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mieloma multiplo

Data de criação: 11 Abril 2016

Diagnóstico - MM

Consultoria Dr. Bernardo Garicochea

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Os três exames principais para diagnosticar o mieloma múltiplo são: eletroforese de proteína e imunofixação de proteína, ambos feitos por meio de coletas de sangue e de urina, com o objetivo de encontrar a proteína M.

A biópsia da medula, quando um fragmento do osso da bacia será retirado e analisado em laboratório para definir a quantidade de plasmócitos ali presentes, também pode ser indicada.

O especialista ainda pode pedir exames de imagem, como a radiografia óssea, tomografia computadorizada, PET Scan e ressonância magnética, para verificar se há alterações nos ossos e também a presença de plasmócitos.

Os exames de imunohistoquímica, imunofenotipagem, citogenética (cariótipo) e hibridização fluorescente in situ (FISH) são muito sensíveis na detecção de células com problemas. Para se ter uma noção, eles podem encontrar uma única célula com câncer em meio a centenas ou milhares de células normais.

O hemograma (exame de sangue) também pode ser uma opção de exame, já que ele mostrará as alterações das células do sangue.

**De todos estes exames, apenas o FISH não está disponível no Sistema Único de Saúde. Se você está enfrentando algum problema, saiba que a Abrale oferece gratuitamente Apoio Jurídico.

Converse com seu médico a respeito dos exames e procure tirar todas as suas dúvidas: como são feitos os procedimentos, se há algum risco, em quanto tempo saberá o resultado e o que mais quiser saber. É muito importante se sentir seguro! 

 

 

