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nina Melo, coordenadora de pesquisa da Abrale, relembra que, no Brasil, a legislação oncológica determina que o tratamento do paciente com câncer seja iniciado em até 60 dias, a partir da confirmação do diagnóstico. “Mas para leucemia isso muda um pouco de figura, o paciente que iniciar o tratamento após 60 dias tem as chances de cura reduzidas”, afirma.</span></p>
<p>“Nós não esperamos que um paciente com leucemia promielocítica aguda esteja vivo com 60 dias até que comece o tratamento. Um documento importante da OMS define que as leucemias agudas são emergências médicas e devem ser tratadas como emergências médicas”, salienta Rego.</p>
<h4>Navegação do paciente</h4>
<p>Para Renato Cunha, coordenador da área de terapia celular do Grupo Oncoclínicas e coordenador do Comitê de Equidade da ABHH, além do diagnóstico precoce, é preciso que o paciente de leucemia tenha uma jornada terapêutica bem construída. “Se nós não tivermos pacientes adequados para o transplante de medula óssea, que cheguem em boas condições clínicas, com a doença adequadamente tratada e no tempo correto, nós vamos ter um resultado de transplante muito ruim”, conta.</p>
<p>Adriana Seber, coordenadora do Centro de Transplante de Medula Óssea do Instituto de Oncologia Pediátrica &#8211; GRAAC e diretora da AMEO (Associação da Medula Óssea), lembra que “a principal causa de morte de um paciente que vai para o transplante não é o câncer, é a infecção”. Isso porque, segundo a hematologista, existe dificuldade para encontrar os medicamentos para o tratamento das complicações infecciosas pós-transplante.</p>
<p>“Não existe interesse comercial dos laboratórios em produzir um remédio que trata uma população tão pequenininha no Brasil”, comenta e adiciona: “Se temos um inimigo que é a leucemia, podemos nos organizar para diagnosticar e tratar melhor, mas se o nosso paciente está morrendo de infecção, também temos que nos organizar para que tenha o tratamento em tempo curto”.</p>
<p>Rosimeire Vieira, paciente de <a href="https://abrale.org.br/doencas/leucemia/lmc/o-que-e/">leucemia mieloide crônica</a>, durante a audiência, se definiu como uma “caçadora de pacientes recém-diagnosticados” e busca ajudá-los. “A gente lida com bastante paciente que está com a cabeça a mil, depressivo por ter descoberto a leucemia e não tem acesso ao medicamento, vai demorar dois, três meses, é bem difícil”, narra.</p>
<p>Moura ainda ressalta que o acesso à medicamentos “é sobre disponibilidade, não é sobre incorporação, não é sobre estudo clínico, não é sobre chance numa pesquisa clínica nova. Acesso significa disponibilizar aos pacientes ações, serviços de saúde, procedimentos, medicamentos, tratamento necessário, para todos que precisam, no momento adequado e perto das suas casas”.</p>
<p>The post <a href="https://abrale.org.br/noticias/audiencia-da-alesp-debate-gargalos-no-tratamento-de-leucemia/">Audiência pública da Alesp debate gargalos no tratamento de leucemia</a> appeared first on <a href="https://abrale.org.br">Abrale</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>12 mil casos de leucemia são registrados por ano no Brasil</title>
		<link>https://abrale.org.br/abrale-na-midia/12-mil-casos-de-leucemia-sao-registrados-por-ano-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Juliana Matias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Feb 2025 21:44:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Abrale na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[leucemias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://abrale.org.br/?p=29385</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="1920" height="1280" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/02/DSC03746-scaled.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="leucemia, fevereiro laranja" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/02/DSC03746-scaled.jpg 1920w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/02/DSC03746-300x200.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/02/DSC03746-1024x683.jpg 1024w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/02/DSC03746-768x512.jpg 768w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/02/DSC03746-391x260.jpg 391w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/02/DSC03746-1536x1024.