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	<title>Abrale</title>
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		<title>Organizações apontam entraves no acesso ao transplante de medula óssea</title>
		<link>https://abrale.org.br/abrale-na-midia/organizacoes-apontam-entraves-no-acesso-ao-transplante-de-medula-ossea/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Juliana Matias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 16:25:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Abrale na Mídia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="1280" height="720" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-38.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="transplante" decoding="async" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-38.jpg 1280w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-38-300x169.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-38-1024x576.jpg 1024w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-38-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></p>
<p>A Associação Brasileira de Câncer do Sangue (Abrale), em conjunto com a Associação Amigos da Medula Óssea (AMEO), a Sociedade Brasileira de Terapia Celular e Transplante de Medula Óssea (SBTMO) e a Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH), manifestou preocupação com as limitações operacionais no acesso ao transplante de medula óssea (TMO)&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://abrale.org.br/abrale-na-midia/organizacoes-apontam-entraves-no-acesso-ao-transplante-de-medula-ossea/">Organizações apontam entraves no acesso ao transplante de medula óssea</a> appeared first on <a href="https://abrale.org.br">Abrale</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-32705" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-38-300x169.jpg" alt="transplante" width="1484" height="836" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-38-300x169.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-38-1024x576.jpg 1024w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-38-768x432.jpg 768w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-38.jpg 1280w" sizes="(max-width: 1484px) 100vw, 1484px" /></p>
<p>A Associação Brasileira de Câncer do Sangue (<a href="https://abrale.org.br/" target="_blank" rel="noopener">Abrale</a>), em conjunto com a Associação Amigos da Medula Óssea (AMEO), a Sociedade Brasileira de Terapia Celular e Transplante de Medula Óssea (SBTMO) e a Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH), manifestou preocupação com as limitações operacionais no acesso ao transplante de medula óssea (TMO) no Brasil. O atual cenário está gerando impactos diretos na assistência oncológica e hematológica no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>O país mantém um dos maiores programas públicos de transplante de medula óssea do mundo, com papel estratégico do Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea (REDOME), que está entre os maiores registros mundiais de doadores. Nos últimos anos, houve um crescimento contínuo da demanda por transplantes, impulsionado pelo envelhecimento populacional, pela ampliação das indicações terapêuticas e pelo aumento no diagnóstico de doenças onco-hematológicas.</p>
<p>Estima-se que 50% dos transplantes realizados no Brasil são do tipo haploidêntico, e a indisponibilidade da ciclofosfamida, medicamento essencial para esse tipo de transplante, criou uma situação considerada crítica. A previsão é que o abastecimento só seja normalizado a partir de julho de 2026, o que compromete a realização desses transplantes no curto prazo.</p>
<p>Com a limitação dos transplantes haploidênticos, observa-se uma migração para procedimentos com doadores não aparentados, o que tem aumentado a pressão sobre o REDOME, especialmente na busca por doadores internacionais. Diante desse contexto, as associações receberam a notícia de que vai haver uma limitação de importação por mês, o que é apontado pelos especialistas como incompatível com a demanda emergencial, podendo provocar atrasos no tratamento e restringir a escolha do doador mais adequado, com possíveis impactos nos resultados clínicos.</p>
<p>Destacamos problemas estruturais, como gargalos na coleta nacional de medula óssea e a remuneração considerada insuficiente para procedimentos como aférese e coleta, o que afeta a capacidade operacional dos serviços. Outro ponto é o subfinanciamento do REDOME, cujo orçamento não acompanha o crescimento da demanda.</p>
<p>O cenário vem se agravando há anos, com relatos de serviços que acumulam dezenas de pacientes em fila para transplante, incluindo casos de mieloma múltiplo, sem perspectiva clara de acesso ao tratamento em tempo oportuno. O impacto das últimas medidas pode ter efeitos prolongados e alterar significativamente o padrão assistencial vigente.</p>
<p>Diante desse cenário, as entidades defendem a revisão imediata da limitação de importação de doadores internacionais, com flexibilização excepcional enquanto durar o desabastecimento da ciclofosfamida, além da definição de critérios claros para priorização de casos mais graves, também é apontada como necessárias à recomposição do orçamento do REDOME, assim como medidas para agilizar a coleta nacional e maior transparência na divulgação de dados como filas e tempos de espera.</p>
<p>As associações enviaram ofício conjunto para às autoridades competentes, relatando as preocupações com o cenário atual do transplante de medula óssea no país. O documento foi direcionado à Coordenação-Geral do Sistema Nacional de Transplantes (SNT), ao Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea (REDOME) e ao Departamento de Prevenção e Controle do Câncer (DCAN), com o objetivo de dar ciência formal aos impactos da medida, com solicitação de agenda e medidas urgentes para mitigar os impactos assistenciais.</p>
<p>Reforçando a importância do diálogo com o Ministério da Saúde, especialmente o Sistema Nacional de Transplantes (SNT), propondo maior participação social e visibilidade das estratégias adotadas para enfrentar a situação no curto, médio e longo prazo.</p>
<p>Além das demandas apresentadas, as associações já estão mobilizadas na construção de ações voltadas à melhoria do cenário, com iniciativas como articulação institucional, diálogo com especialistas e gestores, além do levantamento de dados para subsidiar decisões e propostas estruturantes. O objetivo é contribuir para o fortalecimento e a ampliação da capacidade do sistema de transplantes no país.</p>
<p>Fonte: <a href="https://medicinasa.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Medicina S/A</a></p>
<p>The post <a href="https://abrale.org.br/abrale-na-midia/organizacoes-apontam-entraves-no-acesso-ao-transplante-de-medula-ossea/">Organizações apontam entraves no acesso ao transplante de medula óssea</a> appeared first on <a href="https://abrale.org.br">Abrale</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Participe da consulta pública n° 171 da ANS que está analisando o medicamento acalabrutinibe combinado com venetoclax para o tratamento de pacientes com leucemia linfocítica crônica (LLC) ou linfoma linfocítico de pequenas células</title>
		<link>https://abrale.org.br/abrale-na-politica/participe-da-consulta-publica-n-171-da-ans-que-esta-analisando-o-medicamento-acalabrutinibe-combinado-com-venetoclax-para-o-tratamento-de-pacientes-com-leucemia-linfocitica-cronica-llc-ou-linf/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isadora Cupertino]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 21:06:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Abrale na Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="1280" height="720" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/CPANS.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/CPANS.jpg 1280w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/CPANS-300x169.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/CPANS-1024x576.jpg 1024w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/CPANS-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></p>