Vídeos de Mieloma Múltiplo

Depoimentos de Mieloma

  • Tenho 53 anos, sou casado e tenho 3 lindos filhos. Em janeiro de 2010, então com 50 anos, passei por uma experiência muito dolorosa. Era final do ano de 2009, entre natal e ano novo e depois de sentir dores horríveis nas costas, fui a um médico no dia 04/01/2010, em um ortopedista. Depois de uma avaliação e alguns RXs (radiografias), foi observado que eu estava com uma fratura na coluna vertebral, especificamente na L2. Foi solicitada então uma ressonância magnética com urgência, o que foi feito uma semana depois. No dia 11/01/2010, o dia mais triste da minha vida, Leia mais
    Tenho 53 anos, sou casado e tenho 3 lindos filhos. Em janeiro de 2010, então com 50 anos, passei por uma experiência muito dolorosa. Era final do ano de 2009, entre natal e ano novo e depois de sentir dores horríveis nas costas, fui a um médico no dia 04/01/2010, em um ortopedista. Depois de uma avaliação e alguns RXs (radiografias), foi observado que eu estava com uma fratura na coluna vertebral, especificamente na L2. Foi solicitada então uma ressonância magnética com urgência, o que foi feito uma semana depois. No dia 11/01/2010, o dia mais triste da minha vida, o diagnóstico terrível de Mieloma Múltiplo. Eu nunca tinha ouvido falar, mas já estava avançada a doença, segundo o médico, eu já convivia com isso há pelo menos um ano. Eu estava com inúmeras lesões ósseas e duas fraturas patológicas consumadas pelo menos. Meus ossos estavam quebrando como casca de ovo.Naquele dia reunimos a família e choramos muito, muito mesmo. Mas no dia seguinte, era hora de enfrentar a doença. Esse ano tinha sido muito difícil profissionalmente e financeiramente, eu não tinha recursos financeiros, não tinha seguro de vida nem plano de saúde. Recomendado pelo Ortopedista, fui consultar uma Hematologista e Oncologista particular para verificação. Havia suspeita de ser um câncer nos ossos secundário, oriundo da próstata. Depois do exame de Bence Jones foi confirmado o Mieloma Múltiplo.Fui então para um hospital público de Curitiba, onde fui encaminhado com urgência para uma equipe de hematologistas e oncologistas. A situação era grave! Pouco tempo de vida se não fosse feito algo sério e imediato. Depois de passar pela triagem e avaliação criteriosa, a equipe médica veio o protocolo seguinte: seis meses de quimioterapia pesada e se eu suportasse, uma tentativa de Transplante de Medula Óssea. Eu nem sabia o que era isso. Começamos as sessões, eram 21 dias de medicamentos venoso e oral, e descansava 9 dias no mês. Perdi todos os cabelos do corpo e até unha. Sofri demais com enjoos e mal estar…. não comia quase nada. Eu fiquei muito debilitado, pois sou diabético e por conta de um dos medicamentos (dexametasona) corticóide, minha glicemia passava dos 500. Tomava muita insulina e o medo dos médicos era com os rins, pois tomava 11 medicamentos na quimioterapia. Mas a ordem era não desistir e enfrentar tudo com bom ânimo e muita fé. Nunca quis morrer e embora, fraco e debilitado, lutava com as forças que restavam.Sou membro de uma igreja Batista então aliamos a fé à medicina. Família, amigos e muita gente em torcida e oração e eu me apegava muito em Deus e na medicina. Cada sessão de quimio durava 4 horas. Fazia 21 dias e descansava 9 no mês.Qual não foi minha surpresa, quando no 4º ciclo de quimioterapia, recebi a maravilhosa noticia de que o câncer tinha zerado. A equipe médica estava animada. Fomos chamados para uma reunião com o Prof. da TMO, que nos informou um novo desafio. Eu não tinha doador de medula óssea e eu mesmo teria que ser o doador. O que eles chamam de transplante AUTÓLOGO. Fui informado ainda pelo médico que eu tinha que gerar 20 milhões de células por quilo de peso. Eu tenho 70 quilos, portanto teria que gerar 20 milhões X 70 = 1.400.000.000 (Hum bilhão e quatrocentos bilhões de células) e isso ainda vezes dois, pois eles não fariam o transplante se não tivessem o dobro.Essas células tronco ficavam dentro dos ossos na bacia. Tomava um medicamento para estimulá-las a saírem dali e iriam para a periferia, no sangue. Depois de 6 dias apenas e um exame de sangue, foi constatado que haviam 7 bilhões de células tronco na minha corrente sanguí­nea. Foi uma euforia!!!Fui internado e depois da colocação de um cateter, fizeram a coleta das células tronco na nova medula. Descansei 15 dias em casa e depois me internei para o devido transplante. Recebi uma quimioterapia violenta 24 horas antes do transplante onde fiquei com a imunidade praticamente zero, passei muito mal, com feridas e herpes pelo corpo e boca. Foi horrível, não podia comer. Mas no dia 22/07/2010, fizeram o tal transplante….Foi como uma transfusão de sangue, durou uns 20 minutos. Fique isolado e em observação para que ocorresse a tal ‘pega’ da medula. O que, graças a Deus, ocorreu e 15 dias depois eu estava de alta.Tive alta em 04/08/2010 com apenas 17.000 plaquetas e fui para casa observando todos os cuidados para evitar qualquer contaminação.Em 18 de setembro, os médicos me liberaram para viajar e fui para Fortaleza com a famí­lia onde pude descansar e passear e recomeçar a sentir o sabor da vida.O tempo foi passando e eu faço uma aplicação de cálcio mensal (Arédia – Pamidronato dissódico) no hospital onde meus ossos estão se recuperando dia a dia.Estou levando uma vida praticamente normal e muito feliz com o conví­vio da família e dos amigos. Amo viajar e viver a vida com outro sabor e intensamente. Estou à disposição para quaisquer esclarecimentos. Um abraço a todos.Agradeço muito a Deus pela minha vida, pois ele me preservou.ALDO ROBERTO MATTARe-mail: aldomattar@hotmail.comfacebook: Aldo Roberto Mattar(41) 8842-9999
53 anos (19/11/1959)Casado com Rosana MattarPai de 3 filhosProfissão: executivo (afastado)Moro em Curitiba – PR Aldo Roberto Mattar Mieloma Múltiplo
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