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Abrale participa do seminário “Fevereiro Laranja” e reforça a importância da equidade no tratamento oncológico

No dia 20 de fevereiro, a equipe de Políticas Públicas da Abrale — composta por Luana Lima, Gerente de Políticas Públicas e Advocacy; Aline Costa, Analista de Políticas Públicas e Advocacy; e Nina Melo, Coordenadora de Pesquisa da Abrale e do Observatório de Oncologia — esteve na Casa Ronald McDonald do ABC, em Santo André, para palestrar no seminário “Fevereiro Laranja”, mês de conscientização e combate às leucemias.

O evento foi realizado no Centro Universitário Faculdade de Medicina do ABC (FMABC) e contou com a presença de pacientes, familiares, professores, alunos, profissionais da saúde e voluntários da casa de apoio. Durante a palestra, foram abordados temas das políticas públicas, a Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer (PNPCC) e o impacto da participação social na ampliação do acesso ao diagnóstico e tratamento de pacientes com leucemia.

“É incrível como eventos como esse, mesmo com um público menor, nos permitem um contato mais próximo e nos marcam profundamente, dando ainda mais força para continuarmos nosso trabalho com tanta dedicação”, afirmou Luana Lima sobre o encontro.

Ao final do debate, na abertura para perguntas do público, foram compartilhados diversos relatos, a maioria de pacientes vindos de outros estados para realizar tratamento em São Paulo. Um dos pontos centrais da discussão foi a importância do Sistema Único de Saúde (SUS) e o acolhimento proporcionado por essa rede aos pacientes. Embora as desigualdades regionais sejam um desafio, houve consenso sobre a indispensabilidade dos serviços do SUS e o diferencial da qualidade do atendimento prestado em São Paulo para aqueles que precisam se deslocar de suas regiões de origem em busca de tratamento.

Além disso, foi ressaltado o papel essencial das casas de apoio, como a Casa Ronald McDonald, que oferecem suporte não apenas aos pacientes, mas também às suas famílias, garantindo moradia, alimentação e um cuidado multidisciplinar e integrado. Essa assistência complementar reforça a importância do trabalho conjunto entre a saúde pública e as entidades de apoio, fortalecendo a rede de cuidado ao paciente oncológico.

Ao longo da discussão, ficou evidente que a equidade no tratamento oncológico ainda é um desafio no Brasil, mas iniciativas como essa contribuem para fortalecer a mobilização social e sensibilizar gestores públicos sobre a urgência de melhorias no sistema de saúde. A Abrale seguirá atuando ativamente para ampliar o acesso e garantir que pacientes com leucemia tenham o suporte necessário para enfrentar a doença com dignidade.

Fonte: Políticas Públicas e Advocacy Abrale

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