<p>A Agência Nacional de Saúde Suplementar abriu a Consulta Pública nº 171/2026 para receber contribuições sobre a incorporação do acalabrutinibe combinado com venetoclax para o tratamento de pacientes com leucemia linfocítica crônica (LLC) ou linfoma linfocítico de pequenas células. A consulta já está disponível no site da ANS e recebe contribuições até 28 de abril&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://abrale.org.br/abrale-na-politica/participe-da-consulta-publica-n-171-da-ans-que-esta-analisando-o-medicamento-acalabrutinibe-combinado-com-venetoclax-para-o-tratamento-de-pacientes-com-leucemia-linfocitica-cronica-llc-ou-linf/">Participe da consulta pública n° 171 da ANS que está analisando o medicamento acalabrutinibe combinado com venetoclax para o tratamento de pacientes com leucemia linfocítica crônica (LLC) ou linfoma linfocítico de pequenas células</a> appeared first on <a href="https://abrale.org.br">Abrale</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img width="1280" height="720" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/CPANS.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/CPANS.jpg 1280w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/CPANS-300x169.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/CPANS-1024x576.jpg 1024w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/CPANS-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></p><p>A Agência Nacional de Saúde Suplementar abriu a <strong>Consulta Pública nº 171/2026</strong> para receber contribuições sobre a<strong> incorporação do acalabrutinibe combinado com venetoclax para o tratamento de pacientes com leucemia linfocítica crônica (LLC) ou linfoma linfocítico de pequenas células</strong>. A consulta já está disponível no site da ANS e recebe <strong>contribuições até 28 de abril de 2026.</strong></p>
<p>A proposta em análise na Consulta Pública nº 171/2026 avalia a incorporação do acalabrutinibe em combinação com venetoclax como opção terapêutica para pacientes com leucemia linfocítica crônica (LLC) ou linfoma linfocítico de pequenas células.</p>
<p>A discussão se insere no contexto da ampliação do acesso a terapias inovadoras na saúde suplementar, refletindo os avanços no tratamento das neoplasias hematológicas e o uso crescente de combinações terapêuticas que buscam melhores desfechos clínicos e maior qualidade de vida para os pacientes.</p>
<p>A participação social é fundamental para o aprimoramento das políticas públicas de saúde e para a qualificação das decisões regulatórias na saúde suplementar. Por meio da consulta pública, pacientes, familiares, cuidadores, profissionais de saúde, organizações da sociedade civil, empresas e demais interessados no tema podem enviar opiniões, experiências e contribuições que auxiliem para a avaliação da proposta.</p>
<p>Para participar, basta acessar o site da ANS, ir na página de participação social, entrar em consultas públicas e selecionar a consulta pública nº 171. A página também disponibiliza os documentos técnicos de apoio e o formulário para participação.</p>
<h6>Acesse o site e contribua – <a href="https://componentes-portal.ans.gov.br/link/ConsultaPublica/171">aqui</a></h6>
<p><em>Fonte: Agência Nacional de Saúde Suplementar</em></p>
<p>The post <a href="https://abrale.org.br/abrale-na-politica/participe-da-consulta-publica-n-171-da-ans-que-esta-analisando-o-medicamento-acalabrutinibe-combinado-com-venetoclax-para-o-tratamento-de-pacientes-com-leucemia-linfocitica-cronica-llc-ou-linf/">Participe da consulta pública n° 171 da ANS que está analisando o medicamento acalabrutinibe combinado com venetoclax para o tratamento de pacientes com leucemia linfocítica crônica (LLC) ou linfoma linfocítico de pequenas células</a> appeared first on <a href="https://abrale.org.br">Abrale</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Abrale e entidades pedem medidas sobre a falta de ciclofosfamida e restrições operacionais no REDOME</title>
		<link>https://abrale.org.br/abrale-na-politica/abrale-e-entidades-pedem-medidas-sobre-a-falta-de-ciclofosfamida-e-restricoes-operacionais-no-redome/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isadora Cupertino]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 21:23:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Abrale na Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="1280" height="720" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/TMO.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/TMO.jpg 1280w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/TMO-300x169.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/TMO-1024x576.jpg 1024w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/TMO-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></p>
<p>A Associação Brasileira de Câncer do Sangue (Abrale), em conjunto com a Associação Amigos da Medula Óssea (AMEO), a Sociedade Brasileira de Terapia Celular e Transplante de Medula Óssea (SBTMO) e a Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH), manifestou preocupação com as limitações operacionais no acesso ao transplante de medula óssea (TMO)&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://abrale.org.br/abrale-na-politica/abrale-e-entidades-pedem-medidas-sobre-a-falta-de-ciclofosfamida-e-restricoes-operacionais-no-redome/">Abrale e entidades pedem medidas sobre a falta de ciclofosfamida e restrições operacionais no REDOME</a> appeared first on <a href="https://abrale.org.br">Abrale</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img width="1280" height="720" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/TMO.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/TMO.jpg 1280w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/TMO-300x169.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/TMO-1024x576.jpg 1024w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/TMO-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></p><p>A Associação Brasileira de Câncer do Sangue (Abrale), em conjunto com a Associação Amigos da Medula Óssea (AMEO), a Sociedade Brasileira de Terapia Celular e Transplante de Medula Óssea (SBTMO) e a Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH), manifestou preocupação com as limitações operacionais no acesso ao transplante de medula óssea (TMO) no Brasil. O atual cenário está gerando impactos diretos na assistência oncológica e hematológica no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>O país mantém um dos maiores programas públicos de transplante de medula óssea do mundo, com papel estratégico do Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea (REDOME), que está entre os maiores registros mundiais de doadores. Nos últimos anos, houve um crescimento contínuo da demanda por transplantes, impulsionado pelo envelhecimento populacional, pela ampliação das indicações terapêuticas e pelo aumento no diagnóstico de doenças onco-hematológicas.</p>
<p>Estima-se que 50% ¹ dos transplantes realizados no Brasil são do tipo haploidêntico, e a indisponibilidade da ciclofosfamida, medicamento essencial para esse tipo de transplante, criou uma situação considerada crítica. A previsão é que o abastecimento só seja normalizado a partir de julho de 2026, o que compromete a realização desses transplantes no curto prazo.</p>
<p>Com a limitação dos transplantes haploidênticos, observa-se uma migração para procedimentos com doadores não aparentados, o que tem aumentado a pressão sobre o REDOME, especialmente na busca por doadores internacionais. Diante desse contexto, as associações receberam a notícia de que vai haver uma limitação de importação por mês, o que é apontado pelos especialistas como incompatível com a demanda emergencial, podendo provocar atrasos no tratamento e restringir a escolha do doador mais adequado, com possíveis impactos nos resultados clínicos.</p>
<p>Destacamos problemas estruturais, como gargalos na coleta nacional de medula óssea e a remuneração considerada insuficiente para procedimentos como aférese e coleta, o que afeta a capacidade operacional dos serviços. Outro ponto é o subfinanciamento do REDOME, cujo orçamento não acompanha o crescimento da demanda.</p>
<p>O cenário vem se agravando há anos, com relatos de serviços que acumulam dezenas de pacientes em fila para transplante, incluindo casos de mieloma múltiplo, sem perspectiva clara de acesso ao tratamento em tempo oportuno. O impacto das últimas medidas pode ter efeitos prolongados e alterar significativamente o padrão assistencial vigente.</p>