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<p>Ação na Avenida Paulista, em São Paulo, informa população sobre as leucemias; iniciativa faz parte da campanha #FevereiroLaranja &#8211; A leucemia está no sangue A leucemia é um tipo de câncer do sangue que se inicia na medula óssea, tecido líquido que ocupa o interior da maior parte dos ossos. Segundo o Instituto Nacional de&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://abrale.org.br/abrale-na-midia/12-mil-casos-de-leucemia-sao-registrados-por-ano-no-brasil/">12 mil casos de leucemia são registrados por ano no Brasil</a> appeared first on <a href="https://abrale.org.br">Abrale</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h5>Ação na Avenida Paulista, em São Paulo, informa população sobre as leucemias; iniciativa faz parte da campanha #FevereiroLaranja &#8211; A leucemia está no sangue</h5>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-29388 aligncenter" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/02/DSC03746-300x200.jpg" alt="leucemia, fevereiro laranja" width="1316" height="877" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/02/DSC03746-300x200.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/02/DSC03746-1024x683.jpg 1024w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/02/DSC03746-768x512.jpg 768w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/02/DSC03746-391x260.jpg 391w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/02/DSC03746-1536x1024.jpg 1536w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/02/DSC03746-scaled.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 1316px) 100vw, 1316px" /></p>
<p>A leucemia é um tipo de câncer do sangue que se inicia na medula óssea, tecido líquido que ocupa o interior da maior parte dos ossos. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), cerca de 12 mil casos são registrados anualmente no Brasil.</p>
<p>Para ajudar a esclarecer dúvidas sobre sintomas, diagnóstico e tratamento da doença, a Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (<a href="https://abrale.org.br/">Abrale</a>) promove, nesta terça-feira (25/02) até às 16h, uma ação interativa em frente ao prédio da FIESP, na Avenida Paulista, em São Paulo. A atividade conta com um jogo de perguntas e respostas, tornando a informação mais acessível e contribuindo para a conscientização da população.</p>
<p>Ainda existem muitas dúvidas e tabus a respeito do tema, e por meio de conteúdos digitais e ações presenciais, a Abrale consegue mostrar à sociedade que a leucemia tem tratamento e que ficar atento aos sinais do corpo é o primeiro passo na busca pelo diagnóstico precoce e até mesmo cura da doença.</p>
<p>Fatores de risco e sintomas</p>
<p>Existem diversos tipos de leucemia, sendo os principais:</p>
<ul>
<li>Leucemia Linfoide Aguda: comumente observado em crianças;</li>
<li>Leucemia Linfoide Crônica: ocorre principalmente em idosos;</li>
<li>Leucemia Mieloide Aguda:  tipo mais comum em adultos;</li>
<li>Leucemia Mieloide Crônica: acomete especialmente adultos.</li>
</ul>
<p>Há poucos fatores de risco realmente comprovados que tenham contribuição para o desenvolvimento das leucemias. O principal deles é a exposição a agrotóxicos, a benzeno, o produto derivado do benzeno. Ter feito regamento e quimioterapia, embora pareça paradoxal, a quimioterapia pode gerar lesões nas células e causar, ser causa de uma leucemia, a radioterapia também.</p>
<p>Uma novidade importante, que vale a pena destacar, é que já existem dados mostrando que o cigarro eletrônico é capaz de favorecer o desenvolvimento de uma leucemia.</p>
<p>Quanto aos sinais e sintomas mais comuns que devem ser observados como possíveis alertas, é importante pensar em que, como se trata de uma doença do sangue, as alterações estão no sangue. Então, os indivíduos podem apresentar anemia, com isso a palidez, cansaço incomum.</p>
<p>Se as plaquetas estiverem baixas, podem aparecer hemorragias leves, ou até mesmo mais graves, em algumas ocasiões. As infecções também devem ser consideradas, já que as células de defesa do corpo estão em níveis mais baixos e sem exercer sua função de forma adequada.</p>
<p>Quando há uma suspeita, um simples hemograma pode levar a uma investigação mais profunda das condições do paciente. Para o diagnóstico, é feito um estudo da medula óssea &#8211; tecido responsável pela produção das células do sangue, hemácias, plaquetas, glóbulos brancos &#8211; onde está a origem da doença.</p>
