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Saiba o que é o mielograma, exame feito por Fabiana Justus após transplante de medula

Influencer, de 37 anos, foi sedada para fazer o procedimento nesta quinta-feira (25)

Fabiana Justus, de 37 anos, contou nas redes nesta quinta-feira (25) que fez um mielograma após o transplante de medula óssea. A influencer precisou ser sedada para realizar o procedimento e mostrou uma foto de antes e depois da sedação.

De acordo com a Abrale (Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia), o mielograma é um exame utilizado para avaliar o funcionamento da medula óssea. Ele é indispensável para diagnosticar algumas doenças e cânceres hematológicos e também pode ser feito para acompanhar os resultados do tratamento. Em geral, sua realização não causa dor e também não é preciso que o paciente tenha cuidados especiais após o procedimento.

Segundo a onco-hematologista Mariana Oliveira, da Oncoclínicas São Paulo, o exame tem o objetivo de avaliar as células sanguíneas, que são produzidas na medula óssea, em relação à quantidade, amadurecimento, forma e presença de células tumorais.

‘O mielograma é indicado sempre que há suspeita de que pode haver um problema na medula óssea. Essa suspeita pode acontecer se houver alterações no hemograma, como anemia, leucócitos muito altos ou muito baixos, ou alteração no número de plaquetas. Também podemos suspeitar por meio de exames complementares, como a presença de proteínas monoclonais na eletroforese de proteínas’, explica a médica.

Ela também reforça que não há sinais ou alterações específicas que determinam ser necessário realizar o exame. Cabe ao médico responsável, preferencialmente um hematologista, avaliar os resultados, interpretá-los e decidir se é, ou não, preciso realizá-lo.

Ainda de acordo com a médica, o teste também tem um importante papel para descobrir o estadiamento de alguns tumores (se a doença se espalhou para a medula) e avaliar como o paciente está respondendo aos tratamentos.

Diferença entre mielograma e biópsia de medula óssea

‘A diferença é que no mielograma é colhido apenas o sangue de dentro da medula e, na biópsia de medula óssea, é retirado um pequeníssimo fragmento de osso (para avaliar a arquitetura da medula óssea)’, explica a médica.

É importante saber que, em certas situações, ambos os exames são feitos, uma vez que os resultados se complementam e permitem uma análise mais completa do quadro do paciente.

 

Fonte: Revista Quem

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