<p>Diante desse cenário, as entidades defendem a revisão imediata da limitação de importação de doadores internacionais, com flexibilização excepcional enquanto durar o desabastecimento da ciclofosfamida, além da definição de critérios claros para priorização de casos mais graves, também é apontada como necessárias à recomposição do orçamento do REDOME, assim como medidas para agilizar a coleta nacional e maior transparência na divulgação de dados como filas e tempos de espera.</p>
<p>As associações enviaram ofício conjunto para às autoridades competentes, relatando as preocupações com o cenário atual do transplante de medula óssea no país. O documento foi direcionado à Coordenação-Geral do Sistema Nacional de Transplantes (SNT), ao Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea (REDOME) e ao Departamento de Prevenção e Controle do Câncer (DCAN), com o objetivo de dar ciência formal aos impactos da medida, com solicitação de agenda e medidas urgentes para mitigar os impactos assistenciais.</p>
<p>Reforçando a importância do diálogo com o Ministério da Saúde, especialmente o Sistema Nacional de Transplantes (SNT), propondo maior participação social e visibilidade das estratégias adotadas para enfrentar a situação no curto, médio e longo prazo.</p>
<p>Além das demandas apresentadas, as associações já estão mobilizadas na construção de ações voltadas à melhoria do cenário, com iniciativas como articulação institucional, diálogo com especialistas e gestores, além do levantamento de dados para subsidiar decisões e propostas estruturantes. O objetivo é contribuir para o fortalecimento e a ampliação da capacidade do sistema de transplantes no país.</p>
<p>Fonte: 1:<strong> OBSERVATÓRIO DE ONCOLOGIA</strong>. Entenda melhor o transplante de células-tronco. 2021. Disponível em: <a href="https://observatoriodeoncologia.com.br/estudos/tratamento-em-oncologia/2021/10-perguntas-e-respostas-para-entender-melhor-o-transplante-de-celulas-tronco/">https://observatoriodeoncologia.com.br/estudos/tratamento-em-oncologia/2021/10-perguntas-e-respostas-para-entender-melhor-o-transplante-de-celulas-tronco/</a>. Acesso em: 14 abr. 2026.</p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">Área de Políticas Públicas e Advocacy da Abrale</span></em></p>
<p>The post <a href="https://abrale.org.br/abrale-na-politica/abrale-e-entidades-pedem-medidas-sobre-a-falta-de-ciclofosfamida-e-restricoes-operacionais-no-redome/">Abrale e entidades pedem medidas sobre a falta de ciclofosfamida e restrições operacionais no REDOME</a> appeared first on <a href="https://abrale.org.br">Abrale</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Conitec abre duas Chamadas Públicas para relatos da Perspectiva do Paciente com  Linfoma Difuso de Grandes Células B</title>
		<link>https://abrale.org.br/abrale-na-politica/conitec-abre-duas-chamadas-publicas-para-relatos-da-perspectiva-do-paciente-com-linfoma-difuso-de-grandes-celulas-b/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isadora Cupertino]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 13:53:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Abrale na Política]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://abrale.org.br/?p=32805</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="1280" height="720" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/ChamadasPublicas.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/ChamadasPublicas.jpg 1280w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/ChamadasPublicas-300x169.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/ChamadasPublicas-1024x576.jpg 1024w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/ChamadasPublicas-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></p>
<p>Está aberta uma Perspectiva do Paciente, iniciativa da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) que busca ampliar a participação social no processo de Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS). Chamadas públicas abertas Nesta etapa, estão abertas as seguintes chamadas: Chamada Pública nº 40/2026 &#8211; Rituximabe para tratamento de pacientes com linfoma difuso&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://abrale.org.br/abrale-na-politica/conitec-abre-duas-chamadas-publicas-para-relatos-da-perspectiva-do-paciente-com-linfoma-difuso-de-grandes-celulas-b/">Conitec abre duas Chamadas Públicas para relatos da Perspectiva do Paciente com  Linfoma Difuso de Grandes Células B</a> appeared first on <a href="https://abrale.org.br">Abrale</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img width="1280" height="720" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/ChamadasPublicas.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/ChamadasPublicas.jpg 1280w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/ChamadasPublicas-300x169.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/ChamadasPublicas-1024x576.jpg 1024w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/ChamadasPublicas-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></p><p>Está aberta uma Perspectiva do Paciente, iniciativa da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) que busca ampliar a participação social no processo de Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS).</p>
<p><strong>Chamadas públicas abertas</strong></p>
<p>Nesta etapa, estão abertas as seguintes chamadas:</p>
<ul>
<li>Chamada Pública nº 40/2026 &#8211; Rituximabe para tratamento de pacientes com linfoma difuso de grandes células B refratário ou recidivante ao tratamento de primeira linha (tratamento de resgate, 2ª linha e subsequente) ou para tratamento de manutenção após a primeira linha;</li>
<li>Chamada Pública n° 41/2026 &#8211; Transplante de células progenitoras hematopoiéticas (TCPH) alogênico para tratamento de pacientes com Linfoma Difuso de Grandes Células B (LDGCB) recidivado após transplante autólogo (TCTH).</li>
</ul>
<p><strong>Como participar</strong></p>
<p>Os interessados em compartilhar suas experiências devem se inscrever na chamada pública correspondente ao tema de interesse, disponível na página da Conitec. Para o preenchimento do formulário, é necessário realizar login no portal gov.br.</p>
<p>O prazo para inscrição em todas as chamadas públicas é <strong>até 23 de abril de 2026</strong>.</p>
<p><strong>Sobre a Perspectiva do Paciente</strong></p>
<p>A Perspectiva do Paciente é um espaço de escuta qualificada, promovido pela comissão do Ministério da Saúde que avalia novas tecnologias em saúde para serem disponibilizadas no Sistema Único de Saúde (SUS). Esse espaço fortalece a participação social e traz experiências de mundo real. Qualificando as análises técnicas, incorporando aspectos como qualidade de vida, benefícios percebidos, desafios do tratamento e a experiência cotidiana com a condição de saúde.</p>
<p>O representante selecionado participa da reunião da Conitec para apresentar seu relato de experiência, sem direito a voto ou decisão sobre a incorporação da tecnologia, mas contribuindo com informações relevantes para o processo de análise e sensibilizando os tomadores de decisão.</p>
<p>As orientações completas sobre a ação e o formulário de inscrição estão disponíveis no site da Conitec.</p>
<p>Acesse o <a href="https://www.gov.br/conitec/pt-br/assuntos/participacao-social/perspectiva-do-paciente-1">site da Conitec</a></p>
<p>The post <a href="https://abrale.org.br/abrale-na-politica/conitec-abre-duas-chamadas-publicas-para-relatos-da-perspectiva-do-paciente-com-linfoma-difuso-de-grandes-celulas-b/">Conitec abre duas Chamadas Públicas para relatos da Perspectiva do Paciente com  Linfoma Difuso de Grandes Células B</a> appeared first on <a href="https://abrale.org.br">Abrale</a>.</p>
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		<title>Participe da consulta pública n° 29 que está analisando o uso do blinatumomabe no tratamento da leucemia linfoblástica aguda</title>
		<link>https://abrale.org.br/abrale-na-politica/participe-da-consulta-publica-n-29-que-esta-analisando-o-uso-do-blinatumomabe-no-tratamento-da-leucemia-linfoblastica-aguda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isadora Cupertino]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 17:54:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Abrale na Política]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://abrale.org.br/?p=32767</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="1280" height="720" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/AbraleCNS-1.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/AbraleCNS-1.jpg 1280w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/AbraleCNS-1-300x169.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/AbraleCNS-1-1024x576.jpg 1024w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/AbraleCNS-1-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></p>