<p>Manter hábitos saudáveis, como praticar atividade física regularmente e adotar uma boa alimentação, é essencial para reduzir o risco de várias doenças, incluindo a leucemia. Por exemplo, a obesidade, que é considerada uma condição de inflamação crônica, pode alterar o equilíbrio do organismo e aumentar a predisposição não apenas para leucemias, mas também para diversas outras doenças.</p>
<p>Promover estes hábitos saudáveis deve ser uma prioridade, tanto para prevenir o surgimento de doenças quanto para melhorar as condições do organismo em casos de diagnóstico, garantindo que o paciente tenha mais resistência para suportar tratamentos agressivos de forma adequada.</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.band.uol.com.br/">BandNews</a></p>
<p>The post <a href="https://abrale.org.br/abrale-na-midia/12-mil-casos-de-leucemia-sao-registrados-por-ano-no-brasil/">12 mil casos de leucemia são registrados por ano no Brasil</a> appeared first on <a href="https://abrale.org.br">Abrale</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cientistas identificam nova variante genética da leucemia mieloide aguda</title>
		<link>https://abrale.org.br/noticias/cientistas-identificam-nova-variante-genetica-da-leucemia-mieloide-aguda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Juliana Matias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Feb 2025 14:53:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[leucemia mieloide aguda]]></category>
		<category><![CDATA[leucemias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://abrale.org.br/?p=29205</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="1280" height="720" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/02/Shutterstock_2493629019.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/02/Shutterstock_2493629019.jpg 1280w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/02/Shutterstock_2493629019-300x169.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/02/Shutterstock_2493629019-1024x576.jpg 1024w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/02/Shutterstock_2493629019-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></p>
<p>Raro caso do câncer hematológico foi descrito com base em criança e outros cinco familiares; teste genético evitou transplante e possibilitou tratamento personalizado com remissão &#160; Pesquisadores da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP e do Laboratório do Grupo Fleury acompanharam um raro caso de leucemia mieloide aguda (LMA) familiar em uma&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://abrale.org.br/noticias/cientistas-identificam-nova-variante-genetica-da-leucemia-mieloide-aguda/">Cientistas identificam nova variante genética da leucemia mieloide aguda</a> appeared first on <a href="https://abrale.org.br">Abrale</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>Raro caso do câncer hematológico foi descrito com base em criança e outros cinco familiares; teste genético evitou transplante e possibilitou tratamento personalizado com remissão</h4>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-29209" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/02/Shutterstock_2493629019-300x169.jpg" alt="leucemia" width="1583" height="892" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/02/Shutterstock_2493629019-300x169.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/02/Shutterstock_2493629019-1024x576.jpg 1024w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/02/Shutterstock_2493629019-768x432.jpg 768w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/02/Shutterstock_2493629019.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1583px) 100vw, 1583px" /></p>
<p>Pesquisadores da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP e do Laboratório do Grupo Fleury acompanharam um raro caso de <a href="https://abrale.org.br/doencas/leucemia/lma/o-que-e/">leucemia mieloide aguda (LMA)</a> familiar em uma menina de apenas 6 anos. A pesquisa identificou outros cinco casos na mesma família, todos diagnosticados ainda na adolescência, além de duas mutações no gene CEBPA – essencial para dar origem às células que protegem de infecções bacterianas e fúngicas.</p>
<p>O caso foi descrito em um artigo publicado na revista internacional Hematology, Transfusion and Cell Therapy e relatou, de forma inédita, uma nova variante hereditária do gene CEBPA. De acordo com a médica hematologista Lorena Lobo Figueiredo Pontes, o conhecimento de alterações genéticas neste tipo de leucemia é fator decisório para encaminhar um paciente ao transplante de medula óssea ou não.</p>
