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leucemia

Data de criação: 29 Março 2016 Last modified on 29 Março 2016

Leucemia Mielóide Crônica - LMC

Consultoria – Dr. Guilherme Perini

A leucemia mieloide crônica (LMC) é um tipo de câncer não hereditário que se desenvolve na medula óssea e, na maior parte dos casos, ocorre em adultos na faixa etária dos 50 anos (apenas 4% dos pacientes são crianças).

Ainda não se sabe ao certo o motivo para o seu surgimento, mas os médicos afirmam que é uma doença adquirida, que não está presente no momento do nosso nascimento, e não é hereditária.

A LMC se distingue dos outros tipos de leucemia pela presença de uma anormalidade genética nos glóbulos brancos, denominada cromossomo Philadelphia (Ph+). Os cromossomos das células humanas compreendem 22 pares (numerados de 1 a 22 e dois cromossomos sexuais), num total de 46 cromossomos. Nos pacientes com a doença, estudos mostraram que existe uma translocação (fusão de uma parte de um cromossomo em outro cromossomo) em dois cromossomos, os de número 9 e 22, caracterizando assim a leucemia mieloide crônica.

Hoje, mais de 70% dos pacientes conquistam a remissão completa da doença (quando nos exames não consta mais nenhum sinal da doença). 

Vídeos de LMC

Depoimentos de LMC

  • Estou casada há cinco anos. Em outubro de 2011, tivemos nosso filho, Davi e tudo correu muito bem comigo.Em março/12, fiz um exame de sangue de rotina porque minha ginecologista havia pedido e, pra minha surpresa, minhas plaquetas estavam altíssimas (1.200,00). Estranhei e marquei um hematologista. Fiz alguns exames, mas o médico não deu qualquer diagnóstico e me pediu mais exames. Resolvi ir a outro hematologista e em agosto/12, depois de um PCR p/ABL-bcr veio à resposta: eu tinha o cromossomo Philadelphia. Fiquei apavorada e minha consulta só aconteceria em uma semana. Só pensava no meu bebê que tinha dez Leia mais
    Estou casada há cinco anos. Em outubro de 2011, tivemos nosso filho, Davi e tudo correu muito bem comigo.Em março/12, fiz um exame de sangue de rotina porque minha ginecologista havia pedido e, pra minha surpresa, minhas plaquetas estavam altíssimas (1.200,00). Estranhei e marquei um hematologista. Fiz alguns exames, mas o médico não deu qualquer diagnóstico e me pediu mais exames. Resolvi ir a outro hematologista e em agosto/12, depois de um PCR p/ABL-bcr veio à resposta: eu tinha o cromossomo Philadelphia. Fiquei apavorada e minha consulta só aconteceria em uma semana. Só pensava no meu bebê que tinha dez meses! Pensava que não o veria crescer, que o meu fim estava perto. Na consulta, a médica confirmou o exame: eu tinha LMC (Leucemia Mielóide Crônica). Foi um choque, tive crises de choro por um bom tempo. Logo consegui uma vaga no HEMORIO, centro de referência e comecei a tomar o GLIVEC. Os primeiro meses foram ruins, pois o meu corpo reagiu mal ao remédio. Hoje, posso dizer que convivo bem com a LMC e com o GLIVEC. Já aprendi a não temê-los mais. Sei que uma longa vida me aguarda. Vida essa cheia de realizações ao lado do meu esposo e do meu filho. Sei que, graças ao avanço dos estudos sobre a LMC, eu posso levar uma vida normal e feliz! Espero que outros pacientes onco-hematológicos tenham a mesma esperança! Abraços a todos e estejamos firmes para vencermos mais e mais combates! Jeane de Araujo Silva Leucemia Mieloide Crônica - LMC
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