<p>A Conitec abriu a Consulta Pública nº 29/2026 para receber contribuições sobre o Protocolo de Uso do blinatumomabe no tratamento da leucemia linfoblástica aguda de células B e cromossomo Philadelphia negativo. A consulta já está disponível na plataforma oficial e recebe contribuições até 27 de abril de 2026. A participação social é fundamental para o&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://abrale.org.br/abrale-na-politica/participe-da-consulta-publica-n-29-que-esta-analisando-o-uso-do-blinatumomabe-no-tratamento-da-leucemia-linfoblastica-aguda/">Participe da consulta pública n° 29 que está analisando o uso do blinatumomabe no tratamento da leucemia linfoblástica aguda</a> appeared first on <a href="https://abrale.org.br">Abrale</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img width="1280" height="720" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/AbraleCNS-1.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/AbraleCNS-1.jpg 1280w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/AbraleCNS-1-300x169.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/AbraleCNS-1-1024x576.jpg 1024w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/AbraleCNS-1-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></p><p>A Conitec abriu a <strong>Consulta Pública nº 29/2026</strong> para receber <strong>contribuições sobre o Protocolo de Uso do blinatumomabe no tratamento da leucemia linfoblástica aguda de células B e cromossomo Philadelphia negativo</strong>. A consulta já está disponível na plataforma oficial e recebe contribuições <strong>até 27 de abril de 2026</strong>.</p>
<p>A participação social é fundamental para o aprimoramento das políticas públicas de saúde e para a qualificação das decisões regulatórias na saúde pública. Por meio da consulta pública, pacientes, familiares, cuidadores, profissionais de saúde, organizações da sociedade civil, empresas e demais interessados no tema podem enviar opiniões, experiências e contribuições que auxiliem para a avaliação da proposta.</p>
<p>Para participar, basta acessar a plataforma Brasil Participativo e selecionar a Consulta Pública nº 29/2026. Para enviar a contribuição, é necessário fazer login com a conta Gov.br. A página também disponibiliza os documentos técnicos de apoio e o formulário para participação.</p>
<h5>Acesse o site e contribua até o dia 27/04 – <a href="https://www.gov.br/conitec/pt-br/assuntos/participacao-social/consultas-publicas/vigentes">aqui</a></h5>
<p>Fonte: Conitec</p>
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		<title>Com quase 600 na fila, DF não faz transplante de medula na rede pública</title>
		<link>https://abrale.org.br/noticias/com-quase-600-na-fila-df-nao-faz-transplante-de-medula-na-rede-publica-e-obriga-pacientes-a-viajar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Juliana Matias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 14:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://abrale.org.br/?p=32704</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="1280" height="720" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-38.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="transplante" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-38.jpg 1280w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-38-300x169.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-38-1024x576.jpg 1024w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-38-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></p>
<p>Secretaria de Saúde da capital não realiza procedimento em nenhum hospital público; há opções pagas na rede privada. Ministério da Saúde diz que oferta é responsabilidade local Dados do Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome) apontam que o Distrito Federal tem 667 pacientes à espera da doação de medula óssea. Dessas, pelo&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://abrale.org.br/noticias/com-quase-600-na-fila-df-nao-faz-transplante-de-medula-na-rede-publica-e-obriga-pacientes-a-viajar/">Com quase 600 na fila, DF não faz transplante de medula na rede pública</a> appeared first on <a href="https://abrale.org.br">Abrale</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h6>Secretaria de Saúde da capital não realiza procedimento em nenhum hospital público; há opções pagas na rede privada. Ministério da Saúde diz que oferta é responsabilidade local</h6>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-32705" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-38-300x169.jpg" alt="transplante" width="1210" height="682" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-38-300x169.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-38-1024x576.jpg 1024w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-38-768x432.jpg 768w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/tamanho-certo-38.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1210px) 100vw, 1210px" /></p>
<p>Dados do Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome) apontam que o Distrito Federal tem 667 pacientes à espera da doação de medula óssea.</p>
<p>Dessas, pelo menos 587 não conseguirão fazer o transplante na capital pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Isso, porque atualmente o DF não tem nenhum hospital público credenciado para o procedimento.</p>
<p>O Hospital da Criança de Brasília José Alencar é credenciado, mas só realiza transplantes em pacientes de até 18 anos —há 80 cadastros no Redome que atendem a esse critério.</p>
<p>Os números se referem ao transplante de medula óssea do tipo alogênico —quando as células vêm de uma outra pessoa, seja um parente ou algum doador cadastrado no banco.</p>
<p>Para quem pode pagar ou tem plano de saúde, há opções na rede privada do DF:</p>
<ul>
<li>Hospital Santa Luzia;</li>
<li>Hospital Sírio-Libanês;</li>
<li>Instituto de Cardiologia e Transplantes do Distrito Federal (ICTDF);</li>
<li>Hospital DF Star;</li>
<li>Hospital Brasília.</li>
</ul>
<p>Já para quem depende da rede pública, o jeito é viajar para outra unidade da Federação. Neste caso, o governo do DF oferece uma &#8216;ajuda de custo&#8217; —que, segundo pacientes ouvidos pelo g1, não é suficiente para cobrir nem metade das despesas.</p>
<p>&#8216;Após a definição do centro transplantador, o paciente é encaminhado para atendimento por meio do Tratamento Fora de Domicílio (TFD), conforme os fluxos assistenciais vigentes no Sistema Nacional de Transplantes&#8217;, informou a Secretaria de Saúde do DF.</p>
<p>A pasta não informou por que, há anos, o DF não tem hospitais públicos credenciados para fazer essa modalidade de transplante.</p>
<h3>Responsabilidade é local</h3>
<p>Questionado pelo g1, o Ministério da Saúde informo que não há qualquer restrição federal para que o DF volte a realizar o procedimento.</p>
<p>&#8216;A habilitação dos serviços segue critérios técnicos, como a disponibilidade de estrutura adequada e a capacitação das equipes&#8217;, informou o ministério.</p>
<p>Atualmente, 14 estados nas cinco regiões do Brasil têm hospitais e institutos aptos para realizar transplantes de medula. O Ministério da Saúde não informou em quais deles é possível fazer o transplante alogênico.</p>
<p>Ainda segundo a pasta, &#8216;a organização da oferta é de responsabilidade do gestor local, que deve pactuar o atendimento para viabilizar a realização dos procedimentos no âmbito do SUS&#8217;.</p>
<h3>No DF, só com células do próprio paciente</h3>
<p>O Distrito Federal até aparece na lista do Ministério da Saúde como uma &#8216;unidade da Federação credenciada&#8217;.</p>
<p>A chefe da hematologia do Hospital Universitário de Brasília (HUB), Flávia Dias Xavier, explica que a capital realiza apenas o transplante de medula óssea autólogo &#8211; que não precisa de um doador e usa as células-tronco do próprio paciente.</p>
<p>De acordo com Flávia, o transplante alogênico exige uma estrutura maior e não pode ser realizado em quartos comuns, diferentemente do autólogo.</p>
<p>Além disso, após o procedimento, o paciente precisa passar por quimioterapias de alta complexidade —que são mais caras e exigem protocolos adicionais de autorização pelo SUS.</p>