<p>“São conhecidas as alterações associadas a prognóstico mais favorável, que podem evitar esta terapia inicialmente, e aquelas que caracterizam as leucemias mais agressivas, que necessitam do transplante muito rapidamente. Considerando a complexidade, os riscos e custos do transplante, esse conhecimento é fundamental”, afirma. Lorena é coordenadora do Consórcio Internacional de Leucemias Agudas, uma iniciativa global da Sociedade Americana de Hematologia, e professora do Departamento de Imagens Médicas, Hematologia e Oncologia Clínica da FMRP.</p>
<p>A LMA é uma neoplasia do sistema sanguíneo causada pelo acúmulo de células-tronco na medula óssea, onde são produzidas as células do sangue. A doença conhecida como “câncer do sangue” ocorre quando as células-tronco, também chamadas de imaturas ou precursoras, perdem a capacidade de se diferenciar em células específicas e ganham vantagens de sobrevivência e expansão, ocupando a medula óssea rapidamente e impedindo a formação de células normais.</p>
<p>Para chegar ao caso descrito no estudo, os pesquisadores fizeram um acompanhamento de longo prazo com 187 pacientes diagnosticados com a leucemia mieloide aguda. Dos 187 pacientes, 18 tinham uma variante no gene CEBPA. “O gene CEBPA codifica uma proteína essencial para a diferenciação de células mieloides que vão dar origem aos neutrófilos no nosso sangue periférico, ou seja, as células que nos protegem de infecções bacterianas e fúngicas”, explica a médica.</p>
<p>As mutações neste gene podem ser detectadas em cerca de 5% a 15% dos casos, porém não há disponibilidade no SUS para realização do teste de sequenciamento gênico para pacientes com leucemias agudas. Os casos se tornam ainda mais delicados quando envolvem uma família inteira com mutações germinativas, ou seja, que podem ser passadas para os descendentes.</p>
<p>Lorena explica que a grande dificuldade desses casos é conseguir a pesquisa de mutações do CEBPA e de outros genes associados às neoplasias mieloides como a LMA.</p>
<p>No Hospital das Clínicas da USP em Ribeirão Preto, conta ela, foi possível fazer a pesquisa apenas para pacientes incluídos em estudos clínicos do investigador com fomento à pesquisa.</p>
<p>&#8220;Não há disponibilidade no SUS para realização do teste de sequenciamento gênico para pacientes com leucemias agudas nem tampouco para familiares. Espera-se que, por meio da divulgação científica, a gestão da Saúde no País se sensibilize para estas demandas”, diz Lorena Lobo Figueiredo Pontes.</p>
<h3>Variações no gene</h3>
<p>O CEBPA é um dos genes que podem apresentar uma variação em células somáticas e levar ao desenvolvimento de Leucemia Mieloide Aguda em alguma fase da vida, mas também podem estar mutados de forma germinativa, sendo presentes na pessoa desde seu nascimento e podendo ser transmitidos de forma hereditária.</p>
<p>O estudo destacou que mutações germinativas em CEBPA não apenas predispõem ao desenvolvimento da leucemia mieloide aguda, mas também influenciam as mutações adicionais que surgem durante a evolução da doença. Além disso, ele reforça a importância da realização de testes genéticos em famílias com histórico de câncer hematológico, tanto para orientar opções terapêuticas – como o transplante de medula óssea – quanto para identificar e evitar doadores da mesma família.</p>
<p>“Na nossa investigação, cinco casos familiares de LMA foram identificados, incluindo a irmã compatível para o transplante de medula óssea que apresentava a mesma mutação, o que foi útil para contraindicar o procedimento e direcionar a paciente para tratamento apenas com quimioterapia”, conta Lorena.</p>
<p>O tratamento da paciente seguiu protocolos-padrão de quimioterapia infantil e resultou em remissão completa, sem necessidade de transplante de medula óssea. Dois anos após o tratamento, a paciente permanece saudável e sem sinais de recidiva.</p>
<p>“A identificação precoce de mutações genéticas como essa é fundamental para oferecer um acompanhamento adequado aos pacientes e seus familiares. Estudos como este ajudam a construir o conhecimento necessário para um diagnóstico mais rápido e tratamentos mais eficazes no futuro”, afirma Maria de Lourdes Chauffaille, coautora do estudo e consultora médica do Grupo Fleury.</p>
<p>Para a professora da USP, a investigação genética é muito pertinente, pois os pacientes não apresentam outros distúrbios que levantem a suspeita de uma doença hereditária. Por isso, casos de LMA na infância e em pacientes com forte história familiar para a mesma condição merecem a pesquisa genética. “Além disso, o conhecimento do perfil de mutações ao diagnóstico permite o acompanhamento personalizado da resposta ao tratamento por meio de técnicas de alta sensibilidade. A descrição do caso também adiciona aos bancos de dados genéticos mundiais uma nova variante, otimizando o diagnóstico molecular para outros casos”, completa Lorena Pontes.</p>
<p>O estudo <em>Familial acute myeloid leukemia due to a novel germline CEBPA pathogenic variant – a case report</em> está disponível <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2531137924003213" target="_blank" rel="noopener">neste link</a>.</p>
<p>Fonte: <a href="https://jornal.usp.br/">Jornal da USP.</a></p>
<p>The post <a href="https://abrale.org.br/noticias/cientistas-identificam-nova-variante-genetica-da-leucemia-mieloide-aguda/">Cientistas identificam nova variante genética da leucemia mieloide aguda</a> appeared first on <a href="https://abrale.org.br">Abrale</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Abrale lança iniciativa para alertar sobre os sinais das leucemias</title>
		<link>https://abrale.org.br/abrale-na-midia/abrale-lanca-iniciativa-para-alertar-sobre-os-sinais-das-leucemias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Katia Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2020 20:29:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Abrale na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[leucemia aguda]]></category>
		<category><![CDATA[leucemia sintoma]]></category>
		<category><![CDATA[leucemias]]></category>
		<category><![CDATA[lla]]></category>
		<category><![CDATA[lma]]></category>
		<category><![CDATA[sintoma de leucemia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://azure2.abrale.org.br/?p=12209</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="750" height="550" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/10/post-campanha-leucemia_Prancheta-1.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/10/post-campanha-leucemia_Prancheta-1.jpg 750w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/10/post-campanha-leucemia_Prancheta-1-300x220.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/10/post-campanha-leucemia_Prancheta-1-600x440.jpg 600w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/10/post-campanha-leucemia_Prancheta-1-700x513.jpg 700w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/10/post-campanha-leucemia_Prancheta-1-350x257.jpg 350w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/10/post-campanha-leucemia_Prancheta-1-395x290.jpg 395w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Os óbitos por leucemia no Brasil representaram 3,1% do total de mortes por câncer em 2017, sendo o 8° tipo de câncer com maior mortalidade A leucemia é um câncer que tem início nas células-tronco da medula óssea. As células sanguíneas doentes proliferam e atrapalham a produção das células sanguíneas saudáveis da medula óssea, diminuindo&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://abrale.org.br/abrale-na-midia/abrale-lanca-iniciativa-para-alertar-sobre-os-sinais-das-leucemias/">Abrale lança iniciativa para alertar sobre os sinais das leucemias</a> appeared first on <a href="https://abrale.org.br">Abrale</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img width="750" height="550" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/10/post-campanha-leucemia_Prancheta-1.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/10/post-campanha-leucemia_Prancheta-1.jpg 750w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/10/post-campanha-leucemia_Prancheta-1-300x220.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/10/post-campanha-leucemia_Prancheta-1-600x440.jpg 600w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/10/post-campanha-leucemia_Prancheta-1-700x513.jpg 700w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/10/post-campanha-leucemia_Prancheta-1-350x257.jpg 350w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2020/10/post-campanha-leucemia_Prancheta-1-395x290.jpg 395w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p><h2>Os óbitos por leucemia no Brasil representaram 3,1% do total de mortes por câncer em 2017, sendo o 8° tipo de câncer com maior mortalidade</h2>