<p>&#8216;Você precisa de quimioterapias diferentes, de condicionamento. Não são as mesmas que a gente usa no transplante autólogo. E para algumas dessas quimoterapias, o valor é muito alto&#8217;.</p>
<h3>Paciente viajou ao interior de SP</h3>
<p>Sem opções gratuitas no DF, os pacientes são obrigados a realizar o transplante —e a longa sequência de tratamentos posteriores— em outra cidade. Muitas vezes, arcando com despesas e sem uma rede de apoio próxima.</p>
<p>Foi o caso de Rita de Cássia, de 54 anos, diagnosticada com leucemia em 2022. Ela chegou a realizar quatro blocos de quimioterapia no DF, mas recebeu a notícia de que precisaria passar por um transplante de medula óssea.</p>
<p>Após dois anos de espera, em 2024 ela recebeu do Redome a notícia de que havia um doador compatível.</p>
<p>O transplante, no entanto, teve de ser realizado no hospital Amaral Carvalho, em Jaú, no interior de São Paulo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="https://g1.globo.com/df/distrito-federal/" target="_blank" rel="noopener">G1</a>.</p>
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		<item>
		<title>Abrale e Abrasta participam do Encontro Estadual de Saúde no Estado de São Paulo</title>
		<link>https://abrale.org.br/abrale-na-politica/abrale-e-abrasta-participam-do-encontro-estadual-de-saude-no-estado-de-sao-paulo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isadora Cupertino]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 18:51:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Abrale na Política]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://abrale.org.br/?p=32679</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="1280" height="720" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/AbraleCNS.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/AbraleCNS.jpg 1280w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/AbraleCNS-300x169.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/AbraleCNS-1024x576.jpg 1024w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/AbraleCNS-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></p>
<p>No dia 27 de março de 2026, ocorreu o Encontro Estadual de Saúde do Estado de São Paulo. Os Encontros Estaduais de Saúde são uma iniciativa do Conselho Nacional de Saúde (CNS), em parceria com conselhos estaduais e Ministério da Saúde (MS), que tem como objetivo promover um amplo debate pelo fortalecimento do Sistema Único&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://abrale.org.br/abrale-na-politica/abrale-e-abrasta-participam-do-encontro-estadual-de-saude-no-estado-de-sao-paulo/">Abrale e Abrasta participam do Encontro Estadual de Saúde no Estado de São Paulo</a> appeared first on <a href="https://abrale.org.br">Abrale</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-32681 size-large alignnone" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-03-27-at-09.49.36-768x1024.jpeg" alt="" width="768" height="1024" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-03-27-at-09.49.36-768x1024.jpeg 768w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-03-27-at-09.49.36-225x300.jpeg 225w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-03-27-at-09.49.36-300x400.jpeg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-03-27-at-09.49.36.jpeg 960w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /></p>
<p>No dia 27 de março de 2026, ocorreu o Encontro Estadual de Saúde do Estado de São Paulo. Os Encontros Estaduais de Saúde são uma iniciativa do Conselho Nacional de Saúde (CNS), em parceria com conselhos estaduais e Ministério da Saúde (MS), que tem como objetivo promover um amplo debate pelo fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS), além de mobilizar a sociedade brasileira para a 18ª Conferência Nacional de Saúde.</p>
<p>Em São Paulo, foram reunidas importantes representantes e lideranças da área da saúde para debater os desafios e caminhos para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS). Na ocasião, participaram Luana Lima, Gerente de Políticas Públicas e Advocacy e Conselheira Nacional de Saúde pela Associação Brasileira de Talassemia (Abrasta) e Isadora Cupertino, Analista de Políticas Públicas e Advocacy, Conselheira Estadual de Saúde pela Associação Brasileira de Câncer do Sangue (Abrale).</p>
<p>O evento contou com a presença de diversas autoridades e representantes do setor, entre eles:</p>
<ul>
<li>Fernanda Magano, presidente do Conselho Nacional de Saúde;</li>
<li>Dr. Eudes Quintino de Oliveira Junior, chefe de gabinete da Secretaria de Saúde do Estado;</li>
<li>Franklin, assessor especial do gabinete do Ministro da Saúde;</li>
<li>Regiane Portes Mendes, diretora do Conselho de Secretários Municipais de Saúde de São Paulo (COSEMS/SP);</li>
<li>Akayse Fulni-ô, presidente do Conselho Estadual dos Povos Indígenas de São Paulo;</li>
<li>Jorge Florindo, do Conselho Estadual de Saúde de São Paulo (CES-SP);</li>
<li>Sirlene Machado, Conselheira Municipal de Saúde;</li>
<li>Claudia Castro, superintendente do Ministério da Saúde em São Paulo;</li>
<li>Juliana Cardoso, Deputada Federal e membro da Comissão de Saúde da Câmara.</li>
</ul>
<p>Durante o encontro, foram debatidos temas centrais para o fortalecimento do SUS, com destaque para a consolidação de propostas para a <a href="https://www.gov.br/conselho-nacional-de-saude/pt-br/assuntos/conferencias/18a-conferencia-nacional-de-saude">18ª Conferência Nacional de Saúde</a>, que traz como tema “Saúde, Democracia, Soberania e SUS: cuidar do povo é cuidar do Brasil”. A conferência reafirma o compromisso entre o controle social do SUS e a democracia, convocando conselheiras e conselheiros de saúde de todos os municípios brasileiros a participarem ativamente da construção das políticas públicas.</p>
<p>Entre os principais pontos discutidos, destacou-se a necessidade de maior transparência nas filas de regulação, o preparo da estrutura do SUS para enfrentar emergências climáticas e futuras pandemias, e a importância de diferenciar e fortalecer os conceitos de participação social e controle social. Também foi enfatizada a urgência de ampliar a participação social nos conselhos municipais e estaduais de saúde.</p>
<p>Outro aspecto relevante abordado foi o papel das Unidades Básicas de Saúde (UBS) como porta de entrada do SUS, evidenciando, no entanto, os desafios relacionados à falta de estrutura adequada e à precarização das condições de trabalho e atendimento. Nesse sentido, reforçou-se a necessidade de combater a precarização do sistema e garantir investimentos suficientes para seu funcionamento pleno.</p>
<p>A 18ª Conferência Nacional de Saúde está estruturada em quatro eixos temáticos: (I) democracia, saúde como direito e soberania nacional; (II) financiamento adequado e suficiente para o SUS, com base na justiça tributária e na sustentabilidade fiscal e social; (III) os desafios para o SUS diante das emergências climáticas e da justiça socioambiental; e (IV) modelo de atenção e gestão, com foco em territórios integrados e cuidado integral.</p>
<p>Eventos como esse reforçam o papel essencial dos conselhos de saúde na consolidação e no fortalecimento do SUS, evidenciando sua importância como espaços legítimos de participação e controle social. Por meio da atuação ativa de conselheiras e conselheiros, esses espaços garantem que as demandas da população sejam ouvidas, debatidas e incorporadas na formulação de políticas públicas, contribuindo para uma gestão mais democrática, transparente e alinhada às reais necessidades da sociedade.</p>
<p>Além disso, os conselhos desempenham função estratégica na fiscalização, no acompanhamento e na definição de prioridades, sendo fundamentais para assegurar que o SUS continue sendo um sistema universal, equitativo e de qualidade para todos.</p>
<p>Assista ao <a href="https://www.youtube.com/live/zNseN3Lew0Y">evento na íntegra</a>.</p>
<p><em>Área de Políticas Públicas e Advocacy Abrale e Abrasta.</em></p>
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		<item>
		<title>Mieloma múltiplo: dados de mundo real expõem gargalos na jornada do paciente</title>
		<link>https://abrale.org.br/abrale-na-midia/mieloma-multiplo-dados-de-mundo-real-expoem-gargalos-na-jornada-do-paciente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Juliana Matias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 14:59:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Abrale na Mídia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://abrale.org.br/?p=32658</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="1280" height="720" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/08/tamanho-certo.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="mieloma múltiplo" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/08/tamanho-certo.jpg 1280w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/08/tamanho-certo-300x169.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/08/tamanho-certo-1024x576.jpg 1024w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/08/tamanho-certo-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></p>
<p>Terapias avançadas têm surgido, mas paciente ainda enfrenta desafios de diagnóstico, acesso ao tratamento adequado e continuidade da jornada Nos últimos anos, a hematologia tem liderado um movimento de revolução na oncologia, com novas abordagens terapêuticas com potencial de mudar o curso natural de doenças. Neste contexto, está o mieloma múltiplo (MM), condição hematológica que&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h6>Terapias avançadas têm surgido, mas paciente ainda enfrenta desafios de diagnóstico, acesso ao tratamento adequado e continuidade da jornada</h6>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-30714" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/08/tamanho-certo-300x169.jpg" alt="mieloma múltiplo" width="1346" height="759" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/08/tamanho-certo-300x169.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/08/tamanho-certo-1024x576.jpg 1024w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/08/tamanho-certo-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1346px) 100vw, 1346px" /></p>
<p>Nos últimos anos, a hematologia tem liderado um movimento de revolução na oncologia, com novas abordagens terapêuticas com potencial de mudar o curso natural de doenças. Neste contexto, está o mieloma múltiplo (MM), condição hematológica que ocorre quando os plasmócitos, células de defesa encontradas principalmente na medula óssea, apresentam defeito e começam a se multiplicar rapidamente. Apesar dos avanços, a jornada do paciente ainda é marcada por inúmeros desafios, que incluem dificuldade no diagnóstico, acesso ao tratamento adequado, múltiplas recaídas e necessidade de sucessivas linhas de cuidado.</p>
<p>Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a doença acumula mais de 187 mil casos anualmente no mundo inteiro. No Brasil, de 2023 a 2025, mais de 12 mil pessoas foram diagnosticadas com mieloma múltiplo, conforme dados do Painel Oncologia Brasil, do Ministério da Saúde. Os principais fatores de risco são a idade, sexo e raça, sendo mais prevalente entre indivíduos acima dos 65 anos, homens e negros. “A incidência está crescendo à medida em que as pessoas estão envelhecendo”, afirma Angelo Maiolino, coordenador de Hematologia da Oncologia Américas e pesquisador clínico do Instituto Américas de Ensino e Pesquisa.</p>
<p>De maneira geral, a doença não apresenta sintomas clínicos no estágio inicial, mas a suspeita pode ser levantada a partir do resultado de exames de rotina. Quando há a instalação de sintomas, os mais comuns são anemia, fadiga, infecções, dores e fraturas ósseas e problemas renais como insuficiência, com consequentes impactos a aspectos físicos e emocionais.</p>
<p>Mesmo com a severidade das consequências para quem vive com a doença, o paciente ainda enfrenta gargalos em sua jornada, a começar pela dificuldade de acesso ao diagnóstico. Dados de uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (<a href="https://abrale.org.br/" target="_blank" rel="noopener">Abrale</a>) mostram que 29% dos pacientes entrevistados levaram mais de um ano para receber o diagnóstico, e 37% passaram por vários médicos antes de ter a confirmação da doença.</p>
<p>“O atraso pode ser muito danoso”, alerta o pesquisador. “Às vezes tem paciente que evolui rápido, e acaba desenvolvendo quadros como insuficiência renal, infecções gravíssimas, fraturas. Há situações que, se o diagnóstico fosse feito mais cedo, se teria uma maior efetividade do tratamento.”</p>
<p>Maiolino, que também é ex-presidente e atual diretor de ações sociais, acesso e equidade da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH), avalia que é preciso reforçar o conhecimento sobre os fatores que podem estar associados a uma suspeita da doença entre profissionais da atenção primária, emergência e urgência, uma vez que eles têm a primeira interação com o paciente.</p>
<h3>Recaídas e abandono de tratamento</h3>
<p>Embora a taxa de sobrevida relativa tenha aumentado significativamente nas últimas duas décadas <strong class="Yjhzub" data-sfc-root="c" data-sfc-cb="">—</strong>de 36,7% no início dos anos 2000 para 62,4% no final da década de 20106<strong class="Yjhzub" data-sfc-root="c" data-sfc-cb="">—</strong>, há deficiências no manejo do mieloma múltiplo. Um recente estudo com dados de mundo real conduzido na América Latina, o TOTEMM (Treatment practices and clinical outcomes in patients with Multiple Myeloma), expôs esse panorama.</p>
<p>A pesquisa analisou dados de 892 pacientes brasileiros e 72 argentinos inelegíveis para transplante com diagnóstico recente de MM. Foram avaliados os tratamentos disponíveis e utilizados da primeira à quarta linha terapêutica, intervalos entre as recidivas, descontinuação do tratamento e estimativa de sobrevida livre de progressão da doença. O estudo apontou uma alta taxa de recidiva: mais de 75% dos pacientes apresentaram recaída em 12 meses, sendo que a maioria ocorreu entre a primeira e segunda linha de tratamento.</p>
<p>Após a recidiva, o esperado seria a adoção de intervenções diferentes da usada na primeira linha. Contudo, o levantamento mostrou também que uma parcela significativa dos pacientes foi tratada novamente com a mesma classe de medicamentos utilizada na primeira linha. Apesar de muitas terapias avançadas já serem aprovadas no Brasil, o hematologista pondera que a assistência efetiva para os pacientes ainda esbarra em questões de disponibilidade.</p>
<p>Os resultados apontam o aumento nas taxas de abandono a cada nova linha: 42% da primeira para a segunda, 70% da segunda para a terceira e 88% da terceira para a quarta. Quando não há alternativa à mão, surgem riscos como aumento de chances de toxicidade, principalmente em pacientes idosos, e diminuição da eficácia do medicamento.</p>
<p>O TOTEMM foi liderado pela GSK justamente com o objetivo de mapear a jornada dos pacientes com mieloma múltiplo no Brasil e Argentina. “Ao aprofundar a compreensão do cenário da doença, a GSK identifica desafios e propõe discussões para aprimorar a experiência dos pacientes em cada etapa de sua trajetória. Essa atuação reafirma o nosso compromisso em criar um impacto positivo real na vida dos pacientes”, pontua Marcela Antônio, Head Médica de Hematologia na GSK Brasil.</p>
<p>Para Maiolino, é preciso melhorar questões como o intervalo entre diagnóstico, acesso a terapias mais modernas e alternativas que preservem a qualidade de vida do paciente. “A maior parte dos tratamentos atuais ainda consiste em jornadas longas, então o acompanhamento adequado do paciente é muito importante”, explica.</p>
<h3>Avanços científicos e demanda por acesso</h3>
<p>Para o futuro, o pesquisador reforça que um dos focos deve ser a discussão sobre o acesso a tratamentos inovadores. Isso porque, além da eficácia aumentada, os efeitos adversos existentes são reduzidos, justamente por preservar as células saudáveis do paciente. Assim, se consegue maior qualidade de vida para o paciente ao longo da jornada de tratamento, que pode se estender por anos, principalmente em razão da chance de múltiplas recidivas.</p>
<p>Boa parte das novas alternativas está inserida no campo das terapias-alvo, com mecanismos capazes de destruir as células cancerígenas com biomarcadores específicos sem atingir tecidos saudáveis. Como é o caso do antígeno de maturação de células B (BCMA), o novo alvo terapêutico para o mieloma múltiplo que diferentemente de outros alvos como o CD38 e o SLAMF7, tem expressão restrita as células tumorais do mieloma e aos plasmócitos.</p>
<p>Entram nesse arsenal os anticorpos biespecíficos, o CAR-T cell e o mais recentemente aprovado no Brasil, o anticorpo droga conjugado (ADC). O ADC atua de forma diferente das demais terapias anti-BCMA, uma vez que não causa a exaustão das células de defesa do corpo (células T).</p>