<p><span id="more-12209"></span></p>
<p>A leucemia é um câncer que tem início nas células-tronco da medula óssea. As células sanguíneas doentes proliferam e atrapalham a produção das células sanguíneas saudáveis da medula óssea, diminuindo seu número normal. Segundo o Instituto Nacional do Câncer, são estimados 10.810 novos casos da doença neste ano. O INCA alerta que, &#8220;depois de instalada, a doença progride rapidamente, exigindo que o tratamento seja iniciado logo após o diagnóstico e a classificação da leucemia&#8221;.</p>
<p>Algumas mudanças no organismo podem ajudar o paciente a identificar a doença e buscar o diagnóstico com maior rapidez. Este é o objetivo da campanha &#8220;A leucemia parece invisível. Mas seus sintomas são evidentes&#8221;, lançada pela Abrale &#8211; Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia.</p>
<blockquote><p>&#8220;Por não ser um tumor que cresce em alguma parte do corpo, muitas vezes entender a leucemia pode ser difícil. Mas sinais como cansaço e falta de ar, febre, infecções muitas vezes graves ou recorrentes, sangramentos e manchas roxas na pele, gânglios linfáticos inchados e dores ósseas e nas articulações devem acender o sinal de alerta&#8221;, ressalta a presidente da Abrale, Merula Steagall.</p></blockquote>
<p>A leucemia é o câncer mais incidente na população com até 20 anos de idade, em que o subtipo mais frequente é a LLA (leucemia linfoide aguda). Contudo, em números gerais, a maior parte dos casos ocorre em indivíduos idosos. Enquanto na população entre 20 e 49 anos a mais frequente é a LMA (leucemia mieloide aguda), nos indivíduos com mais de 50 anos é a LLC (leucemia linfoide crônica) e a LMC (leucemia mieloide crônica).</p>
<p>No Brasil, segundo estimativas do Inca, a leucemia foi o 13° tipo de câncer mais frequente em 2017, correspondendo a 1,7% do total de novos casos (INCA,2016). Com relação à mortalidade, os óbitos por leucemia no Brasil representaram 3,1% do total de mortes por câncer em 2017, sendo o 8° tipo de câncer com maior mortalidade (DATASUS, 2019).</p>
<h2>Observatório de Oncologia divulga estudo sobre &#8220;Tendências da mortalidade por leucemia no Brasil&#8221;</h2>
<p>Um estudo do Observatório de Oncologia analisou as características fisiopatológicas, clínicas e epidemiológicas de cada um dos subtipos de leucemias e mostrou como estes fatores podem afetar diretamente o tratamento e o prognóstico da doença. Os pesquisadores avaliaram as tendências de mortalidade por leucemia no Brasil, entre 2008 e 2017, de acordo com cada um dos subtipos da doença, faixa etária e estado de residência.</p>
<p>No período, foram identificados 63.452 óbitos por leucemia no Brasil. Do total, o subtipo mais frequente foi LMA (36%), seguido por OLNE &#8211; outras leucemias não especificadas (23%) e LLA (17%). Os óbitos foram mais frequentes entre indivíduos do sexo masculino (54%). A faixa etária com maior número de óbitos foi a de 70 a 79 anos (19%, seguida pela de 60 a 69 anos (16%) e 80 a 89 anos (14%). As faixas etárias de 0 a 9 anos e de 10 a 19 anos representaram juntas 15% do total de óbitos.</p>
<p>Na faixa etária de 0 a 19 anos, o subtipo de leucemia mais frequente foi a LLA com 51% dos casos. No entanto, nas faixas etárias de 20 a 49 anos e 50 anos ou mais, a LMA foi o subtipo mais frequente representando, respectivamente, 43% e 35% do total de óbitos.</p>
<h2>Mortalidade por Estados</h2>
<p>O estado de São Paulo apresentou o maior número de óbitos no período analisado, com 24% do total, em seguida vieram os estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro, com 10% e 9% do total de óbitos, respectivamente.</p>
<p>O Rio Grande do Sul, por sua vez, apresentou, segundo os dados analisados, a maior taxa de mortalidade por leucemia ajustada por idade do Brasil, sendo cerca de 40% superior à taxa de mortalidade ajustada do país.</p>
<p>&#8220;Observamos que, embora o número absoluto de óbitos por leucemias no Brasil tenha aumentado em 10 anos, 2008 a 2017, provavelmente em grande medida, decorrente do crescimento populacional no período, não houve crescimento da taxa de mortalidade por leucemias ajustada pela idade&#8221;, destaca Nelson Correa, doutor em Ciências da Saúde, pesquisador da Abrale e Observatório de Oncologia. &#8220;Contudo, quando observamos as taxas de mortalidade por faixa etária, foi evidenciado que, no período, houve um aumento da taxa de mortalidade por leucemias na população com mais de 50 anos de idade&#8221;, completa.</p>