<p>O tratamento pode ser comparado com o cavalo de Troia, em referência ao cerco da cidade de Troia na mitologia grega, quando um enorme cavalo de madeira foi usado para levar soldados clandestinamente para dentro da cidade. A comparação se deve pelo fato de que os ADCs carregam uma carga tóxica e se deslocam até as células cancerígenas, aderindo à superfície da célula tumoral através da ligação ao BCMA, por onde são absorvidos. Uma vez dentro das células, liberam sua carga tóxica, que destrói o câncer.</p>
<p>É uma evolução que está transformando a conversa e o olhar dos próprios especialistas sobre a doença, reflete Maiolino: “São esquemas muito eficazes. Na clínica, mesmo com as recidivas, observamos pacientes que já atingem uma década livre da progressão da doença, com resposta profunda para, pelo menos, 80% deles. É algo interessantíssimo.”</p>
<p>Segundo ele, um tratamento que se adeque melhor à vida do paciente também estimula o seu seguimento, reduzindo as chances da descontinuação terapêutica e potencializando melhores prognósticos. Além disso, há uma tendência nas pesquisas clínicas mais recentes de desenvolver novos tratamentos com menor tempo de intervenção necessário e mais durabilidade, em estratégias de combinação.</p>
<p>Com isso, o paciente poderia viver livre da doença por intervalos maiores, sem a necessidade de iniciar novas linhas de tratamento em intervalos curtos, em um movimento mais intenso de cronificação da condição. “O que se espera são tratamentos que permitam que o paciente fique longo tempo em remissão e que a doença desapareça a níveis muito profundos. É uma nova perspectiva no horizonte”, conclui Maiolino.</p>
<p>Referências</p>
<p>OBSERVATçRIO DE ONCOLOGIA. Panorama do mieloma múltiplo 2024. São Paulo, 2024. Disponível em: https://observatoriodeoncologia.com.br/estudos/cancer-de-sangue/mieloma-multiplo/2024/panorama-do-mieloma-multiplo/. Acesso em: 26 fev. 2026.</p>
<p>Hungria, V.; Maiolino, A.; Pessoa de Magalhães, R.J., Filho; Pitombeira de Lacerda, M.; Remaggi, G.; Scibona, P.; Seehaus, C.; Brulc, E.; Savoy, N.; Fantl, D.; et al. Emerging Real-World Treatment Patterns and Clinical Outcomes of Multiple Myeloma in Argentina and Brazil: Insights from the TOTEMM Study in the Private Healthcare Sector. Curr. Oncol. 2026, 33, 16. https://doi.org/10.3390/curroncol33010016. Acesso em: 26 fev. 2026.</p>
<p>INTERNATIONAL AGENCY FOR RESEARCH ON CANCER (IARC). Multiple myeloma fact sheet. Lyon: IARC/WHO, s.d. Disponível em: https://gco.iarc.who.int/media/globocan/factsheets/cancers/35-multiple-myeloma-fact-sheet.pdf. Acesso em: 26 fev. 2026.</p>
<p>Ministério da Saúde. DATASUS. Painel de Oncologia &#8211; Brasil. Brasília, DF, s.d. Disponível em: http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/dhdat.exe?PAINEL_ONCO/PAINEL_ONCOLOGIABR.def. Acesso em: 26 fev. 2026.</p>
<p>GSK BRASIL. Dia Mundial do Mieloma Múltiplo. Rio de Janeiro, s.d. Disponível em: https://br.gsk.com/pt-br/midia/sala-de-imprensa/dia-mundial-do-mieloma-multiplo/. Acesso em: 26 fev. 2026.</p>
<p>Eisfeld, C., Kajüter, H., Möller, L. et al. Time trends in survival and causes of death in multiple myeloma: a population-based study from Germany. BMC Cancer 23, 317 (2023). https://doi.org/10.1186/s12885-023-10787-5. Acesso em: 26 fev. 2026.</p>
<p>IQVIA INSTITUTE. Global oncology trends 2025. s.l., 2025. Disponível em: https://www.iqvia.com/insights/the-iqvia-institute/reports-and-publications/reports/global-oncology-trends-2025. Acesso em: 26 fev. 2026.</p>
<p>INTERNATIONAL MYELOMA FOUNDATION. Multiple myeloma drugs. s.l., s.d. Disponível em: https://www.myeloma.org/multiple-myeloma-drugs. Acesso em: 26 fev. 2026.</p>
<p>INTERNATIONAL MYELOMA FOUNDATION. October-November 2025: what&#8217;s new in myeloma. s.l., 2025. Disponível em: https://www.myeloma.org/blog/october-november-2025-whats-new-myeloma. Acesso em: 26 fev. 2026.</p>
<p>Yu B, Jiang T, Liu D. BCMA-targeted immunotherapy for multiple myeloma. J Hematol Oncol. 2020 Sep 17;13(1):125. doi: 10.1186/s13045-020-00962-7. PMID: 32943087; PMCID: PMC7499842.</p>
<p>DOU, Brasília, DF, 06 de outubro de 2025, Seção 1, p.216</p>
<p>Musa H, Mielnik M, Trudel S, et al. Belantamab mafodotin does not induce B-cell maturation antigen loss or systemic immune dysfunction in multiple myeloma. 2026 Feb 1;111(2):665-678. doi: 10.3324/haematol.2025.288203. Epub 2025 Aug 28.</p>
<p>World-first blood cancer therapy to be given on NHS, 20205. Disponível em: https://www.bbc.com/news/articles/ckg4kj2nxjgo. Acessado em março de 2026.</p>
<p>Fonte: <a href="https://futurodasaude.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Futuro da Saúde</a></p>
<p>The post <a href="https://abrale.org.br/abrale-na-midia/mieloma-multiplo-dados-de-mundo-real-expoem-gargalos-na-jornada-do-paciente/">Mieloma múltiplo: dados de mundo real expõem gargalos na jornada do paciente</a> appeared first on <a href="https://abrale.org.br">Abrale</a>.</p>
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		<title>Pesquisadores descobrem por que terapias contra câncer falham em alguns pacientes</title>
		<link>https://abrale.org.br/noticias/pesquisadores-descobrem-por-que-terapias-contra-cancer-falham-em-alguns-pacientes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Juliana Matias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 13:21:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://abrale.org.br/?p=32653</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="1280" height="720" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/06/Design-sem-nome-16.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="câncer, CAR-T, mieloma, LLC, leucemia" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/06/Design-sem-nome-16.jpg 1280w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/06/Design-sem-nome-16-300x169.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/06/Design-sem-nome-16-1024x576.jpg 1024w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/06/Design-sem-nome-16-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></p>
<p>Nova pesquisa revela como as células podem “esconder” medicamentos e comprometer o tratamento Mesmo com os avanços da medicina, ainda existe um grande desafio na oncologia moderna: pacientes que não respondem ao mesmo tratamento que funciona para outros. Mas, uma nova pesquisa publicada na revista Nature Communications em março de 2026, liderada por Carmen R.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h6>Nova pesquisa revela como as células podem “esconder” medicamentos e comprometer o tratamento</h6>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-30292" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/06/Design-sem-nome-16-300x169.jpg" alt="câncer, CAR-T, mieloma, LLC, leucemia" width="1440" height="812" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/06/Design-sem-nome-16-300x169.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/06/Design-sem-nome-16-1024x576.jpg 1024w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2025/06/Design-sem-nome-16-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1440px) 100vw, 1440px" /></p>
<p>Mesmo com os avanços da medicina, ainda existe um grande desafio na oncologia moderna: pacientes que não respondem ao mesmo tratamento que funciona para outros. Mas, uma nova pesquisa publicada na revista Nature Communications em março de 2026, liderada por Carmen R. Moncayo, traz uma explicação surpreendente para esse fenômeno.</p>
<p>O estudo revela que o problema pode não estar apenas no medicamento em si, mas em como ele se comporta dentro das células tumorais.</p>
<h3>O caminho do remédio dentro do tumor muda tudo</h3>
<p>Tradicionalmente, acredita-se que o sucesso de um tratamento depende da capacidade do medicamento de alcançar o tumor. No entanto, essa nova pesquisa mostra que isso é apenas parte da história.</p>
<p>Os cientistas analisaram uma classe de medicamentos chamada inibidores de PARP, amplamente utilizada no tratamento de câncer de ovário, mama e próstata. Para isso, utilizaram tecnologias avançadas como:</p>
<ul>
<li>Espectrometria de massa por imagem;</li>
<li>Transcriptômica espacial.</li>
</ul>
<p>Essas ferramentas permitiram visualizar, com precisão inédita, onde os medicamentos realmente se acumulam dentro dos tumores.</p>
<p>O resultado foi surpreendente: mesmo com a mesma dose, havia diferenças enormes na distribuição do fármaco, tanto entre pacientes quanto dentro de um mesmo tumor.</p>
<h3>O papel escondido dos lisossomos</h3>
<p>Um dos achados mais importantes do estudo envolve estruturas celulares chamadas lisossomos, conhecidas por atuar como centros de reciclagem dentro das células.</p>
<p>Os pesquisadores descobriram que:</p>
<ul>
<li>Alguns medicamentos ficam presos dentro dos lisossomos;</li>
<li>Isso cria reservatórios internos de liberação lenta;</li>
<li>Parte das células recebe altas doses, enquanto outras ficam com níveis baixos.</li>
</ul>
<p>Ou seja, o medicamento até chega ao tumor, mas não se distribui de forma eficiente entre todas as células cancerígenas.</p>
<p>Além disso, nem todos os remédios se comportam da mesma forma:</p>
<ul>
<li>Rucaparibe e niraparibe tendem a se acumular nesses compartimentos;</li>
<li>Olaparibe apresenta comportamento diferente.</li>
</ul>
<p>Essa variação pode explicar por que alguns pacientes respondem melhor que outros ao tratamento.</p>
<h3>O impacto direto na eficácia dos tratamentos</h3>
<p>Essa descoberta muda a forma como entendemos a resistência ao câncer. Em vez de apenas focar na genética do tumor, agora fica claro que é essencial considerar também:</p>
<ul>
<li>Distribuição intracelular do medicamento;</li>
<li>Capacidade das células de armazenar fármacos;</li>
<li>Diferenças microscópicas dentro do tumor</li>
</ul>
<p>Isso ajuda a explicar por que, mesmo com terapias modernas, alguns casos evoluem com menor resposta ou recaída.</p>
<h3>O que muda no futuro da oncologia</h3>
<p>Os resultados abrem caminho para uma nova abordagem: a medicina personalizada ainda mais precisa.</p>
<p>Com base nessas descobertas, no futuro será possível:</p>
<ul>
<li>Analisar como o tumor de cada paciente absorve o medicamento;</li>
<li>Escolher o tratamento mais adequado para cada perfil;</li>
<li>Desenvolver drogas que evitem o aprisionamento nos lisossomos.</li>
</ul>
<p>Além disso, novos estudos devem investigar como fatores como circulação sanguínea e estrutura tumoral influenciam ainda mais essa distribuição.</p>
<h3>Uma nova peça no quebra-cabeça do câncer</h3>
<p>A pesquisa reforça que o câncer é uma doença extremamente complexa. Mais do que atingir o tumor, é fundamental garantir que o medicamento alcance todas as células de forma eficaz.</p>
<p>Essa descoberta não apenas explica falhas nos tratamentos atuais, mas também aponta para estratégias mais inteligentes e personalizadas, que podem transformar os resultados clínicos nos próximos anos.</p>
<p>Fonte: <a href="https://noticias.r7.com/fala-ciencia/" target="_blank" rel="noopener">R7</a></p>
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		<title>Conitec abre duas chamadas públicas para relatos da Perspectiva do Paciente com hemoglobinúria paroxística noturna (HPN)</title>
		<link>https://abrale.org.br/abrale-na-politica/conitec-abre-duas-chamadas-publicas-para-relatos-da-perspectiva-do-paciente-com-hemoglobinuria-paroxistica-noturna-hpn/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isadora Cupertino]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 19:07:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Abrale na Política]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://abrale.org.br/?p=32645</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="1280" height="720" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Chamada-hpn.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Chamada-hpn.jpg 1280w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Chamada-hpn-300x169.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Chamada-hpn-1024x576.jpg 1024w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Chamada-hpn-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></p>
<p>Estão abertas duas Perspectivas do Paciente, iniciativa da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) que busca ampliar a participação social no processo de Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS). O que é a HPN? A Hemoglobinúria Paroxística Noturna é uma doença rara que se desenvolve nas células-tronco e acontece devido a uma&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img width="1280" height="720" src="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Chamada-hpn.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Chamada-hpn.jpg 1280w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Chamada-hpn-300x169.jpg 300w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Chamada-hpn-1024x576.jpg 1024w, https://abrale.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Chamada-hpn-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></p><div>Estão abertas duas Perspectivas do Paciente, iniciativa da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) que busca ampliar a participação social no processo de Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS).</div>
<div></div>
<div><strong>O que é a HPN?</strong></div>
<div></div>
<div></div>
<div>A Hemoglobinúria Paroxística Noturna é uma doença rara que se desenvolve nas células-tronco e acontece devido a uma mutação genética. Essa alteração faz com que os glóbulos vermelhos do sangue sejam destruídos com mais facilidade e gera, no corpo, uma dificuldade em repor esses elementos.</div>
<div></div>
<div></div>
<div>Na maioria das vezes, a HPN acontece em indivíduos com idade entre 30 e 50 anos e parece atingir homens e mulheres na mesma proporção</div>
<div></div>
<div></div>
<div><strong>Chamada pública aberta</strong></div>
<div></div>
<div></div>
<div>Nesta etapa, estão abertas as seguintes chamadas:</div>
<div></div>
<ul>
<li><strong>Chamada pública nº 36/2026 &#8211; Iptacopana para tratamento de pacientes com Hemoglobinúria Paroxística Noturna (HPN);</strong></li>
</ul>
<div><strong>O prazo para inscrição nesta chamada pública é até 09 de abril de 2026.</strong></div>
<div></div>
<div></div>
<ul>
<li><strong>Chamada pública nº 35/2026 &#8211; Ravulizumabe para tratamento de pacientes com Hemoglobinúria Paroxística Noturna (HPN);</strong></li>
</ul>
<div><strong>O prazo para inscrição nesta chamada pública é até 06 de abril de 2026.</strong></div>
<div></div>
<div></div>
<div><strong>Como participar?</strong></div>
<div></div>
<div></div>
<div>Os interessados em compartilhar suas experiências devem se inscrever na chamada pública correspondente ao tema de interesse, disponível na página da Conitec. Para o preenchimento do formulário, é necessário realizar login no portal gov.br.</div>
<div></div>
<div></div>
<div><strong>O prazo para inscrição é diferente, sendo a chamada pública 35 com prazo até 06 de abril e a 36 até 09 de abril.</strong></div>
<div></div>
<div><strong>Sobre a Perspectiva do Paciente</strong></div>
<div></div>
<div></div>
<div>A Perspectiva do Paciente é um espaço de escuta qualificada, promovido pela comissão do Ministério da Saúde que avalia novas tecnologias em saúde para serem disponibilizadas no Sistema Único de Saúde (SUS). Esse espaço fortalece a participação social e traz experiências de mundo real. Qualificando as análises técnicas, incorporando aspectos como qualidade de vida, benefícios percebidos, desafios do tratamento e a experiência cotidiana com a condição de saúde.</div>
<div></div>
<div></div>
<div>O representante selecionado participa da reunião da Conitec para apresentar seu relato de experiência, sem direito a voto ou decisão sobre a incorporação da tecnologia, mas contribuindo com informações relevantes para o processo de análise e sensibilizando os tomadores de decisão.</div>
<div></div>
<div></div>
<div>As orientações completas sobre a ação e o formulário de inscrição estão disponíveis no site da Conitec.</div>
<div></div>
<div></div>
<div>Acesse <a href="https://www.gov.br/conitec/pt-br/assuntos/participacao-social/perspectiva-do-paciente-1">o site da Conitec</a></div>
<div></div>
<div></div>
<div><em>Área de Políticas Públicas e Advocacy da Abrale</em></div>
<p>The post <a href="https://abrale.org.br/abrale-na-politica/conitec-abre-duas-chamadas-publicas-para-relatos-da-perspectiva-do-paciente-com-hemoglobinuria-paroxistica-noturna-hpn/">Conitec abre duas chamadas públicas para relatos da Perspectiva do Paciente com hemoglobinúria paroxística noturna (HPN)</a> appeared first on <a href="https://abrale.org.br">Abrale</a>.</p>
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