<p>Estes achados podem indicar a necessidade de ações de saúde voltadas para o aumento da sobrevida dos casos de leucemia, especialmente na população mais velha.</p>
<p>O estudo completo está disponível em <a href="https://observatoriodeoncologia.com.br/mortalidade_leucemias/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://observatoriodeoncologia.com.br/mortalidade_leucemias/</a></p>
<h2>Sobre a ABRALE</h2>
<p>A Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale) foi fundada por pacientes e familiares em 2002, com a missão de oferecer ajuda e mobilizar parceiros para que todas as pessoas com câncer do sangue no Brasil tenham acesso ao melhor tratamento. A atuação da associação é sustentada por quatro pilares: Apoio ao Paciente, Educação e Informação, Pesquisa e Monitoramento e Políticas Públicas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fonte:</strong> Agência O Globo</p>
<p>The post <a href="https://abrale.org.br/abrale-na-midia/abrale-lanca-iniciativa-para-alertar-sobre-os-sinais-das-leucemias/">Abrale lança iniciativa para alertar sobre os sinais das leucemias</a> appeared first on <a href="https://abrale.org.br">Abrale</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Congresso TJCC Digital</title>
		<link>https://abrale.org.br/noticias/congresso-tjcc-online/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carlos Colon]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Nov 2019 14:04:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[leucemias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://azure2.abrale.org.br/?p=4943</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="900" height="520" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2019/11/imagem-destaque-congresso-tjcc-digital_Prancheta-1.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2019/11/imagem-destaque-congresso-tjcc-digital_Prancheta-1.jpg 900w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2019/11/imagem-destaque-congresso-tjcc-digital_Prancheta-1-300x173.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2019/11/imagem-destaque-congresso-tjcc-digital_Prancheta-1-768x444.jpg 768w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2019/11/imagem-destaque-congresso-tjcc-digital_Prancheta-1-600x347.jpg 600w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2019/11/imagem-destaque-congresso-tjcc-digital_Prancheta-1-700x404.jpg 700w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2019/11/imagem-destaque-congresso-tjcc-digital_Prancheta-1-350x202.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /></p>
<p>21 a 25 de setembro 2020 Engajando líderes para aprimorar o cuidado oncológico. Faça sua inscrição e acompanhe on-line todo o evento.  &#160;</p>
<p>The post <a href="https://abrale.org.br/noticias/congresso-tjcc-online/">Congresso TJCC Digital</a> appeared first on <a href="https://abrale.org.br">Abrale</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img width="900" height="520" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2019/11/imagem-destaque-congresso-tjcc-digital_Prancheta-1.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2019/11/imagem-destaque-congresso-tjcc-digital_Prancheta-1.jpg 900w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2019/11/imagem-destaque-congresso-tjcc-digital_Prancheta-1-300x173.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2019/11/imagem-destaque-congresso-tjcc-digital_Prancheta-1-768x444.jpg 768w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2019/11/imagem-destaque-congresso-tjcc-digital_Prancheta-1-600x347.jpg 600w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2019/11/imagem-destaque-congresso-tjcc-digital_Prancheta-1-700x404.jpg 700w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2019/11/imagem-destaque-congresso-tjcc-digital_Prancheta-1-350x202.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /></p>
<p class="wp-block-paragraph"><q>21 a 25 de setembro 2020</q></p>
<p>Engajando líderes para aprimorar o cuidado oncológico. Faça sua inscrição e acompanhe on-line todo o evento. </p>

<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://abrale.org.br/noticias/congresso-tjcc-online/">Congresso TJCC Digital</a> appeared first on <a href="https://abrale.org.br">Abrale</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
